nome indígena: tsimirrire. peça composta de cordão duplo de fios de algodão torcido tendo, na parte inferior, duas penas pretas, dispostas lado a lado. as penas são amarradas com fio de fibra vegetal de onde pende carreira de pequenas sementes. na extremidade possui metade de um fruto, que se constitui no apito. fabricado pelo povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
Local de produção: Brasil – Mato Grosso
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Aparelho ignígeno
é constituído por duas peças: a base e o bastão, ambos podem ser da mesma madeira. na base do aparelho, observam-se dois orifícios, cada um aberto lateralmente por um entalho para permitir contato com o ar. usado para obtenção de fogo. faz-se girar o bastão sobre a base com as palmas das mãos em posição perpendicular, em movimentos giratórios e contínuos. fabricado pelos homens do povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê). .
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Aparelho ignígeno
é constituído por duas peças: a base e o bastão, ambos podem ser da mesma madeira. na base do aparelho, observam-se três cavidades, cada um aberto lateralmente por um entalho para permitir contato com o ar. usado para obtenção de fogo. faz-se girar o bastão sobre a base com as palmas das mãos em posição perpendicular, em movimentos giratórios e contínuos. apresenta uma das extremidades quebrada e com rachaduras. fabricado pelos homens do povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Apito
nome indígena: bóe e-kúie powári. peça de formato oval, confeccionada com pequena cucurbitácea (cabaça) cultivada nas roças bororo. a fruta, depois de seca, recebe dois orifícios, um no pescoço e outro na extremidade oposta da cabaça. no furo do pescoço, introduz-se um segmento de taquara denominado aróe e-ké powári íwo, no qual, por meio de uma incisão, é feita pequena palheta batente. o pescoço do instrumento é revestido de envoltório de fios pretos de algodão e fibra vegetal com tufos de penas coloridas (amarelas) onde se prende o cordel que se adaptará ao pescoço. fabricada pelos homens do povo indígena bororo (família linguística bororo, tronco linguístico macro-jê).
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Ponta de flecha
peça confeccionada com vareta cilíndrica de madeira clara, com ponta de taquara espatulada, fixada à vareta por envoltório de fios de algodão. utilizada na caça. fabricada pelos homens do povo indígena nambikwara (família linguística nambikwára).
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Ponta de flecha
peça confeccionada com vareta cilíndrica de madeira clara, com ponta também de madeira, fixada à vareta por envoltório de fios de algodão. utilizada na caça. a amarração da saliência da ponta está um pouco frouxa. fabricada pelos homens do povo indígena nambikwara (família linguística nambikwára).
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Cesta
cesto-cargueiro de formato arredondado, confeccionado com tala de buriti, trançado em sarja, com cordel de sustentação feito de uma trança de fibra vegetal. utilizado no transporte de alimentos ou recipiente doméstico. fabricado pelo povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Cabaça
Peça em forma de pera, confeccionada com fruto de cucurbitácea, tendo abertura retangular no bojo e cordel de sustentação de fibra vegetal torcida. Fabricado pelo povo indígena Xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Cabaça de água
Peça em forma de pera, confeccionada com grande porungo (cucurbitácea) revestido de cordas trançadas de sustentação. à guisa de rolha, fragmento de taquara. Utilizada para armazenar água. Fabricado pelo povo indígena Xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).

