Documento
Metadados
ID no DONATO
19247
Observações
– Dimensões: largura e profundidade variáveis.
– comprada a Funai Loja Artíndia M.I., Rio de Janeiro, por R$ 90,00, aos 23/05/2001, através de Francisco de Assis Chaves Bastos.
– Revisão da consultora Aline Rochedo Pachamama (Churiah Puri) para a Coleção de Arte Indígena do Museu Nacional de Belas Artes, Consultoria de 2025 In.: Documento “povo Xavante- informações e Legenda” em colaboraram para as informações: Heron Wa rawi Abtsire, Indígena do povo A’uwe Xavante – Estudante de Pedagogia na Universidade de Goiás e Intérprete Indígena da Seduc GO tradutor de livros; e Dinante Tserenhi Tomo’rã, Diretor da escola Davi Aí Réró.
Referências bibliográficas
Referência
Antropologia e História Xavante em Perspectiva
Trainel/gaveta
grade
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Fonte de aquisição
Associação dos Amigos do Museu Nacional de Belas Artes
Data de aquisição
26/06/2001
Forma de aquisição
Altura (cm)
128.00
Descrição formal
Indumentária, máscara, confeccionada por fibras vegetais de tom claro em disposição de feixe alongado. A extremidade superior apresenta amarração feita por barbante, que serve como fixação para a peça. Mais abaixo, cordões de barbante mantém a divisão das fibras. Juntamente das palhas, estão distribuídos fios de contas de semente em formato cilíndrico, que descem ao longo da peça, contendo penas de aves nas cores azul e amarela.
Subtema
Máscara; Povos Originários; Indigena; Xavante; Jê
Tema
Local de produção
, MT, Brasil
Data de produção
2001 (circa)
Material/técnica
palha, sementes, pena e barbante
Autor
Nome (catálogo)
GRUPO CULTURAL XAVANTE
Denominação
máscara
Objeto
máscara
Coleção
Número de registro
15901
Descrição do conteúdo
WA’mhoro é confeccionado por uma anciã – avó, mãe, tia – feito com: palha de buriti, miçanga preta e marrom tradicional xavante, pena de arara e algodão feito pela anciã. É terminado com pintura de cor vermelha extraída do urucum. O Wapté Mnhõnõ é um ritual de iniciação do Jovem Xavante. Em determinada etapa da vida chega a hora de usar o WA’mhoro, o menino, tornando-se adulto, é chamado de AIBÖ e considerado homem porque furou a orelha . E as meninas, tornando-se moças, também o usam pintado o corpo de vermelho.
Ref.: Baseado em texto da consultora Aline Rochedo Pachamama (Churiah Puri) para a Coleção de Arte Indígena do Museu Nacional de Belas Artes, Consultoria de 2025 In.: Documento “povo Xavante- informações e Legenda”.
Título
Máscara