Termos de indexação: BRASIL REINO

  • Casaca

    Casaca

    primeira peça doada ao museu.
    presidente da província de minas, deposto pela rebeldia militar em 1833.
    anuário do museu imperial, 1950 / est. 17.

  • Archa

    Archa

    Haste em madeira, com apoio em aço de formato coniforme. Choupa em aço; ladeada por lâmina circular, tendo ao centro, uma esfera armilar, circundada por ramos de café e fumo fixos por um laço na parte inferior. No outro extremo, duas pequenas lâminas circulares geminadas, tendo ao centro o número “4”, circundado e fixado por ramos de café e fumo e laço. Eixo central, figura de um grifo – símbolo da Casa de Bragança.

  • Prato de sobremesa

    Prato de sobremesa

    Peça de forma circular em porcelana branca inteiramente decorada em dourado com alguns detalhes em verde e rosa. Ao centro, em reserva circular, paisagem. Borda sinuosa com friso dourado na beira. Entre filetes dourados, acompanhados de círculos e pequenos pontos, galho com folhas verdes e flor rosa contornando toda a borda. Ao centro, em reserva circular, paisagem campestre repleta de árvores e arbustos. No meio da paisagem, abaixo, minúscula figura humana segurando espécie de espingarda. Circundando a paisagem vê-se carreira de formas elípticas sobrepostas, apresentando, no meio, contorno de pequenos círculos.

  • Pintura documental

    Pintura documental

    Pintura naïf em forma de painel horizontalizado, na qual se representam sequencialmente, da esquerda para a direita, acontecimentos da história do Brasil ao longo de cinco séculos. O conjunto é composto por pinturas temáticas sob os seguintes títulos e datas registrados em tinta preta pela autora: “ALVARES CABRAL/ANO 1500/DESCOBRIMENTO/DO/BRASIL”; “PRIMEIRA MISSA”; “OS BANDEIRANTES”; “PAU BRASIL/PORTUGAL”; “TIRADENTES/1789/INCONFIDÊNCIA/MINEIRA”; “CANA DE AÇÚCAR”; “1808/CHEGADA DA FAMÍLIA REAL”; “OURO”; “INDEPENDÊNCIA/OU MORTE/IPIRANGA/1822”, “CICLOS DO GADO E DO ALGODÃO”/”ABOLIÇÃO”/”LEI ÁUREA/1888” e cartaz “LIVRES!/LIVRES!/VIVA/A LIBERDADE!”; “CAFÉ”; “PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA/1889”; “BORRACHA”/”REVOLUÇÃO DE 30″/”GETÚLIO VARGAS”; “PETRÓLEO”; “SUICÍDIO/GETÚLIO/1954” e cartaz “A PETROBRAS É NOSSA”; “INDUSTRIALIZAÇÃO”; “ERA MODERNA”; “INAUGURAÇÃO DE/BRASÍLIA/1960”. Assinatura da pintora e data no canto inferior direito em tinta preta: “Aparecida R. Azedo/ 1991/1995”. Título em tinta branca: “Brasil 5 séculos de lutas”.
    Considerada a maior obra naïf do mundo, com 1,40 x 25,00m (A x L), integrou por muitos anos a exposição de longa duração do Museu Internacional de Arte Naïf.

  • Azeitoneira

    Azeitoneira

    Azeitoneira em porcelana na cor branca, de formato losangular, borda com friso dourado e, no centro da louça, pintura emoldurada por douramento representando cena de gênero no Terreiro do Paço Imperial, no Rio de Janeiro. A cena, inspirada em aquarela de Thomas Ender, apresenta aglomeração de pessoas negras em torno ao chafariz do Mestre Valentim, pintura em tom sépia. No fundo, brasão e logomarca do fabricante rasurados por tinta na cor sépia e a inscrição com a mesma tinta: “Chafariz do Terreiro do/Paço/d’après T. Ender” e, abaixo, a assinatura do pintor: “M.L.A.”.

  • Azeitoneira

    Azeitoneira

    Azeitoneira em porcelana na cor branca, de formato losangular, borda com frio dourado e, no centro da louça, pintura emoldurada por douramento representando cena de gênero no Chafariz do Largo do Moura, no Rio de Janeiro. A cena, inspirada em aquarela de Thomas Ender, apresenta pessoas negras desempenhando atividades de trabalho no entorno do chafariz, próximo a casario e ao mar, pintura em tom sépia. No fundo, brasão e logomarca rasurados por tinta na cor sépia e a inscrição com a mesma tinta: “Chafariz do largo do/Moura/T. Ender” e assinatura do pintor: “ML.A”.