Fragmento da asa do anjo da capela do Forte do Príncipe da Beira, segundo a servidora Anamaria Rego de Almeida
Local de produção: Brasil – Mato Grosso
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Pente
Peça composta por 36 estiletes de madeira clara, unidos por fios de algodão na cor natural. Na parte superior, duas faixas de bambu amarradas aos estiletes por fios de algodão trançado. Na extremidade superior, vestígios de queima. Usado para pentear os cabelos. Fabricado pelo povo indígena Xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Esteira de expressão
Peça em formato retangular, feita de nervura de grelo de buriti amarrada com cordel torcido de algodão. Finas varetas de bambu, tingidas das cores amarelo e preto. Fabricada pelo povo indígena Kamayurá (família linguística tupi-guarani, tronco linguístico tupi).
Usada para espremer a polpa da mandioca ralada para eliminação do sumo venenoso. Área de uso: Mato Grosso. -

Tipiti de torção
Feito de pínula de miriti ou tucum de trançado no sistema diagonal, as bordas são retas e se originam do dobramento das pínulas que depois são aproveitadas no seguimento do próprio trançado. O fechamento é preso por um tipo de trançado, em diagonal, no sentido transversal. Algumas tiras da palha estão se rompendo. Originalmente a área cultural era Tocantins (Xingu), atualmente é Alto-Xingu. Usado pelas mulheres na prensa de mandioca ralada para eliminação de sumo venenoso (ácido cianídrico). Fabricado pelos homens do povo indígena Kreen-akarore (família linguística Jê, tronco linguístico Macro-jê). Inscrição: krentona, na lateral.
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Pente
peça em formato retangular confeccionado com lascas finas e afiladas de madeira, colocadas umas sobre as outras e seguras por dois pares de paus de taquara transversais paralelos, um dos quais na borda superior e outro no inferior. essas lascas são revestidas de um trançado de fios de algodão, ostentando desenho decorativo. fabricado pelo povo indígena bakairi (família linguística karib).
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Anel
anel feito de coco, tendo esculpido no centro um coração ladeado por duas incisões. fabricado pelo povo indígena bakairi (família linguística karib).
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Adorno auricular
cordel de algodão torcido, tendo oito pingentes de plumas vermelhas, pretas, azuis e amarelas fixadas no sentido vertical, em torno de talas na técnica da emplumação embricada, isto é, superposição à maneira de telhas das plumas em torno de um suporte. fabricada pelo povo indígena rikbaktsa (família linguística rikbaktsá).
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Adorno auricular
cordel de algodão torcido, tendo oito pingentes de plumas vermelhas, pretas, azuis e amarelas fixadas no sentido vertical, em torno de talas na técnica da emplumação embricada, isto é, superposição à maneira de telhas das plumas em torno de um suporte. fabricada pelo povo indígena rikbaktsa (família linguística rikbaktsá).
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Colar
colar (bóe e- kúie designação genérica de qualquer adorno usado pelos bororo, à guisa de colar). enfiados em cordel de fibra vegetal torcido, segmentos de taquara revestidos de fios de algodão preto e fibra vegetal intercalados por sementes vermelhas e pretas e tufos de penas coloridas. como pingente em forma de plaqueta retangular de madeira, toda ela revestida de envoltório de fios de algodão preto e fibra vegetal formando desenhos geométricos. nos cantos da extremidade superior da plaqueta, duas penas coloridas (azuis e verdes). fabricada pelo povo indígena bororo (família linguística bororo, tronco linguístico macro-jê).
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Adorno labial
segmento fino de taquara, revestido de um trançado de fios de algodão preto e acúleos de ouriço tendo numa das extremidades um osso pontiagudo. na extremidade superior, no meio e no final da haste, tufos de penas amarelas. fabricada pelo povo indígena bororo (família linguística bororo, tronco linguístico macro-jê).
