Documento
Metadados
Título
Pintura histórica
Descrição
Cena retratada no interior da sala do Senado. Em primeiro plano, à direita, ao centro e em grande parte do canto esquerdo, plenário composto por várias pessoas, todas de pé, formando fileiras (senadores, condes, viscondes, deputados, barões, marqueses, entre outros). O próprio pintor encontra-se retratado. Em segundo plano, ao centro, mesa forrada de tecido verde com debrum dourado. Na extremidade da mesa, Princesa Isabel, ajoelhada sobre almofada vermelha, em posição de juramento, pousa a mão direita sobre livro vermelho e a esquerda junto ao peito, olhos voltados para cima; traja vestido longo, branco, tendo a tiracolo banda azul com comenda pendente. Ao seu lado, figura masculina com traje negro e comenda pendente no peito inclina-se em sua direção. Atrás, figura masculina com manto negro lê livro que traz nas mãos. À direita, trono do Senado sob dossel verde e dourado, encimado pelas Armas Imperiais. À frente deste, grupo de senhores e damas, de pé, observam a cena. Compondo a cena, cortinas, arcos, piso verde e populares na sacada do andar superior. Assinatura do autor, datação e localização no canto inferior esquerdo: “TIRONE 1861-1862/Rio de Janeiro”. Moldura em madeira dourada.
Autor
Número de registro
6193
Fonte de aquisição
Situação da imagem
Forma de aquisição
Título
Juramento Constitucional da Princesa Isabel
Técnica
Referência de aquisição
Processo 16/1923
Local de produção
Data de produção
1861/1862
Estado de Conservação
Termos de indexação
BRASIL IMPÉRIO | ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES | ISABEL MARIA DE ALCÂNTARA BRASILEIRA | JURAMENTO CONSTITUCIONAL | PRINCESA ISABEL | SEGUNDO REINADO
Altura (cm)
204,00
Largura (cm)
269,00
Valor
360000
Localização
Situação
Observações
Isabel do Brasil (Rio de Janeiro, 29 de julho de 1846 – Eu, 14 de novembro de 1921), cognominada “a Redentora”, foi a Princesa Imperial e herdeira presuntiva ao trono do Império do Brasil, que serviu como regente do Império em três ocasiões diferentes. Era a filha mais velha do imperador D. Pedro II e da imperatriz D. Teresa Cristina, que após a morte de seus dois irmãos homens na infância, foi reconhecida como herdeira presuntiva de seu pai. Casou-se em 1864 com o príncipe francês Gastão de Orléans, Conde d’Eu, com quem teve quatro filhos: Luiza Vitória, Pedro de Alcântara, Luiz e Antonio. Serviu três vezes como regente do império enquanto seu pai viajava pelo exterior. Isabel promoveu a abolição da escravidão durante sua terceira e última regência e acabou assinando a Lei Áurea em 1888. Apesar da ação ter se mostrado amplamente popular, houve forte oposição contra sua sucessão ao trono. A monarquia brasileira foi abolida em 1889, e após a morte de seu pai em 1891 Isabel foi reconhecida pelos monarquistas brasileiros como a pretendente ao extinto trono do Brasil até sua morte em 1921. Isabel passou seus últimos trinta anos de vida vivendo na França. (fonte: Wikipédia)
Exposições
Autoria das fotos
Danilo Sacramento
Anexos
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