Roda do leme composta por dois segmentos circulares, cada um deles com dez raios de madeira torneada, dez malaguetas igualmente de madeira torneada, dois arcos de madeira em seções semicirculares de madeira esculpida, um tambor ligando os dois aros da roda. No cubo do tambor, na parte frontal, uma placa da Imperial Ordem do Cruzeiro dentro de uma cúpula de vidro, circundada por um anel de barbante dourado.
Termos de indexação: FRAGATA AMAZONAS
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Pintura histórica
Cena de batalha naval. Em primeiro plano, à esquerda, morro com terra avermelhada com vários homens em combate, tendo ao lado mortos e feridos, e outros no mar aproximando-se da margem. No alto do morro, grupo de soldados hasteando bandeira do Paraguai nas cores vermelha, azul e branca. Ao centro, grande embarcação mista, ao largo, com casco negro, três mastros e chaminé central, bandeira brasileira hasteada. Grupos de soldados encontra-se no cesto de gávea e outros no convés em combate. Ao seu lado esquerdo, barco adornado com bandeira paraguaia, atirando contra a embarcação acima citada. Alguns homens jogam-se ao mar e, perto destes, escaler na água com soldados. À direita, embarcação com proa à frente com bandeira brasileira hasteada. No convés, vários soldados movimentam-se. Chaminé expelindo grande quantidade de fumaça marrom e grandes nuvens brancas retratando tirando. Ao fundo, à direita, algumas embarcações e grande quantidade de fumaça branca. Assinatura do autor e datação no canto inferior esquerdo: “E. De Martino/Fecit, 1870”. Moldura em madeira dourada, na parte inferior, ao centro, cartela com a inscrição: “COMBATE NAVAL DO RIACHUELO/II DE JUNHO DE 1865”.
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Pintura histórica
Em primeiro plano, à direita, vê-se um navio já meio submerso. Sobre seu convés estão alguns tripulantes, uns ocupados na tarefa de carregar um canhão, outros, sentados em atitude de espera. Sobre a caixa da roda, nota-se um marinheiro da armada imperial, ajoelhado, com a cabeça levantada fazendo um gesto com o braço direito; de frente a essa figura, um oficial inimigo apontando-lhe o cano de uma pistola. Observa-se, ainda, nesse local, um velho andando em atitude desalentadora. Armas caídas no chão do convés como chuços, machadinhas de abordagens, espingardas, espadas e balas. Nas águas barrentas e manchadas de sangue, boiam corpos de soldados mortos, nadam paraguaios e se debatem outros agarrando-se a destroços num supremo e derradeiro esforço de salvação. Os sinais de vitória tremulam nas vergas dos navios brasileiros. Em segundo plano, à esquerda, três navios ao fundo; à direita, esquadra paraguaia em combate. Moldura em madeira esculpida e dourada, acantonada por florões ornamentais, tendo ao alto o escudo do Império do Brasil sobre troféus de armas. Na parte inferior desta, um cartela onde se lê a inscrição: “Combate naval/do/Riachuelo/11 de junho de 1865”.
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Bandeira
Esta e a bandeira 19689 formam o sinal nº 10 da Armada Brasileira: “O Brasil espera que cada qual cumpra seu dever” (“sustentar o fogo que a vitória é nossa”). Foram içadas na fragata “Amazonas” em 11 de junho de 1865 na batalha naval do Riachuelo.
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Bandeira
Esta e a bandeira 19688 formam o sinal nº 10 da Armada Brasileira: “O Brasil espera que cada qual cumpra seu dever” (“sustentar o fogo que a vitória é nossa”). Foram içadas na fragata “Amazonas” em 11 de junho de 1865 na batalha naval do Riachuelo.
