cordel de algodão torcido, tendo oito pingentes de plumas vermelhas, pretas, azuis e amarelas fixadas no sentido vertical, em torno de talas na técnica da emplumação embricada, isto é, superposição à maneira de telhas das plumas em torno de um suporte. fabricada pelo povo indígena rikbaktsa (família linguística rikbaktsá).
Situação da imagem: Revisada
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Adorno auricular
cordel de algodão torcido, tendo oito pingentes de plumas vermelhas, pretas, azuis e amarelas fixadas no sentido vertical, em torno de talas na técnica da emplumação embricada, isto é, superposição à maneira de telhas das plumas em torno de um suporte. fabricada pelo povo indígena rikbaktsa (família linguística rikbaktsá).
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Adorno labial
ornamento constituído de 12 placas de concha fluvial ou madrepérola (?), de forma elíptica, com orifício nas bordas, por onde passa um cordel descontínuo de fios de algodão preto, que as fixa entre si. a placa da extremidade proximal é alongada e na extremidade distal há um pingente de penas vermelhas de arara (ara chloroptera), na outra um pequeno osso. fabricada pelo povo indígena bororo (família linguística bororo, tronco linguístico macro-jê).
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Faixa de panturrilha
nome indígena da peça: deubutá. feito de algodão tingido de urucum, com agulha de crochet, é uma faixa estreita com bordos reforçados e fechada na frente, de cujo ponto de fechamento, pende de ambos os bordos, uma comprida borla de fios. começa-se a usar as faixas pouco após o nascimento e quando se tornam apertadas, cortam-nas e substituem por outra. para cortar enfiam um pauzinho entre a faixa e a perna, a fim de não ferirem com a faca, pois é preciso bastante força para cortar o trançado forte e espesso. fabricado pelas mulheres do povo indígena karajá (família linguística karajá, tronco linguístico macro-jê), com agulha de crochet diretamente na perna do jovem que a vai usar. cor natural.
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Diadema
fina tala de taquara flexível, cujas pontas são unidas por um amarrilho para formar o círculo. é guarnecida por um revestimento trançado de fios de algodão preto e acúleos de ouriço. sementes pretas e vermelhas e tufos de plumas amarelas intercalados formam a decoração do arco. fabricada pelo povo indígena bororo (família linguística bororo, tronco linguístico macro-jê).
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Pulseira
aro flexível de madeira, é revestido por trançado decorativo feito de palha. num dos lados do aro, plumas pretas e cinzas são fixadas por envoltório de fios de algodão. fabricada pelo povo indígena guajajara (família linguística tupi-guarani, tronco linguístico tupi).
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Pulseira
aro flexível de madeira revestido por trançado decorativo formando zigue-zague, feito de palha e lascas de taquara e cinzas pintadas. num dos lados do aro, plumas pretas são fixadas por envoltório de fios de algodão. fabricado pelo povo indígena guajajara (família linguística tupi-guarani, tronco linguístico tupi).
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Diadema
tala larga de taquara, flexível, cujas pontas são unidas por um amarrilho para formar o círculo. é guarnecida por um revestimento trançado de fios de algodão preto e fibra vegetal, formando desenho decorativo. nas partes laterais e superior do diadema, tufos de penas coloridas (vermelhas, azuis e amarelas). fabricado pelos homens do povo indígena bororo (família linguística bororo, tronco linguístico macro-jê).
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Pulseira
peça confeccionada com tiras de palha trançada na cor natural. apresenta fios na cor marrom que forma traços verticais ao longo da peça. de uma extremidade prolongam-se três fios de palha torcida que atravessam a outra extremidade e terminam com pequeno nó. estes fios possibilitam a graduação do tamanho da pulseira. fabricado pelo povo indígena guajajara (família linguística tupi-guarani, tronco linguístico tupi).
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Pulseira
cordel em círculo todo emplumado numa só face, com pequenas penas amarelas e pretas, colocadas com o lado avesso para fora, na técnica de emplumação em pétala. fabricada pelos homens do povo indígena umutina (família linguística bororo, tronco linguístico macro-jê).
