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  • Encouraçado (fragmento): chapa

    Encouraçado (fragmento): chapa

    Usada no encouraçado Brasil, construído em 1864, que combateu na Guerra da Tríplice Aliança. Era presa ao costado do navio por parafusos, que se encaixavam nos furos circulares existentes ao longo da mesma. A marca no centro da peça foi causada pelo impacto de um tiro do obuseiro “El Cristiano”, que se encontra no Pátio dos Canhões, no MHN. Lateral direita inferior danificada. Peça marcada por mossas.

  • Encouraçado (fragmento): chapa

    Encouraçado (fragmento): chapa

    A forma arredondada desta peça indica que ela possa ter sido usada na torre de um monitor-encouraçado.

  • Encouraçado (fragmento): chapa

    Encouraçado (fragmento): chapa

    Chapa de blindagem em ferro forjado de forma retangular. No canto inferior esquerdo, falta um pedaço. Perfurações regulares em toda a extensão da placa e 4 marcas de tiro de canhão. Usada como proteção de navios brasileiros durante a Guerra da Tríplice Aliança. Pertenceu ao encouraçado Barroso.

  • Encouraçado (fragmento): chapa

    Encouraçado (fragmento): chapa

    Chapa de blindagem em ferro forjado de forma retangular plana. Uma marca de tiro de canhão na extremidade superior e outra centralizada na parte inferior. Consta que pertenceu ao monitor Alagoas.

  • Encouraçado (fragmento): chapa

    Encouraçado (fragmento): chapa

    Chapa de blindagem, em ferro forjado, de forma retangular plana. Consta que pertenceu ao monitor Alagoas.

  • Encouraçado (fragmento): chapa

    Encouraçado (fragmento): chapa

    Placa de ferro forjado de forma retangular plana e seção trapezoidal. Ao centro, um furo retangular, com aspecto de tronco de pirâmide (vigia). Consta que pertenceu ao encouraçado Mariz e Barros.

  • Pintura histórica

    Pintura histórica

    Cena retratando a chegada da Fragata Constituição em mar com tons esverdeados. Em primeiro plano, à direita, pequena embarcação com casco verde, branco e rosa, ao largo com bandeira verde e amarela e armas imperiais hasteada; no interior, grande número de marinheiros remam. Na pop, carranca dourada retratando animal alado. No convés, dois oficiais e um deles sustenta bandeira verde e amarela. À esquerda, pequenos barcos com grande quantidade de pessoas – entre crianças, mulheres e homens, civis e militares. Várias bandeiras hasteadas. À frente, pequeno barco a remo tendo no casco o nº 180 marcado. Os populares expressam ar alegre, os senhores acenam com cartolas e mulheres com lenços aclamam com grande movimentação a fragata que se encontra em segundo plano, ao centro, com proa à frente. Apresenta casco marrom com tarja branca, com bateria corrida rodeada por grande quantidade de fumaça. Os mastros se encontram ornados com grande número de bandeirolas nas cores vermelha, azul e branca; sobre este, soldados com fardas azuis e brancas, de pé, frontalizados, acenam. No convés, pessoas acenam, tendo à frente figura masculina fardada. Seguem atrás desta fragata outras embarcações de grande porte. Ao fundo, à direita, em terra firme, fortaleza na cor branca, com bandeira hasteada, dispara tiros retratados em branco. Céu azul escuro com nuvens. Assinatura do autor e datação no anto inferior esquerdo: “E. de Martino/1872”. Moldura em madeira dourada, tendo na parte inferior, ao centro, a inscrição: “Chegada da Fragata Constituição ao Rio de Janeiro, trazendo a Imperatriz Teresa Cristina”. Na parte superior, ao centro, armas imperiais.

  • Pintura histórica

    Pintura histórica

    Em primeiro plano, mar azul. À esquerda, embarcação com casco marrom e três mastros com cesta de gávea. Velas arriadas, dois escaleres e bandeira na cor verde. À direita, pequena embarcação a vapor ao largo com casco marrom, observam-se duas figuras no seu interior, uma delas carrega pequena vara de pescar. Em segundo plano, à direita, ilha com casa rosa com telhado de duas águas azuis, à frente bandeira azul presa ao mastro. Ao fundo, à margem, casario e recortes de montanhas. Céu amarelado com nuvens rosadas. Assinatura do autor no canto inferior esquerdo: “E. D. M. “. Tela oval com moldura em madeira dourada.

  • Pintura histórica

    Pintura histórica

    Na parte inferior, mar azul claro. À esquerda, pequena embarcação à vela. À direita, mastros, chaminé central, pequena bandeira azul na proa e bandeira do Brasil na popa. Céu azul, nuvens brancas e cinzas. Assinatura do autor, localização e datação no canto inferior esquerdo em tinta preta: “C. Balliester – Rio – 1901”. Moldura em madeira lisa, escura, envernizada, parte interna contornada por friso saliente de folhagens douradas. Adquirido em 1896, o vapor transladou os restos mortais do maestro Carlos Gomes de Belém para Santos (outubro de 1896) e do embaixador Joaquim Nabuco do Rio de Janeiro para Pernambuco (abril de 1910). Foi empregado no transporte de tropas na Campanha de Canudos (1898).