lasca de bambu afilado nas pontas. utilizado para riscar a parte do corpo em que se sente a dor para fazer o sangue espirrar, que é a origem do mal. antes de cortar a pele, lavam a parte com água fria, depois cortam e, por fim, para facilitar a hemorragia, põem sobre a ferida água morna misturada com um pó extraído das raízes de utöparanê. o talho deve ser feito por pessoas ligadas ao doente por parentesco: o marido faz na esposa, pais nos filhos, avós nos netos. fabricado pelo povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
Termos de indexação: MACRO-JÊ
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Fuso
vareta cilíndrica retirada da palma de buritiana pontuda em ambas as extremidades; aproximadamente a uns 6 a 7 cm da extremidade inferior do fuso está colocada a mainça de barro cozido, para firmar a rotação do fuso e apoiar o algodão fiado. grande quantidade de fios de algodão cobrem a vareta, formando espécie de cone. fabricado pelos homens do povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Colar (amuleto)
colar de fio de algodão torcido, tendo, no centro, um casulo. adorno infantil de pescoço, com finalidade protetora. fabricado pelo povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Apito ritual
nome indígena: tsimirrire. peça composta de cordão duplo de fios de algodão torcido tendo, na parte inferior, duas penas nas cores branca e preta, dispostas lado a lado. as penas são amarradas com fio de fibra vegetal de onde pende carreira de pequenas sementes. na extremidade possui metade de um fruto, que se constitui no apito. fabricado pelo povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).






