Termos de indexação: TRANSPORTE MARÍTIMO

  • Sino

    Sino

    Inscrições: “ISABEL, 1865”.

    Considerações sobre sinos:
    Instrumento metálico de percussão, com formato de taça invertida, que se faz vibrar, batendo sua superfície externa com um martelo ou interna com um badalo.
    Tendo sua origem nas pequenas campainhas que, a princípio, eram utilizadas para tirar mau olhado ou, posteriormente, para indicar a localização daqueles que os portavam, os sinos tiveram seu uso generalizado depois de adotados pelo cristianismo nas igrejas latinas, sendo inicialmente utilizados nos mosteiros. Sua função e utilização, as quais passam pelos mais diversos locais, leva-nos a compará-lo a um instrumento de comunicação.
    Quanto à tecnologia para sua fabricação, o principal problema encontrado pelos primeiros fabricantes foi quanto à forma de ocar o ferro ou o metal para sua confecção. Inicialmente, eram feitos de chapas de ferro – uma lâmina de ferro que dobrada ou curvada e fechada em um ponto dava a sua forma, semelhante a de um balde. Com o passar do tempo e com a evolução tecnológica, e em função dos sinos utilizados nas igrejas, que deveriam ter o som o melhor possível, esta técnica foi sendo aprimorada. Os primeiros sinos fundidos, utilizando-se de um processo de fabricação diferenciado, foram feitos com moldes em cera perdida. Mais tarde, começaram a ser utilizados dois moldes, um macho e um fêmea, sendo o metal colocado entre os dois. Com o aperfeiçoamento das técnicas de manufatura, foram sendo feitos sinos cada vez maiores e foi através do aprimoramento da técnica de fundição dos sinos que se chegou à fabricação dos canhões.

  • Pintura documental

    Pintura documental

    Em primeiro plano, mar calmo, azul esverdeado, com várias embarcações a vela e pequenos barcos. À direita, praia e dois grupos de pescadores segurando extremidades de grande rede disposta em ferradura dentro da água, tendo no seu interior vários peixes (pesca de arrasto). Ao fundo, conjunto de casas térreas e de dois pavimentos, montanhas e árvores. Ao centro, elevação recoberta de vegetação à beira mar, tendo no alto, sobre embasamento com rampas inclinadas, igreja branca, de torre única centralizada sobre pórtico e encimada por terminação bulbiforme, arrematada por catavento em forma de galo. Céu limpo, em tons róseos e azuis esverdeados. Moldura oval, em madeira estucada e dourada, envolvida por toro de loureiro em relevo. No dorso do chassi, carimbo com a inscrição: “FÁBRICA DE MOLDURAS/-DA-/GALERIA JORGE/131, RUA DO ROSÁRIO”.

  • Pintura documental

    Pintura documental

    Na metade inferior, mar calmo, azul, com navios e pequenos barcos repletos de homens, perseguindo várias baleias, umas pulando e outras esguichando água. No centro inferior, ilhota ocupada em toda sua extensão por fortificação retangular de paredes inclinadas e pequenas casas. À esquerda, duas baleias mortas, cujas carnes estão sendo cortadas por alguns homens que se encontram sobre elas. Na metade superior, ainda à esquerda, casas e galpões. Ao fundo, cadeia de montanhas verdes e céu limpo em tons róseos e azuis. Moldura oval, em madeira estucada e dourada, envolvida por toro de loureiro em relevo. No dorso do chassi, carimbo com a inscrição: “FÁBRICA DE MOLDURAS/-DA-/GALERIA JORGE/131, RUA DO ROSÁRIO”.

  • Marinha (pintura)

    Marinha (pintura)

    Mar e céu azul claro. No centro, há um barco ancorado em tons de verde escuro, com detalhe de mastro e vela branca, arriada, formando uma espécie de cobertura sob a qual se veem duas silhuetas de homens. Assinatura do autor no canto inferior direito em tinta marrom: “B. CASTAGNETO”. Moldura retangular, em madeira estucada e dourada, de superfícies ligeiramente côncavas, guarnecidas por friso com elementos fitomórficos em relevo. Outro título atribuído à obra: Barco a vela.

  • Canhão

    Canhão

    Tubo alma troncônico, sem moldura que define os reforços, pequeno desnível logo após os munhões. Na bolada, próximo da boca, há uma moldura, com o liso do bocel mantendo a conicidade da peça até o bocel, que é composto por segmentos cilíndricos de diversas dimensões. No tubo alma, observa-se o brasão de armas de Portugal, uma esfera armilar e o monograma “F.R.C.”. Dentro da letra “R”, observa-se a letra “O” em menor escala. Na parte posterior, vê-se a caixa da culatra, em forma de paralelepípedo, regular.

    Uso naval. Material bronze, cal. 40,00 mm, Comp. total 161,00cm, Larg. 21,00cm