Referências bibliográficas: MUSEU HISTÓRICO NACIONAL. Inventário Geral. Rio de Janeiro: Museu Histórico Nacional, 1990.

  • Obuseiro

    Obuseiro

    Cascavel com local para colocação de parafuso de elevação. Culatra com a inscrição: “11-3-14”. Faixa alta da culatra com a inscrição: “R GILPIN FECIT 1766” e “W WHITTINGTON”. Munhões pisciformes. No liso da bolada, aparece o brasão do Marquês de Pombal, composto de quatro luas circulando uma estrela.

    Uso possivelmente naval. Material bronze, cal. 122,6 mm (14 lb), Comp. total 170 cm, Larg. 42cm, comp. 154 cm, Calibres 12.

  • Canhão

    Canhão

    Culatra com os números de peso “25-2-11”. Faixa alta da culatra com a inscrição “LXA ARCENAL REAL DO EXERCITO 1797”. No primeiro reforço, o brasão português, o nome “MARIA I” e as letras “L3”. Golfinhos estilizados em forma de onda. No munhão direito o número “4”.

    Uso terrestre. Material bronze, cal. 155 mm (28 lb), Comp. total 263 cm, Larg. 64 cm, comp. 243 cm, Calibres 15.

  • Colubrina

    Colubrina

    Cascavel em forma de cabeça de guerreiro com capacete e armadura nos ombros. Na culatra, a inscrição: “CA 19 Rl 56”. Na faixa alta da culatra, a inscrição: “IACOBVS ROCCA FECIT GENVA 1714”. Com brasão português no primeiro reforço inserido em um troféu de armas e com figura mitológica (Deus do vento?) na parte superior. Inscrito no munhão direito o número “15”. Golfinhos pisciformes. A peça não tem segundo reforço.

    Uso terrestre. Material bronze, cal. 83,4 mm (4 lb), Comp. total 281 cm, Larg. 42 cm, comp. 260 cm, Calibres 30.

  • Canhão

    Canhão

    Culatra plana, com cascavel pisciforme, servindo de anel do vergueiro. Na faixa alta da culatra, as seguintes inscrições: “32 Q 6 LS” e a letra “S”. Ouvido com inserção de ferro e indícios de ter tido duas saliências laterais para colocação de uma pranchada. No primeiro reforço a inscrição: “D. PEDRO PACHECO MARQS DE CASTRO FVERTE DEL CONSEIO DE GVERA CAPITAN GL DE LA ARTILA” e “DON PHELIPPE 4 REY DE SPANA”, brasão Habsburgo com o brasão português inserido. No segundo reforço, golfinhos pisciformes e marca de impacto de bala.

    Uso possivelmente naval. Material bronze, cal. 138 mm (20 lb.), Comp. total 305 cm, Larg. 58 cm, comp. 291 cm, Calibres 20.

  • Canhão

    Canhão

    Na culatra, a inscrição “55-2-10” em caracteres modernos. Na faixa alta da culatra, as seguintes inscrições: “55-2-10”, “6598 H” e “ME FECIT CIPRIANUS CRANS IANX AMSTELODAMI ANNO 1738”. No primeiro reforço, brasão português, inscrição “IOANES V”, e marca do banco de prova de Amsterdã. No segundo reforço, golfinhos em forma de dragão marítimo.

    Uso terrestre. Material bronze, cal. 155 mm (28 lb), Comp. total 378 cm, Larg. 74 cm, comp. 349, Calibres 21.

  • Canhão

    Canhão

    Culatra plana com cascavel pisciforme, servindo de anel do vergueiro. Na faixa alta da culatra, os números “43-1-1” (marca de peso) inscritos com caracteres antigos. Ouvido rebrocado, com quatro desenhos em forma de estrela a sua volta. Marcas de peso “39+0+29” gravados em caracteres modernos no primeiro reforço. Golfinhos pisciformes no segundo reforço, munhões colocados no centro do canhão (em relação ao eixo da alma). Brasão português no liso da bolada.

    Uso naval. Material bronze, cal. 138 mm (20 lb.), Comp. total 358 cm, Larg. 61 cm, comp. 343 cm, Calibres 24.

  • Canhão

    Canhão

    Cascavel achatado, sem inscrições visíveis, munhões quebrados, com a boca obstruída por peça metálica retangular.

    Uso terrestre. Material ferro, , cal. 103,3mm (8 lb.?), Comp. total 253 cm, Larg. 45 cm, comp. 229 cm, Calibres (?).

  • Brasão

    Brasão

    Brasão eclesiástico de Frei Antônio do Desterro, esculpido em pedra, com motivos em rocalha.