Referências bibliográficas: MUSEU HISTÓRICO NACIONAL. Inventário Geral. Rio de Janeiro: Museu Histórico Nacional, 1990.

  • Canhão

    Canhão

    Tubo troncônico, com culatra hemisférica. Nesta última, há local para colocação de espoleta, situado a cerca de 45 graus do plano vertical. Um pouco antes do meio da canhão (em sentido longitudinal), há um anel de reforço onde ficam os munhões.

    Uso terrestre. Material ferro, cal. 90 mm, Comp. total 178 cm, Larg. 45 cm, Calibres 17.

  • Canhão

    Canhão

    Cascavel com anel do vergueiro justaposto, no padrão Blomefield. No primeiro reforço, os números de peso “16-2-0” e as armas reais de Portugal. No munhão direito, o número “97” e, no esquerdo, as letras “WCo”.

    Uso naval. Material ferro, cal. 96 mm (6 lb), Comp. total 210 cm, Larg. 53 cm, comp. 190 cm, Calibres 18.

  • Canhão

    Canhão

    Tubo troncônico, com culatra hemisférica. Nesta última, há local para colocação de espoleta, situado a cerca de 45 graus do plano vertical. Um pouco antes do meio da canhão (em sentido longitudinal), há um anel de reforço onde ficam os munhões. A alma não se encontra obstruída.

    Uso terrestre. Material ferro, cal. 90 mm, Comp. total 178 cm, Larg. 45 cm, Calibres 17.

  • Caronada (canhão)

    Caronada (canhão)

    Cascavel com furo vertical para colocação de parafuso elevatório e anel do vergueiro incorporado à parte dianteira. Culatra em forma de anéis, com três destes. No primeiro reforço, os números de peso “6-0-12” e, na parte inferior da arma, uma peça retangular com um orifício central para fixação ao reparo (sem munhões). Na moldura que separa o primeiro reforço do liso da bolada, há uma massa de mira em “V”.

    Uso naval. Material ferro, cal. 116 mm (12 lb), Comp. total 110 cm, Larg. 32cm, comp. 75 cm (medidos sem a parte posterior da boca, onde seria o bocal), Calibres 7.

  • Canhão

    Canhão

    Culatra com os números “12-2-11” gravados. Faixa alta da culatra com inscrição: “O SARGTO MOR BARTOLOMEU DA COSTA EM LXA 1765”. No primeiro reforço, a inscrição em relevo “MEL GOMES DE CARVO E SA THENE GNAL DA ARTA DO RNO”, brasão português com o nome “JOSEPHUS I”. No segundo reforço, golfinhos pisciformes e no munhão direito a inscrição “Nº 6”. Marcas de impacto de bala no liso da bolada e na boca.

    Uso terrestre. Material bronze, cal. 110,3mm (10 lb), Comp. total 210 cm, Larg. 51 cm, comp. 183 cm, Calibres 16.

  • Colubrina bastarda

    Colubrina bastarda

    Cascavel em forma de golfinho na culatra, servindo de anel do vergueiro e tendo um furo na sua parte anterior (sinal de ter sido colocado em um aparelho de centragem em torno giratório, depois de sua fundição). Culatra plana com os números “17-2-16” em caracteres modernos. Ouvido com grão novo e sinais de ter sido ladeado por dois suportes de pranchada. No primeiro reforço, as seguintes inscrições: “VLTIMA RATIO IVSTITIA”/ “ESTA FVND FEZ O GNL DA ARTA DIOGO GOMES DE FIGVEYREDO SENDO TENENTE GNL DELLA NESTES REYNOS DE PORTVGAL LVIS GOMES DE OLIVEYRA ME FEZ LISBOA 1680” e “D PEDRO PRINCIPE DE PORTVGAL”. No segundo reforço, golfinhos pisciformes e as letras “C.9” com caracteres modernos. Bocal reforçado e torneado posteriormente à fundição.

    Uso naval. Material bronze, cal. 121,8 mm, Comp. total 274 cm, Larg. 48 cm, comp. 260, Calibres 20.

    Calibre original = 89,4 mm (6 libras), Calibres originais 27.

  • Canhão

    Canhão

    Cascavel com marca de peça de centragem de torno. Faixa alta da culatra com a inscrição em incavo: “AUCTOR JOSE FRANCISCO BARRIGA”. No primeiro reforço, gravado em relevo, as letras “PII” sob uma coroa e a inscrição: “ARSENAL DE GUERRA DA CÔRTE EM 1857”, tendo uma pequena marca de punção com os dizeres “M.J.J.M. GRAV”. O corpo da arma tem um formato aproximadamente retangular com os ângulos adoçados, as molduras dos reforços são lisas, sem decorações.

    Uso experimental. Material bronze, cal. 54 x 106 mm, Comp. total 130 cm, Larg. 36 cm, comp. 119,7 cm, Calibres 20 (tomando-se o menor calibre).

  • Canhão

    Canhão

    Cascavel com local para parafuso de elevação, culatra com os números de peso “7-1-24”. Faixa alta da culatra com a inscrição: “LXA ARCENAL REAL DO EXERCITO 1783”. Ouvido com grão novo, sendo que o grão ainda apresenta a cabeça retangular, usada para aparafusá-lo no canal do ouvido. No primeiro reforço, letras ilegíveis e o brasão português, muito gasto. No segundo reforço, golfinhos pisciformes e munhões com reforço incipiente. No munhão direito, gravado “No 117”.

    Uso terrestre. Material bronze, cal. 109,5mm (10 lb), Comp. total 177cm, Larg. 42 cm, comp. 163 cm, Calibres 14.

  • Colubrina

    Colubrina

    Cascavel retirado. Na culatra, a inscrição “CA 19 Rl 70”. Na faixa alta da culatra, a inscrição “IACOBVS ROCCA FECIT GENVA 1714”. Com brasão português no primeiro reforço inserido em um troféu de armas e com figura mitológica (Deus do vento?) na parte superior. Inscrito no munhão esquerdo o número “12”. Golfinhos pisciformes. A peça não tem segundo reforço.

    Uso terrestre. Material bronze, cal. 83,4 mm (4 lb), Comp. total 267 cm, Larg. 39 cm, comp. 259 cm, Calibres 30.

  • Canhão

    Canhão

    Cascavel com local para parafuso de elevação, culatra com os números de peso “7-1-16”. Faixa alta da culatra com a inscrição: “LXA ARCENAL REAL DO EXERCITO 1783”. Ouvido com grão novo, sendo que o grão ainda apresenta a cabeça retangular, usada para aparafusá-lo no canal do ouvido. No primeiro reforço, letras ilegíveis e o brasão português, muito gasto. No segundo reforço, golfinhos pisciformes e munhões com reforço incipiente. No munhão direito, gravado “No 136”.

    Uso terrestre. Material bronze, cal. 110,6 mm (10 lb), Comp. total 178 cm, Larg. 48 cm, comp. 112 cm, Calibres 14.