Termos de indexação: GUERRA DA TRÍPLICE ALIANÇA

  • Canhão

    Canhão

    Culatra com quatro furos para colocação de alça de mira. Faixa alta da culatra com as inscrições “YTO CABACORRI MONTO 1853”. Primeiro reforço com local para colocação de fecho e o número “10” gravado. Munhões com reforço e golfinhos geométricos. No liso da bolada, um listel com o nome “PRESIDENTE LOPEZ”.

    Uso terrestre. Material bronze, cal. 97 mm (7 lb), Comp. total 192 cm, Larg. 45 cm, comp. 176 cm, Calibres 17.

  • Canhão

    Canhão

    Culatra plana, com cascavel pisciforme, servindo de anel do vergueiro. Na faixa alta da culatra, as seguintes inscrições: “32 Q 6 LS” e a letra “S”. Ouvido com inserção de ferro e indícios de ter tido duas saliências laterais para colocação de uma pranchada. No primeiro reforço a inscrição: “D. PEDRO PACHECO MARQS DE CASTRO FVERTE DEL CONSEIO DE GVERA CAPITAN GL DE LA ARTILA” e “DON PHELIPPE 4 REY DE SPANA”, brasão Habsburgo com o brasão português inserido. No segundo reforço, golfinhos pisciformes e marca de impacto de bala.

    Uso possivelmente naval. Material bronze, cal. 138 mm (20 lb.), Comp. total 305 cm, Larg. 58 cm, comp. 291 cm, Calibres 20.

  • Canhão

    Canhão

    Com a culatra cortada, expondo a alma. No primeiro reforço, as inscrições “DON DYEGO MEXYA CAPYTAN GENERAL DE LA ARTYLLERYA DE ESPANA DE 1621” E “DON PHELIPPE III REY DE ESPANHA” sobre uma coroa. Golfinhos quebrados e ausentes, bocal desgastado.

    Uso ignorado. Material bronze cal. 114 mm (11 lb.), Comp. total 213 cm, Larg. 48 cm, comp. (?), calibres (?).

  • Sino

    Sino

    Inscrições: “ISABEL, 1865”.

    Considerações sobre sinos:
    Instrumento metálico de percussão, com formato de taça invertida, que se faz vibrar, batendo sua superfície externa com um martelo ou interna com um badalo.
    Tendo sua origem nas pequenas campainhas que, a princípio, eram utilizadas para tirar mau olhado ou, posteriormente, para indicar a localização daqueles que os portavam, os sinos tiveram seu uso generalizado depois de adotados pelo cristianismo nas igrejas latinas, sendo inicialmente utilizados nos mosteiros. Sua função e utilização, as quais passam pelos mais diversos locais, leva-nos a compará-lo a um instrumento de comunicação.
    Quanto à tecnologia para sua fabricação, o principal problema encontrado pelos primeiros fabricantes foi quanto à forma de ocar o ferro ou o metal para sua confecção. Inicialmente, eram feitos de chapas de ferro – uma lâmina de ferro que dobrada ou curvada e fechada em um ponto dava a sua forma, semelhante a de um balde. Com o passar do tempo e com a evolução tecnológica, e em função dos sinos utilizados nas igrejas, que deveriam ter o som o melhor possível, esta técnica foi sendo aprimorada. Os primeiros sinos fundidos, utilizando-se de um processo de fabricação diferenciado, foram feitos com moldes em cera perdida. Mais tarde, começaram a ser utilizados dois moldes, um macho e um fêmea, sendo o metal colocado entre os dois. Com o aperfeiçoamento das técnicas de manufatura, foram sendo feitos sinos cada vez maiores e foi através do aprimoramento da técnica de fundição dos sinos que se chegou à fabricação dos canhões.

  • Poncho

    Poncho

    Poncho em lã azul, forrado de vermelho, gola e barra em veludo marrom com bordados em fio metálico dourado com motivos fitomorfos (folhas de carvalho). Aboatoamento com botões em metal dourado.

  • Cruz

    Cruz

    pertenceu a fortaleza de humaita, no paraguai. base de madeira.

  • Barretina

    Barretina

    Barretina da Cavalaria da Guarda Nacional em 1851.
    Estrela de metal no topo. Entre troféus o algarismo 11.