Localização: EXPO-SALA 08

  • Estátua alegórica

    Estátua alegórica

    Estátua em gesso pintado de preto. Retrata um menino de pé sobre rochedo, sustentada por base circular em madeira na cor preta. O menino tem cabelos curtos crespos, olhos ligeiramente voltados para baixo. Expressão sorridente. Corpo sinuoso e magro. Usa tanga listrada nas cores vermelha, azul, branca e dourada. Perna direita voltada para trás, a perna esquerda apresenta algema com parte de corrente presa ao tornozelo. Braço direito erguido empunhando placa de madeira com a inscrição em letras brancas: “Honra / a / D. Pedro II / lei da emancipação / de 28 de setembro de 1871 / no ministério do / Vde. do Rio Branco”. Braço esquerdo flexionado para trás, sustentando parte de corrente em metal. Assinatura do autor na lateral da base direita em reserva: “A. D. Bressac”.

  • Pena (caneta)

    Pena (caneta)

    Caneta e pena de ouro em formato de pena estriada com brilhantes engastados e esmeralda retangular dentro de um laço cravejado de brilhantes sobre os escudos acostados do Conde D’Eu e da Princesa Isabel, encimados pela coroa imperial. Na haste a inscrição “A D ISABEL A REDEMPTOR / O POVO AGRADECIDO / LEI Nº 3353 DE 13 DE MAIO DE 1888”. Arremata o dragão bragantino com brilhantes. No corpo da pena, na parte externa, a marca de fabricação “LEROY-W-/FAIRCHILD/NEW YORK/Nº 5” Na parte interna da pena: “FAIRCHILD”. Acompanha estojo de prata, ornamentdo com elementos fitomorfos e forrado de seda. Na parte externa da tampa, a inscrição: “A SUA ALTEZA IMPERIAL REGENTE / D ISABEL A REDEMPTORA / O POVO BRAZILEIRO OFFERECE / LEI Nº 3353 DE 13 DE MAIO DE 1888”.

  • Gládio maçônico

    Gládio maçônico

    pomo trilobado tendo um esquadro com pêndulo ao centro. punho com caneluras e guarda em cruzeta com as extremidades trilobadas onde observa-se de um lado compasso e esquadro, e do outro, colher de pedreiro e martelo. ao centro da guarda estrela de cinco pontas ladeada pela inscrição rest. : pern. : . no oposto a decoração se repete sem a inscrição. lâmina bigume sem corte; no ricasso a marca data de entrada no museu: 22/01/1937

  • Pintura histórica

    Pintura histórica

    Cena retratada no interior da sala do Senado. Em primeiro plano, à direita, ao centro e em grande parte do canto esquerdo, plenário composto por várias pessoas, todas de pé, formando fileiras (senadores, condes, viscondes, deputados, barões, marqueses, entre outros). O próprio pintor encontra-se retratado. Em segundo plano, ao centro, mesa forrada de tecido verde com debrum dourado. Na extremidade da mesa, Princesa Isabel, ajoelhada sobre almofada vermelha, em posição de juramento, pousa a mão direita sobre livro vermelho e a esquerda junto ao peito, olhos voltados para cima; traja vestido longo, branco, tendo a tiracolo banda azul com comenda pendente. Ao seu lado, figura masculina com traje negro e comenda pendente no peito inclina-se em sua direção. Atrás, figura masculina com manto negro lê livro que traz nas mãos. À direita, trono do Senado sob dossel verde e dourado, encimado pelas Armas Imperiais. À frente deste, grupo de senhores e damas, de pé, observam a cena. Compondo a cena, cortinas, arcos, piso verde e populares na sacada do andar superior. Assinatura do autor, datação e localização no canto inferior esquerdo: “TIRONE 1861-1862/Rio de Janeiro”. Moldura em madeira dourada.

  • Pintura histórica

    Pintura histórica

    A tela retrata, alegoricamente, o último baile do Império, realizado na Ilha Fiscal, Rio de Janeiro, em 9 de novembro de 1889. A presença do imperador Dom Pedro II, de sua filha e de personalidades políticas do Império serve ao pintor para uma composição de extremo simbolismo, onde as luzes da aurora confundem-se com a chegada da República e dos novos protagonistas da cena política que terá lugar após o 15 de novembro de 1889. Assinatura do autor e datação no canto inferior direito: “F. Aurélio. 1905”. Moldura em madeira dourada tendo na parte inferior, ao centro, placa de madeira com a inscrição: “ÚLTIMO BAILE DA MONARQUIA/REALIZADO NA ILHA FISCAL/A 9 DE NOVEMBRO DE 1889/Óleo de AURÉLIO DE FIGUEIREDO”.

  • Pintura histórica

    Pintura histórica

    Em primeiro plano, à direita, vê-se um navio já meio submerso. Sobre seu convés estão alguns tripulantes, uns ocupados na tarefa de carregar um canhão, outros, sentados em atitude de espera. Sobre a caixa da roda, nota-se um marinheiro da armada imperial, ajoelhado, com a cabeça levantada fazendo um gesto com o braço direito; de frente a essa figura, um oficial inimigo apontando-lhe o cano de uma pistola. Observa-se, ainda, nesse local, um velho andando em atitude desalentadora. Armas caídas no chão do convés como chuços, machadinhas de abordagens, espingardas, espadas e balas. Nas águas barrentas e manchadas de sangue, boiam corpos de soldados mortos, nadam paraguaios e se debatem outros agarrando-se a destroços num supremo e derradeiro esforço de salvação. Os sinais de vitória tremulam nas vergas dos navios brasileiros. Em segundo plano, à esquerda, três navios ao fundo; à direita, esquadra paraguaia em combate. Moldura em madeira esculpida e dourada, acantonada por florões ornamentais, tendo ao alto o escudo do Império do Brasil sobre troféus de armas. Na parte inferior desta, um cartela onde se lê a inscrição: “Combate naval/do/Riachuelo/11 de junho de 1865”.

  • Retrato (pintura)

    Retrato (pintura)

    Sobre fundo escuro, ao centro, retrato de D. Pedro II a meio corpo, voltado para a esquerda, olhar à frente. Cabelos repartidos ao lado. Barba castanha clara. Olhos azuis. Faces coradas e lábios vermelhos. Traja farda de General cinza com botões, dragonas, canhões, gola alta e cinturão em dourado. Ostenta ao peito a Imperial Ordem do Cruzeiro e banda com debrum vermelho. Mão direta pousada sobre mesa e a esquerda flexionada, colocada sobre espada que pende da cintura. À direita, panejamento bege e colunas. Moldura em madeira dourada. Tela rasgada a golpes de espada no gabinete do Ministro da Guerra, ao ser proclamada a República.