Documento
Metadados
ID no DONATO
19248
Observações
– comprada a Funai Loja Artíndia M.I., Rio de Janeiro, por R$ 96,00, aos 23/05/2001, através de Francisco de Assis Chaves Bastos.
– Título anterior: “Banco”, alterado em 2026 a partir de pesquisa com consultora de Aline Rochedo Pachamama (Churiah Puri) para Museu Nacional de Belas Artes.
– Ficha revisada por Aline Rochedo Pachamama (Churiah Puri), colaboradores da pesquisa: Salomão Inácio Clemente, nome Ticuna: Dauraūcü rü Nu’cüracü (clã: Mutum) Curador do Museu Magüta, doutorando em Antropologia Social no programa de pós graduação em Antropologia Social PPGAS UFAM Manaus; João Paulo Yupuri Tucano, professor da Universidade Federal do Amazonas e pesquisador da Serapilheira e Silvio Bará, cientista indígena e pesquisador da Serapilheira.
Referências bibliográficas
Referência
Alto Xingu : uma sociedade multilíngue
Referência
Entre o passado e o presente: Mil anos de história indígena no Alto Xingu
Trainel/gaveta
2-2-2
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Fonte de aquisição
Associação dos Amigos do Museu Nacional de Belas Artes
Data de aquisição
26/06/2001
Forma de aquisição
Formato
I
Profundidade (cm)
66.70
Largura (cm)
24.00
Altura (cm)
25.50
Descrição formal
Banco de madeira na forma de um pássaro. As asas, abertas, estão representadas no assento, tendo na parte frontal a cabeça da ave, com bico e olhos marcados, e na parte posterior do banco a ave possui uma cauda.
Outras inscrições
– “T. 15894” – à caneta hidrográfica, parte interior à esquerda.
Subtema
Ave; Pássaro; Gavião; Mobiliário; Banco
Local de produção
Parque Xingu, MT, Brasil
Data de produção
2001 (circa)
Material/técnica
madeira balseira
Autor
Nome (catálogo)
GRUPO CULTURAL KUIKURO
Denominação
banco
Objeto
Īyü, banco
Coleção
Número de registro
15894
Descrição do conteúdo
O banco representa o pássaro gavião, um animal guardião da floresta e que tem uma relação muito forte com o pajé Ticuna. Chamado de ĪYÜ, são produzidos com madeira balseira, fornecida por árvores nativas da Amazônia, conhecida como Pau-de-Balsa. Os anciãos e anciãs do povo Ticuna defendem que o ĪYÜ tem o mesmo tempo de existência que seu povo e essa informação é passada por gerações.
Ref.: Baseado em texto da consultora Aline Rochedo Pachamama (Churiah Puri) para a Coleção de Arte Indígena do Museu Nacional de Belas Artes, Consultoria de 2025 In.: Documento “Informações e Legenda Povo TICUNA”.
Título
Īyü, Banco Ticuna