Termos de indexação: INCONFIDÊNCIA MINEIRA

  • Retrato (pintura)

    Retrato (pintura)

    Retrato de homem idoso, em meio corpo, de pé, de frente. Rosto pequeno e redondo, ligeiramente voltado para a esquerda. Cabeleira empoada e detalhe de laço preto, à direita. Sobrancelhas escuras, finas e arqueadas. Olhos azuis, boca fina esboçando sorriso. Nariz fino. queixo duplo. Pescoço curto. Orelha esquerda vista parcialmente. Casaca vermelha aberta, guarnecida de debruns dourados no peito, na gola e nos punhos. Colete desabotoado até a metade, revestido de debruns semelhantes. Jabô de renda branca, transparente, e sob mangas da casaca, punhos de renda da mesma cor. Braços curtos; o direto dobrado sobre o abdômen, mão apoiada na abertura do colete; o esquerdo articulado na mesma altura do anterior, mão segurando espécie de bastão cilíndrico; no dedo mínimo, anel constituído de pedra oval circundada de brilhantes. Fundo escuro. Na parte inferior, sob o retratado, faixa estreita de cor parda, com inscrições em caracteres claros: “D. Luiz de Vasconcellos e Souza/desde 1779” e “Vice-Rei no Rio de janeiro/até 1790”. No centro, interrompendo esta inscrição, cartela amarela em curvas e contra-curvas, com espécie de folhagens na parte inferior e brasão de armas no meio, ovalado, encimado por coroa de cinco pérolas. Moldura em madeira dourada com folhagens salientes nas bordas. Cópia da tela atribuída a Leandro Joaquim.

  • Pintura histórica

    Pintura histórica

    Pintura histórica retratando Tiradentes, de pé, com cabeça e mãos voltados para o alto. Traja manto branco. Barba e cabelos longos, pretos. À frente de Tiradentes, sacerdote ajoelhado segurando crucifixo na mão esquerda; do lado direito de Tiradentes, homem com cabeça curvada, em reverência, parcialmente vestido. No canto esquerdo da tela, homem com traje e chapéu pretos, apoiado sobre pequeno móvel. Ao fundo, três figuras masculinas. Assinatura do autor e datação no canto inferior esquerdo: “Pedro Bruno. 1922”.

  • Paisagem (pintura)

    Paisagem (pintura)

    Em primeiro plano, ao centro, caminho em pedra que segue sobre uma ponte onde duas pessoas caminham, um homem e uma mulher, que carrega uma trouxas nas costas. Ladeando a ponte, vegetação em tons esverdeados. Em segundo plano, lateral de uma construção em dois pavimentos na cor branca, com correr de janelas. À direita, muro em pedras tendo, ao lado, lateral de uma construção branca e azul. Céu azul. Assinatura do autor, local e datação no canto inferior esquerdo: “Murta Lages”/Rio 928”.

  • Retrato (pintura) (modelo)

    Retrato (pintura) (modelo)

    Busto de figura masculina, em 3/4, voltado para a direita, olhando para cima. Cabelos longos e barba avermelhados. Traja túnica branca tendo ao peito uma palma verde (esboçada). Observa-se corda solta no pescoço. Fundo azulado com nuvens avermelhadas. Assinatura do autor no canto inferior direito: “D. Villares”.

  • Forca (fragmento): trave

    Forca (fragmento): trave

    trave de uma das forcas da cidade do janeiro (informação em ficha antiga). informações retiradas de ficha anterior: eram sete as traves da fôrca. com a da inconfidência em ouro prêto (minas gerais) para lá foram transferidas três traves. os troncos de guindaste são colossais e ainda conservam a côr vermelha. [. . . ] esta relíquia foi encontrada enterrada no calabouço da antiga cadeira dos frades, denominada mais tarde aljube . [. . . ] de posse da descobrira no aljube, le o recolheu ao museu nacional, que funcionava no antigo campo de santana, praça da república, onde hoje se acha instalado o arquivo nacional. com a mudança museu nacional para o antigo palácio imperial da quinta da boa vista, para lá foi transferida fôrca. sabendo disso, ao fundar-se em 1922 sua diretoria alí a foi buscar e incluíu-a salas de exposição. as mudanças, o tempo, umidade e os cupins já haviam dado cabo degraus da escada, a ferrugem destruíra o lampião, a gargalheira e o resto da algema certo tinham servido par a exposição do pedaço do corpo de tiradentes. restavam sómente os dois grossos troncos do guindaste com os seus furos, 4 traves possantes tudo ainda com um resto de côr vermelha, o que aludiu as dos jornais cariocas – 1893. [. . . ] a fôrca entre o rio e minas, tendo-se fundado em prêto o museu da inconfidência e sendo bvio que não podia deixar de figurar lá algumas partes da fôrca, o diretor do m. h. n. ofereceu duas das traves que possuia. há uma superstição que atribui um poder de dar sorte, as coisas que serviram na execução sobretudo dos enforcados. com que um pedacinho da uma mandinga, um patois para atrair felicidade. pretoria do m. h. n. por causa disto teve que retirar a fôrca de tiradentes da exposição pelo assedio dos visitantes, vidos por pedacinhos da mesma para confecção de reliquias.

  • Forca (fragmento): trave

    Forca (fragmento): trave

    trave de uma das forcas da cidade do janeiro (informação em ficha antiga). informações retiradas de ficha anterior: eram sete as traves da fôrca. com a da inconfidência em ouro prêto (minas gerais) para lá foram transferidas três traves. os troncos de guindaste são colossais e ainda conservam a côr vermelha. [. . . ] esta relíquia foi encontrada enterrada no calabouço da antiga cadeira dos frades, denominada mais tarde aljube . [. . . ] de posse da descobrira no aljube, le o recolheu ao museu nacional, que funcionava no antigo campo de santana, praça da república, onde hoje se acha instalado o arquivo nacional. com a mudança museu nacional para o antigo palácio imperial da quinta da boa vista, para lá foi transferida a velha fôrca. sabendo disso, ao diretoria alí a foi buscar e incluíu-a nas as, o tempo, a umidade e os cupins escada, a ferrugem destruíra o lampião, a gargalheira que certo tinham servido par a exposição do restavam sómente os dois grossos troncos do traves possantes tudo ainda com um resto de cias dos jornais cariocas – 1893. [. . . ] a minas, tendo-se fundado em ouro prêto o museu que não podia deixar de figurar lá algumas ofereceu duas das traves que possuia. há poder de dar sorte, as coisas que serviram enforcados. com que um pedacinho da fôrca atrair felicidade. a pretoria do m. h. n. por rca de tiradentes da exposição pelo assedio dos pedacinhos da mesma para confecção de reliquias.

  • Forca (fragmento): trave

    Forca (fragmento): trave

    trave de uma das forcas da cidade do janeiro (informação em ficha antiga). informações retiradas de ficha anterior: eram sete criação do museu da inconfidência em ouro prêto transferidas três traves. os troncos de guindaste conservam a côr vermelha. [. . . ] esta relíquia foi calabouço da antiga cadeira dos frades, denominada mais de posse da fôrca de tiradentes que descobrira museu nacional, que funcionava no antigo campo de onde hoje se acha instalado o arquivo nacional. nacional para o antigo palácio imperial da quinta transferida a velha fôrca. sabendo disso, ao diretoria alí a foi buscar e incluíu-a nas as, o tempo, a umidade e os cupins escada, a ferrugem destruíra o lampião, a gargalheira que certo tinham servido par a exposição do restavam sómente os dois grossos troncos do traves possantes tudo ainda com um resto de cias dos jornais cariocas – 1893. [. . . ] a minas, tendo-se fundado em ouro prêto o museu que não podia deixar de figurar lá algumas ofereceu duas das traves que possuia. há poder de dar sorte, as coisas que serviram enforcados. com que um pedacinho da fôrca atrair felicidade. a pretoria do m. h. n. por rca de tiradentes da exposição pelo assedio dos pedacinhos da mesma para confecção de reliquias.

  • Retrato (pintura)

    Retrato (pintura)

    Busto de figura masculina voltado a esquerda; cabelo e barba longos; olhos voltados para cima; laço de corda ao pescoço; túnica branca.

  • Pintura documental

    Pintura documental

    Pintura naïf em forma de painel horizontalizado, na qual se representam sequencialmente, da esquerda para a direita, acontecimentos da história do Brasil ao longo de cinco séculos. O conjunto é composto por pinturas temáticas sob os seguintes títulos e datas registrados em tinta preta pela autora: “ALVARES CABRAL/ANO 1500/DESCOBRIMENTO/DO/BRASIL”; “PRIMEIRA MISSA”; “OS BANDEIRANTES”; “PAU BRASIL/PORTUGAL”; “TIRADENTES/1789/INCONFIDÊNCIA/MINEIRA”; “CANA DE AÇÚCAR”; “1808/CHEGADA DA FAMÍLIA REAL”; “OURO”; “INDEPENDÊNCIA/OU MORTE/IPIRANGA/1822”, “CICLOS DO GADO E DO ALGODÃO”/”ABOLIÇÃO”/”LEI ÁUREA/1888” e cartaz “LIVRES!/LIVRES!/VIVA/A LIBERDADE!”; “CAFÉ”; “PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA/1889”; “BORRACHA”/”REVOLUÇÃO DE 30″/”GETÚLIO VARGAS”; “PETRÓLEO”; “SUICÍDIO/GETÚLIO/1954” e cartaz “A PETROBRAS É NOSSA”; “INDUSTRIALIZAÇÃO”; “ERA MODERNA”; “INAUGURAÇÃO DE/BRASÍLIA/1960”. Assinatura da pintora e data no canto inferior direito em tinta preta: “Aparecida R. Azedo/ 1991/1995”. Título em tinta branca: “Brasil 5 séculos de lutas”.
    Considerada a maior obra naïf do mundo, com 1,40 x 25,00m (A x L), integrou por muitos anos a exposição de longa duração do Museu Internacional de Arte Naïf.