Em primeiro plano, retrato de D. Pedro I de corpo inteiro, de pé, voltado para a esquerda. Perna esquerda a frente. Cabelos curtos com entradas, bigodes e longas costeletas negros. Traja fardão com ramagens douradas e dragonas. No pescoço, pendente Tosão de Ouro e uma insígnia; ao peito cinco comendas e banda azul, vermelha, branca e verde. Calça branca com botas de cano longo negra com espora. Faixa dourada envolvendo a cintura de onde pende espada embainhada, com a mão esquerda pousada. A mão direita pousada sobre a coroa dourada. Ao fundo panejamento vermelho, colunas e a esquerda paisagem retratando o morro do Pão de Açúcar, mar e casarios. Céu azul com nuvens brancas. Moldura em madeira dourada encimada por coroa.
Termos de indexação: RIO DE JANEIRO
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Pintura alegórica
Cena retratada no interior de uma sala. Ao centro, console dourado coberto por tecido verde, acima deste, quadro com moldura dourada representando D. Pedro I em trajes majestáticos, tendo ao fundo o Palácio do Ipiranga. Ao lado do móvel, à direita, menino de pé vestindo blusa branca com calção azul, carregando ramo de louros, está de perfil à esquerda olhando em direção à figura feminina que se encontra de costas, caminhando. Esta traja fino vestido rosa com sapato preto. Compondo o ambiente, à esquerda, base com estatueta masculina desnuda sugerindo mármore. Ao fundo, à direita, parte de uma sala onde se veem uma poltrona e uma mesa com estatueta, no canto, janela aberta onde se observa a Baía de Guanabara. Assinatura do autor e datação no canto inferior direito: “Gerson/1922”.
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Frontão
Pedra com monograma da Companhia de Jesus. Informações retiradas de fichas anteriores: encimava a porta principal / da igreja jesuítas, no morro do castelo. transferida para o mhn / em 1922, quando foi demolido 58-pedra que encimava a prota da igreja sebastião no morro do castelo. com um sim-/bolo jesuitico. / os fundamentos da igreja de são sebastião, padro-/eiro do rio de janeiro, fôram lançados pelo governador mem / de sá. matriz no ano de 1569, acabou de ser em 1583, quando salvador corrêa de sá e benevides / para ela transferiu os ossos de primo, o bravo estacio / de sá. porta [ileg] a data – 1567. con-/servouse com pouco alteração até 1922. em 20 de / ano, foi ali rezada a derradeira missa, sendo, depois, de-/molida com o morro do castelo. trabalhos de desmonte / do morro, iniciados em 1922, terminaram em 1930. / procedência: recolhida pelo museu durante a demolição / de 1922.
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![[Frontão]](https://tainacan-gestao.museus.gov.br/wp-content/uploads/2026/09/006294.jpg)
[Frontão]
friso do portão do morro do castelo. informações tiradas de fichas anteriores: friso de pedra que encimava o portão do velho do morro do castelo, demolido em 1922. reconstrução do forte, 1713, feita com sinais cabalísticos combinados; recolhido pelo museu histórico durante a referida demolição; transferência da prefeitura do distrito federal. a peça partiu-se ao meio quando de sua retirada do pátio dos canhôes (informação dada por beatriz caldeira, diretora substituta do mhn, em março de 2015).
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Cartela
Cartela recortada, em granito, emoldurando placa de bronze elíptica ao centro, contendo a gravação em relevo “1835”, circundada por folhagens de tabaco e café.
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Cartela
Cartela em formato retangular horizontalizado, em granito, com chumbamento em bronze, centralizado, do ano: “1822”.




