Brasão eclesiástico de Frei Antônio do Desterro, esculpido em pedra, com motivos em rocalha.
Forma de aquisição: Transferência
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Lápide sepulcral
Lápide sepulcral em pedra (mármore?), de formato retangular verticalizado, com brasão na parte superior e as seguintes inscrições na parte inferior: “ESTA SA HE DO LDO MANOEL DA NOBREGA PROCT HONOTARIO APOSTOLICO S V R…LOR E COMMISSARIO DA RDA CAMARA E CO POR COMMISSÃO DE SVA SANTIDADE TODA A REPARTIÇÃO DA BANDA DO SUL 3o.VIGRO. DESTA SIDADE DO RIO DE IANRO”.
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Lápide sepulcral
lápide de pedra retangular contendo inscrição inscrição: sa. don. m. r. p. ex pf 17 de jvlho de 1768 informação tirada de ficha anterior: pedra tumular do padre antônio da luz falecido em de julho de 1768
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Lápide sepulcral
lápide sepulcral quadrada. quebrada na parte superior esquerda. contém inscrição. inscrição: ija sol c m carv. r. 20
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Sino
Inscrições: “ISABEL, 1865”.
Considerações sobre sinos:
Instrumento metálico de percussão, com formato de taça invertida, que se faz vibrar, batendo sua superfície externa com um martelo ou interna com um badalo.
Tendo sua origem nas pequenas campainhas que, a princípio, eram utilizadas para tirar mau olhado ou, posteriormente, para indicar a localização daqueles que os portavam, os sinos tiveram seu uso generalizado depois de adotados pelo cristianismo nas igrejas latinas, sendo inicialmente utilizados nos mosteiros. Sua função e utilização, as quais passam pelos mais diversos locais, leva-nos a compará-lo a um instrumento de comunicação.
Quanto à tecnologia para sua fabricação, o principal problema encontrado pelos primeiros fabricantes foi quanto à forma de ocar o ferro ou o metal para sua confecção. Inicialmente, eram feitos de chapas de ferro – uma lâmina de ferro que dobrada ou curvada e fechada em um ponto dava a sua forma, semelhante a de um balde. Com o passar do tempo e com a evolução tecnológica, e em função dos sinos utilizados nas igrejas, que deveriam ter o som o melhor possível, esta técnica foi sendo aprimorada. Os primeiros sinos fundidos, utilizando-se de um processo de fabricação diferenciado, foram feitos com moldes em cera perdida. Mais tarde, começaram a ser utilizados dois moldes, um macho e um fêmea, sendo o metal colocado entre os dois. Com o aperfeiçoamento das técnicas de manufatura, foram sendo feitos sinos cada vez maiores e foi através do aprimoramento da técnica de fundição dos sinos que se chegou à fabricação dos canhões. -

Placa comemorativa
Inscrições: “9 DE NOVEMBRO DE 1886/ VISITA DE/ SS.MM.II,/ DO EXMO M.A.C.O.P./ CNSO. ANTONIO PRADO./ E DO PRESIDENTE/ BARÃO DO PARNAHYBA./ YPANEMA.”.
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Placa comemorativa
Placa de pedra clara, em formato retangular horizontalizado, com decoração em rocalha torneando toda a borda. Ao centro da placa, as inscrições: “NO 18. ANO DA INDEPENDENCIA E 14 DA IDADE DE S.M.I./ O S. D. PEDRO 2. SENDO REGENTE DO IMPERIO. O SENA/ DOR PEDRO D’ARAUJO LIMA DEPUTADO SEBASTIÃO/ DO REGO BARROS MIN. E SECRT. D’ESTADO DOS NEG. DA/ GUERRA. MANDOU FAZER ESTA OBRA PELO DIRECTOR/ DO ARSENAL DE GUERRA A. J. RANGEL DE VASC. 1839”.
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Lápide sepulcral
Inscrições: “VICENTIUS MAZZONI/ ARCHIEP. EDESSEN INTERN APO/ LEG. EXTR. IN BRASILIA/ IN AEGRITUDINE ET CHARITATE PIORUM/ OBIIT III NONAS IUNI A.D. MDCCCLVII/ ET HIC PREQUIESCIT/ RUA D’AJUDA 35 JBG”.
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Placa comemorativa
Placa comemorativa da visita da família imperial (Princesa Isabel e Conde d’Eu) à Real Fábrica de Ferro São João do Ipanema, em 10 de novembro de 1884. Inscrições: “10 DE NOVEMBRO DE 1884/ VISITA DE/ S.A.I A SENHORA D. IZABEL/ S.A.R O SENHOR CONDE D’EU./ S.A.I/ O PRINCIPE DO GRÃO PARÁ/ S.A. O PRINCIPE D. LUIZ/ YPANEMA”.

