cesta gameliforme, em formato cilíndrico, na cor natural com decoração em preto, confeccionado com lascas de taquara, de trançado entrecruzado sarjado. borda terminando em arremate de aro duplo interna e externamente, fixado por amarrados de casca de cipó imbé. decoração externa feita com pintura em preto de algumas lascas de taquara, formando motivos geométricos. fabricado pelo povo indígena guarani mbya (família linguística tupi-guarani, tronco linguístico tupi).
Termos de indexação: INDÍGENAS
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Cesta
nome indígena: urabahu ou pacutu. cesta em formato oval, confeccionada segundo a técnica dobrada. é formada por duas partes simétricas que se recobrem, base e tampa, ficando seu interior hermeticamente fechado e protegido da água, em consequência da disposição dos folíolos. a forma oval é obtida por uma estrutura de varetas retiradas de espique de palmeira. para a confecção dessa cesta, os folíolos são cortados, abertos rente à nervura, sendo utilizada no trabalho a bainha nervada. os folíolos são presos ao suporte por meio de uma costura, com pontos espaçados uns dos outros, sempre dois a dois, feitos de fio torcido de fibra vegetal. com alça de fio de fibra vegetal. fabricado pelo povo indígena karajá (família linguística karajá, tronco linguístico macro-jê).
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Cesta
cesto-cargueiro bornaliforme, bojudo, com tampa, confeccionado com duas folhas flabeliformes da palmeira de buriti mantido o respectivo pecíolo, trançado em sarja, com cordel de sustentação torcido. fabricado pelo povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Cesta
cesto-cargueiro sem tampa, confeccionado partindo da empunhadura de forma triangular da folha de palmeira em trançado sarjado, de forma arredondada. larga faixa trançada terminando em tranças, serve de alça de sustentação do cesto. utilizado para transporte de alimentos ou recipiente doméstico. altura com alça: 74,5 cm. fabricado pelo povo indígena krahô (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Bolsa
nome indígena: ruri ou mori. cesta em formato circular, confeccionada com feixes torcidos de folíolos, desprovidos da seda, são enrolados em espiral, cada volta sendo presa à anterior através de costura. a decoração é obtida pela coloração diferente dada a segmentos dos próprios feixes de folíolos (cor marrom), dispostos em anéis horizontais paralelos. com alça de sustentação trançada e tampa decorada com rosetas de penas coloridas. fabricado pelas mulheres do povo indígena karajá (família linguística karajá, tronco linguístico macro-jê).
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Cesta
peça em formato ovalado, com tampa, de traçado entrelaçado horizontal, em que os elementos da urdidura (palha torcida) são enlaçados pela trama (palha) que dá volta completa ao redor de cada um dos elementos da urdidura. apresenta cordel de sustentação de fibra vegetal torcido. fabricado pelo povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê). .
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Cesta
Cesto de forma alguidaforme feita de folha de palmeira, na técnica do trançado enlaçado vertical que se cruzam nas extremidades. Em toda sua extensão, equidistantemente, vê-se fios de algodão unindo as tiras de bambuí. Forma ovalada.
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Bolsa
peça em formato bolsiforme, quadrangular, sem aba, confeccionado com pínulas de folha de palmeira, de trançado entrecruzado sarjado, com alça de sustentação trançada. abertura na parte superior. palha rompida na parte superior. fabricado pelo povo indígena kanela (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Cesta
nome indígena: kodorábo. peça em formato retangular, confeccionada com broto de palmeira babaçu, cuja nervura se constitui a boca da cesta. trançado entrecruzado, formando zigue-zague. da borda para a base há um afunilamento terminando com as extremidades unidas numa mesma reta. sem alça de sustentação. fabricada pelo povo indígena bororo (família linguística bororo, tronco linguístico macro-jê).
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Cesta
nome indígena: micigu. peça em formato quadrangular, com tampa em bico que se fecha por uma espécie de botão. de trançado entrecruzado e provida de um cordel que serve para pendurá-la ao ombro ou pescoço. fabricada normalmente pelas mulheres do povo indígena bororo (família linguística bororo, tronco linguístico macro-jê), podendo os homens também preparar recipientes.
