Documento
Metadados
Título
Estatueta
Número de registro
13167
Situação da imagem
Forma de aquisição
Título
Francisco Pereira Passos
Técnica
Material
Local de produção
Data de produção
19–
Estado de Conservação
Termos de indexação
AVENIDA CENTRAL | BRASIL IMPÉRIO | BRASIL REPÚBLICA | DISTRITO FEDERAL | FRANCISCO PEREIRA PASSOS | PREFEITO | PREFEITURA | RIO DE JANEIRO | SEGUNDO REINADO
Altura (cm)
21,00
Largura (cm)
6,50
Comprimento (cm)
7,00
Valor
1
Localização
Situação
Observações
Francisco Pereira Passos (São João Marcos, 29 de agosto de 1836 — Rio de Janeiro, 12 de março de 1913) foi um engenheiro e político brasileiro. Foi nomeado engenheiro do Ministério do Império em 1874, cabendo a si acompanhar todas as obras do governo imperial. Integrou a comissão que iria apresentar o plano geral de reformulação urbana da capital, incluindo o alargamento de ruas, construção de grandes avenidas, canalizações de rios entre outras medidas urbanas e sanitárias. O levantamento realizado de 1875 a 1876, seria a base do futuro plano diretor da cidade, posto em prática na administração de Passos como prefeito. Prefeito do então Distrito Federal entre 1902 e 1906, nomeado pelo Presidente Rodrigues Alves, coube a Pereira Passos a reforma urbana no período conhecido popularmente como “O Bota-Abaixo”, visando ao saneamento, ao urbanismo e ao embelezamento, dando ao Rio de Janeiro ares de cidade moderna e cosmopolita. Inspirado nas reformas de Haussmann, em quatro anos Pereira Passos transformou a aparência da cidade: aos cortiços (locais que serviam de moradia para aqueles que não seriam benquistos na “cidade higienizada”) e às ruas estreitas e escuras, sobrevieram grandes bulevares, com imponentes edifícios. Apesar das melhorias sanitárias e urbanísticas, o plano de Pereira Passos implicou alto custo social, com o início das formações de favelas na cidade. A reforma promoveu uma grande valorização do solo na área central, ainda ocupada parcialmente pela população de baixa renda. Cerca de 1.600 velhos prédios residenciais foram demolidos. A partir destas demolições, a população pobre do centro da cidade se viu obrigada a morar com outras famílias, a pagar altos aluguéis ou a mudar-se para os subúrbios, uma vez que foram insuficientes as habitações populares construídas em substituição às demolidas. Parte considerável da imensa população atingida pela remodelação permaneceu na região e os morros situados no centro da cidade – Providência, Santo António, entre outros – outrora pouco habitados, sofreram uma rápida ocupação habitacional proletária. Surgiram as favelas, que marcaram a configuração da cidade até os dias de hoje. (fonte: Wikipédia)

