feito de 10 pingentes de miçangas brancas, amarelas, azuis e vermelhas, terminando por tufos de penas amarelas e vermelhas encastoadas em metades de coquinhos. fabricada pelo povo indígena hixkaryana (família linguística karib).
Termos de indexação: POVOS ORIGINÁRIOS
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Adorno auricular
feito de fragmentos alongados de madrepérola, querendo imitar na sua forma o peixe piraputanga. cada fragmento tem um furo no lado menor pelo qual passa alça de fibra vegetal. a extremidade inferior termina com um tufo de penas vermelhas. fabricada pelo povo indígena bororo (família linguística bororo, tronco linguístico macro-jê).
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Adorno auricular
feito de fragmentos alongados de madrepérola, querendo imitar na sua forma o peixe piraputanga. cada fragmento tem um furo no lado menor pelo qual passa alça de fibra vegetal. a extremidade inferior termina com um tufo de penas vermelhas. fabricada pelo povo indígena bororo (família linguística bororo, tronco linguístico macro-jê).
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Tanga
tecidas num tear de vareta vergada em semicírculo e segura nesta posição por meio de uma ripa que lhe fica transversalmente amarrada. para a confecção da tanga de miçangas coloridas de vidro (verde, azul, vermelho, branco) ), usa-se uma ourela de algodão da qual pendem fios verticais e que, muitas vezes, se apronta anteriormente. para tecer a ourela passa-se por três vezes um fio de algodão entre as duas pontas de amarração, o que dá origem a três pares de fios paralelos horizontais. entre estes corre outro, mais longo, vertical que vai e vem apanhando de cada vez um par de fios formado por um da frente e outro de trás, saltando outro par e assim originando-se uma forte amarração bem justa. obedecem sempre a forma trapezoidal e variam de tamanho. são enfeitadas com franjas e pingentes de penas coloridas (amarelas, azuis e vermelhas). o padrão do tecido das tangas geralmente é geométrico predominando gregas, volutas e meandros. uso exclusivamente feminino, à maneira de pequeno avental pendente ao baixo ventre, até o meio das coxas, e presas à cintura por cordel estreito, em ocasiões festivas. fabricada pelas mulheres do povo indígena hixkaryana (família linguística karib).
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Faixa de panturrilha
nome indígena da peça: deubutá. feito de algodão tingido de urucum, com agulha de crochet, é uma faixa estreita com bordos reforçados e fechada na frente, de cujo ponto de fechamento, pende de ambos os bordos, uma comprida borla de fios. começa-se a usar as faixas pouco após o nascimento e quando se tornam apertadas, cortam-nas e substituem por outra. para cortar enfiam um pauzinho entre a faixa e a perna, a fim de não ferirem com a faca, pois é preciso bastante força para cortar o trançado forte e espesso. fabricado pelas mulheres do povo indígena karajá (família linguística karajá, tronco linguístico macro-jê), com agulha de crochet diretamente na perna do jovem que a vai usar. cor natural.
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Pente
pedaço de taquara revestido de envoltório de fios de algodão preto e pintado de urucum, tendo o centro atravessado por lascas de madeira, com pontas afiladas, constituindo os dentes do pente, cuja coesão é assegurada por um trançado de algodão. decoração em branco. fabricado pelo povo indígena munku (família linguística iranxe).
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Dilatador de lóbulo de orelha
nome indígena: bòrí-djua. peça cilíndrica e pontiaguda confeccionada com madeira de urucum ou outra madeira leve, confeccionados pelos homens e aplicados às crianças de ambos os sexos. para dilatar os lóbulos depois de furados, começa-se a introduzir neles talas finas que mais tarde são substituídas por outras mais grossas. ao final, aplicam-se os bòrí-djua, primeiro os mais finos, trocando-os aos poucos por outros mais grossos, até os furos dos lóbulos alcançarem o tamanho desejado pelos pais. a forma é oblonga levemente cônica. usado diariamente pelas crianças de ambos os sexos, mas de certa maneira de uso cerimonial, pois fazem parte integrante do estojo da criança recém-nascida, que o pai tem que preparar oficialmente. são feitos em séries de 5 a 6 pares de grossuras diferentes. fabricado pelos homens do povo indígena xikrin (= kayapó, família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Dilatador de lóbulo de orelha
nome indígena: bòrí-djua. peça cilíndrica e pontiaguda confeccionada com madeira de urucum ou outra madeira leve, confeccionados pelos homens e aplicados às crianças de ambos os sexos. para dilatar os lóbulos depois de furados, começa-se a introduzir neles talas finas que mais tarde são substituídas por outras mais grossas. ao final, aplicam-se os bòrí-djua, primeiro os mais finos, trocando-os aos poucos por outros mais grossos, até os furos dos lóbulos alcançarem o tamanho desejado pelos pais. a forma é oblonga levemente cônica. usado diariamente pelas crianças de ambos os sexos, mas de certa maneira de uso cerimonial, pois fazem parte integrante do estojo da criança recém-nascida, que o pai tem que preparar oficialmente. são feitos em séries de 5 a 6 pares de grossuras diferentes. fabricado pelos homens do povo indígena xikrin (= kayapó, família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Diadema
fina tala de taquara flexível, cujas pontas são unidas por um amarrilho para formar o círculo. é guarnecida por um revestimento trançado de fios de algodão preto e acúleos de ouriço. sementes pretas e vermelhas e tufos de plumas amarelas intercalados formam a decoração do arco. fabricada pelo povo indígena bororo (família linguística bororo, tronco linguístico macro-jê).
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Pulseira
aro flexível de madeira, é revestido por trançado decorativo feito de palha. num dos lados do aro, plumas pretas e cinzas são fixadas por envoltório de fios de algodão. fabricada pelo povo indígena guajajara (família linguística tupi-guarani, tronco linguístico tupi).
