Figura humana feminina; cabelos pretos curtos; pelo marrom; olhos e sobrancelhas pretos. Carrega uma mordaça na cor prata, presa na altura da boca, passando pelo alto da cabeça até a altura do pescoço. Veste blusa branca com contorno e elementos decorativos em dourado. Base circular nas cores marrom e preta.
Material: gesso
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Grupo escultórico alegórico
escultura em gesso patinado retratando indígena sobre base retangular, sentado em rochedo com folhagens. corpo, com musculatura demarcada, voltado direita com rosto voltado esquerda. cabelos longos voltados para trás terminando em pontas esvoaçantes. cocar com faixa na testa e voltadas para cima e nas laterais. veste tanga usa colar. braço esquerdo repousa sobre o joelho e o direito sustenta lança que se base da escultura. sobre a base estão do mato e um tamanduá. avaliado em 2011 (r$) maquete de alegoria representando o rio são francisco, localizada na base do monumento a d. pedro i na praça tiradentes (rio de janeiro informação do catálogo do leilão da coleção fonseca hermes (julho de 1941): maquette original do monumento a d. pedro i – rochet e seu discípulo o grande rodin] – francisco – [do museu do trocadero] no processo consta a seguinte informação: maquete do rio que se achava no trocadero em paris – vendida pelo governo francês por ocasião da demolição do referido museu – executada pelo escultor rochet e seu discípulo rodin – projeto do artista brasileiro joão maximiliano mafra vianna, marfa barbosa. a estátua mais bonita da vol. xiii. 1952.
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Lavabo de sacristia
pia em foram de peanha de canto, com bojo modelado em gomos, escaiolado em preto e dourado, contornado por moldura dourada em festão floral, tendo um querubim no ângulo inferior. na parte interna dianteira, espaço vazado, tendo ao centro um orifício metálico que se alonga até a porção externa. parte posterior em plataforma triangular. não há no dossiê documento que comprove ter sido do real forte príncipe da beira. há uma informação recolhida, pelo então responsável jorge cordeiro, com o historiador adler romero, em que ele diz: peça recolhida na capela do forte, em 1905, pelo alm. josé carlos de carvalho, mas não cita a fonte. há uma informação oral da técnica ana maria rego de almeida, que corrobora a informação do historiador adler, porém, também não cita a fonte. apesar de dois dias de pesquisa na biblioteca e no controle de patrimônio do mhn, não foram encontrados dados que confirmassem a informação. na revista do sphan n?2 1938, pág. 141 a 147, no artigo real forte do príncipe da beira, lê-se: o alm. josé carlos de carvalho, quando ali andou, em 1913, já encarecia a necessidade da conservação desse monumento. dado o resultado, seria preciso um rastreamento mais demorado em arquivos, bibliotecas e nos livros de tombo e processos para, talvez, se achar a prova solicitada. informada, a responsável maria de jesus achou, por hora, o suficiente consta ter sido do real forte do príncipe da beira. angela sumavielle. forte construído em 1776 e desativado em 1831.







