cesto de forma redonda, confeccionado com taquara tingida de anilina vermelha e preta, com trançado entrecruzado, com arremate feito de aros de taquara externa e internamente, fixados com amarrados de cascas de cipó imbé. fabricado pelo povo indígena guarani mbya (família linguística tupi-guarani, tronco linguístico tupi).
Termos de indexação: SÉCULO XX
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Cesta
cesto-cargueiro de formato retangular cilíndrico, na cor natural, confeccionado com trançado entrecruzado em diagonal ou sarjado, remate com borda reforçada, em auto-remate com reforço plano; a beira do trançado é dobrada para dentro, em seguida é colocado em aro plano, no lado interno e externo, de taquara, preso com amarrados de cordel de fibra vegetal torcido. corre no lado externo, na parte posterior, trança de palha que termina em faixa frontal trançada, para carregar a cesta. altura com alça: 66 cm. fabricado pelo povo indígena gavião pukobiê (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Cesta
cesto estojiforme em formato quadrangular, com tampa, confeccionado com trançado entrecruzado-sarjado de bambu, com alça de sustentação também trançada. altura com alça: 62 cm. fabricado pelo povo indígena kanela (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Cesta
cesta gameliforme, em formato cilíndrico, na cor natural com decoração em preto, confeccionado com lascas de taquara, de trançado entrecruzado sarjado. borda terminando em arremate de aro duplo interna e externamente, fixado por amarrados de casca de cipó imbé. decoração externa feita com pintura em preto de algumas lascas de taquara, formando motivos geométricos. fabricado pelo povo indígena guarani mbya (família linguística tupi-guarani, tronco linguístico tupi).
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Cesta
nome indígena: urabahu ou pacutu. cesta em formato oval, confeccionada segundo a técnica dobrada. é formada por duas partes simétricas que se recobrem, base e tampa, ficando seu interior hermeticamente fechado e protegido da água, em consequência da disposição dos folíolos. a forma oval é obtida por uma estrutura de varetas retiradas de espique de palmeira. para a confecção dessa cesta, os folíolos são cortados, abertos rente à nervura, sendo utilizada no trabalho a bainha nervada. os folíolos são presos ao suporte por meio de uma costura, com pontos espaçados uns dos outros, sempre dois a dois, feitos de fio torcido de fibra vegetal. com alça de fio de fibra vegetal. fabricado pelo povo indígena karajá (família linguística karajá, tronco linguístico macro-jê).
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Cesta
cesto-cargueiro bornaliforme, bojudo, com tampa, confeccionado com duas folhas flabeliformes da palmeira de buriti mantido o respectivo pecíolo, trançado em sarja, com cordel de sustentação torcido. fabricado pelo povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Bolsa
cesto bolsiforme, bojudo, com tampa, confeccionado com duas folhas flabeliformes da palmeira de buriti mantido o respectivo pecíolo, trançado em sarja, com alça de sustentação trançada. fabricado pelo povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Cesta
cesto-cargueiro sem tampa, confeccionado partindo da empunhadura de forma triangular da folha de palmeira em trançado sarjado, de forma arredondada. larga faixa trançada terminando em tranças, serve de alça de sustentação do cesto. utilizado para transporte de alimentos ou recipiente doméstico. altura com alça: 74,5 cm. fabricado pelo povo indígena krahô (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Bolsa
nome indígena: ruri ou mori. cesta em formato circular, confeccionada com feixes torcidos de folíolos, desprovidos da seda, são enrolados em espiral, cada volta sendo presa à anterior através de costura. a decoração é obtida pela coloração diferente dada a segmentos dos próprios feixes de folíolos (cor marrom), dispostos em anéis horizontais paralelos. com alça de sustentação trançada e tampa decorada com rosetas de penas coloridas. fabricado pelas mulheres do povo indígena karajá (família linguística karajá, tronco linguístico macro-jê).
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Cesta
peça em formato ovalado, com tampa, de traçado entrelaçado horizontal, em que os elementos da urdidura (palha torcida) são enlaçados pela trama (palha) que dá volta completa ao redor de cada um dos elementos da urdidura. apresenta cordel de sustentação de fibra vegetal torcido. fabricado pelo povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê). .
