figura humana estilizada em um só bloco de madeira, cabelos em tom escuro, rosto com expressão representando olhos, em traços escuros, nariz em relevo e boca em sulco, o rosto apresenta pintura tribal, de forma geometrizada, na cor vermelha, o mesmo acontecendo com o corpo. a estatueta tem um cache sexe em fibra vegetal (palha). não foi talhada com braços. usada como brinquedo infantil. fabricada pelo povo indígena karajá (família linguística karajá, tronco linguístico macro-jê).
Termos de indexação: ETNIA KARAJÁ
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Barco (miniatura)
Canoa em madeira, decorada externamente em preto e ocre em padrão geométrico. Pertenceu ao antigo Curso de Museus do MHN. Informação em ficha anterior: Goiás – Ilha Bananal .
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Vaso (miniatura)
vaso em argila, com decorações geométricas em preto. pertenceu ao antigo curso de museus do mhn. informação de ficha anterior: goiás – ilha bananal .
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Tigela
tigela circular em argila clara, com decoração em padrão geométrico nas superfícies externa e interna. pertenceu ao antigo curso de museus do mhn. informação em ficha anterior: goiás – ilha bananal .
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Tigela
tigela circular em argila ocre, com decoração geométrica externa em preto. pertenceu ao antigo curso de museus do mhn. informação em ficha anterior: goiás – ilha bananal
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Pente
lascas finas e afiladas de haste de palmeira mais raramente de taquara, colocadas uma sobre a outra e seguradas por dois pares de paus transversais e paralelos, um dos quais na borda superior e o outro a 1/3 da altura a contar das pontas dos dentes. essas lascas são revestidas de um traçado de fios de algodão ostentando desenhos que sugerem losangos. de cada lado sobressaem três lascas um pouco acima da borda superior. além de enfeitar esses prolongamentos com tufos de penas ou borlas de algodão, os índios costumam ligá-los entre si com um fio de suspensão. fabricado pelo povo indígena karajá (família linguística karajá, tronco linguístico macro-jê).
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Faixa de panturrilha
nome indígena da peça: deubutá. feito de algodão tingido de urucum, com agulha de crochet, é uma faixa estreita com bordos reforçados e fechada na frente, de cujo ponto de fechamento, pende de ambos os bordos, uma comprida borla de fios. começa-se a usar as faixas pouco após o nascimento e quando se tornam apertadas, cortam-nas e substituem por outra. para cortar enfiam um pauzinho entre a faixa e a perna, a fim de não ferirem com a faca, pois é preciso bastante força para cortar o trançado forte e espesso. fabricado pelas mulheres do povo indígena karajá (família linguística karajá, tronco linguístico macro-jê), com agulha de crochet diretamente na perna do jovem que a vai usar. cor natural.
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Maracá (índio)
peça confeccionada com cabaça em formato oval, contendo sementes ou grãos em seu bojo, e superfície decorada com desenhos geométricos incisos. é atravessada por haste de madeira, decorada com lascas de taquara e casca de cipó imbé, que constitui o punho do chocalho. na parte opost ao punho, pingentes de plumas nas cores rosa e branco. utilizada como instrumento de percussão que faz marcação rítmica nos cantos e danças. fabricado pelo povo indígena karajá (família linguística karajá, tronco linguístico macro-jê).
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Cesta
nome indígena: urabahu ou pacutu. cesta em formato oval, confeccionada segundo a técnica dobrada. é formada por duas partes simétricas que se recobrem, base e tampa, ficando seu interior hermeticamente fechado e protegido da água, em consequência da disposição dos folíolos. a forma oval é obtida por uma estrutura de varetas retiradas de espique de palmeira. para a confecção dessa cesta, os folíolos são cortados, abertos rente à nervura, sendo utilizada no trabalho a bainha nervada. os folíolos são presos ao suporte por meio de uma costura, com pontos espaçados uns dos outros, sempre dois a dois, feitos de fio torcido de fibra vegetal. com alça de fio de fibra vegetal. fabricado pelo povo indígena karajá (família linguística karajá, tronco linguístico macro-jê).
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Bolsa
nome indígena: ruri ou mori. cesta em formato circular, confeccionada com feixes torcidos de folíolos, desprovidos da seda, são enrolados em espiral, cada volta sendo presa à anterior através de costura. a decoração é obtida pela coloração diferente dada a segmentos dos próprios feixes de folíolos (cor marrom), dispostos em anéis horizontais paralelos. com alça de sustentação trançada e tampa decorada com rosetas de penas coloridas. fabricado pelas mulheres do povo indígena karajá (família linguística karajá, tronco linguístico macro-jê).
