Documento
Metadados
Título
Lápide sepulcral
Descrição
Inscrições: “VICENTIUS MAZZONI/ ARCHIEP. EDESSEN INTERN APO/ LEG. EXTR. IN BRASILIA/ IN AEGRITUDINE ET CHARITATE PIORUM/ OBIIT III NONAS IUNI A.D. MDCCCLVII/ ET HIC PREQUIESCIT/ RUA D’AJUDA 35 JBG”.
Número de registro
18178
Fonte de aquisição
Situação da imagem
Forma de aquisição
Material
Referência de aquisição
Processo 24/1929
Local de produção
Data de produção
1857
Estado de Conservação
Termos de indexação
IGREJA DE SÃO SEBASTIÃO | MORRO DO CASTELO | RELIGIÃO | RELIGIÃO CATÓLICA | RELIGIOSOS | RIO DE JANEIRO | SEGUNDO REINADO | VICENTE MAZZONI
Altura (cm)
58,00
Largura (cm)
76,80
Localização
Situação
Observações
A lápide sepulcral do Arcebispo Vicente Mazzoni entrou para o acervo do MHN em 19 de abril de 1929, proveniente do depósito da quarta divisão da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, local onde era depositada a maioria das peças retiradas das demolições realizadas para o desmonte do Morro do Castelo.
Provavelmente, os restos mortais do Arcebispo Vicente Mazzoni estavam na Igreja de São Sebastião, pois, de acordo com a listagem contida no Processo 24/29 dos arquivos do MHN, foram retirados da referida Igreja, em 1922, a lápide tumular do Frei Caetano de Messina (ver peça nº 18180) e a lápide tumular do internúncio Monsenhor Arcebispo Vicente Mazzoni, falecido em 1857, na primeira epidemia de febre amarela no Brasil. Além destes, estava também lá enterrado Estácio de Sá, cujos restos mortais foram depositados na Igreja dos Capuchinhos no bairro da Tijuca.
Referências expográficas
Referências bibliográficas
Catálogo “Pátio Epitácio Pessoa: entre pedras, canhões e arcadas”. Rio de Janeiro: Museu Histórico Nacional, 2021. | FAZENDA, José Vieira. Antiqualhas e memórias do Rio de Janeiro. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Tomo 86, vol. 140, 1919. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1921.
Autoria das fotos
Jaime Acioli

