À esquerda, praia com vários indígenas sobre areia e pedras, de pé ou agachados, empunhando arcos e flechas. No fundo, morro com vegetação, palmeiras e outras árvores. À direita, mar em tons verde azulados e pequenas ondas. No centro, próximo à praia, barco direcionado para a esquerda, tendo no seu interior vários homens, uns remando, outros de pé, alguns com indumentária militar. Em terra firme, homem de pé, apontando para espécie de baú e, atrás dele, soldado segurando estandarte branco com a cruz da Ordem de Cristo. No segundo plano, à direita, diversas embarcações com velas brancas com cruzes da mesma ordem. Ao fundo, recortes de morros e palmeiras distantes. Céu em tons azul, cinza, lilás e bege. Assinatura do autor no canto inferior direito, em tinta marrom, comprometida por perdas de camada pictórica: “Oscar P. . . “.
Termos de indexação: BRASIL COLÔNIA
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Pintura religiosa
Em primeiro plano, ao centro, figura de Jesus Cristo em veste marrom, ajoelhada, segurando a cruz, com o rosto voltado para trás sobre ombro direito, em direção a Maria. Rosto do Cristo em tom claro, com cabelos castanhos na altura do ombro, bigode fino, nariz grande, olhos azuis, coroa de espinhos verde sobre a cabeça, de onde jorram gotas de sangue vermelho pelo rosto, auréola amarela em volta da cabeça. À esquerda, figura de Maria com vestido longo ocre, véu mostarda em volta da cabeça e capa verde musgo por cima da cabeça e ombros até o joelho. Rosto de perfil e de pele clara, boca e maçãs do rosto coradas, nariz reto, olhar direcionado para a cena do filho. , mãos seguram-se uma a outra na altura do ventre. A sua frente, do lado oposto, figura masculina semi-desnuda com veste em tom ocre, acintada, com botas escuras e borda branca. Rosto com expressão de espanto, mão direita segura corda para ajudar Jesus e com a esquerda segura espada ao lado do corpo. Em segundo plano, multidão de homens e mulheres do povo e soldados romanos com suas lanças. Ao fundo, paisagem citadinha. Céu em tons crepusculares, do laranja ao azul esverdeado. Moldura de madeira escura, lisa e encerada.
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Pintura religiosa
Em primeiro plano, figura do Cristo de joelhos com cruz sobre as costas. Traja veste marrom, com corda na cintura, está descalço, mão direita apoiada no solo. Rosto envolto por auréola amarelada, pele clara, olhos voltados para o chão, cabelos na altura dos ombros e bigode castanhos, encravada na cabeça coroa de espinhos na cor verde, de onde escorrem pelos cabelos e pelo rosto gotas de sangue na cor vermelha. Oposta a Jesus, encontra-se Verônica, de pé, trajando vestido em tom azulado, com mangas brancas e manto transpassado pelo corpo em tom ocre. Sobre a cabeça véu na cor branca com fita vermelha, pé com calçado em tom marrom. A figura feminina tem pele clara, cabelos longos e ondulados castanhos, rosto arredondado com boca e maçãs do rosto coradas, os olhos estão voltados para baixo em direção ao Cristo. Com as mãos segura véu em tom claro, amarelado, com mancha de sangue ao centro. Em segundo plano, à esquerda, encontram-se três soldados romanos: o da esquerda veste capacete e armadura escuros sobre veste vermelha, tem bigode e olha para o soldado da direita; ao meio, vê-se somente o rosto do soldado e seu capacete escuro com faixa vermelha, porta barba grisalha e tem o olhar assutado em direção ao chão; o da direita traja botas e veste ocres sob armadura, seu olhar está voltado para o chão, tem bigode e porta capacete, segura a cruz com a mão esquerda e aponta para a cena com a direita; atrás do grupo uma lança e uma alabarda. Ao fundo, paisagem campestre com uma construção ao centro em tons esverdeados. Céu com tonalidades crepusculares. Moldura em madeira escura, lisa e encerada.
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Frontão
Pedra com monograma da Companhia de Jesus. Informações retiradas de fichas anteriores: encimava a porta principal / da igreja jesuítas, no morro do castelo. transferida para o mhn / em 1922, quando foi demolido 58-pedra que encimava a prota da igreja sebastião no morro do castelo. com um sim-/bolo jesuitico. / os fundamentos da igreja de são sebastião, padro-/eiro do rio de janeiro, fôram lançados pelo governador mem / de sá. matriz no ano de 1569, acabou de ser em 1583, quando salvador corrêa de sá e benevides / para ela transferiu os ossos de primo, o bravo estacio / de sá. porta [ileg] a data – 1567. con-/servouse com pouco alteração até 1922. em 20 de / ano, foi ali rezada a derradeira missa, sendo, depois, de-/molida com o morro do castelo. trabalhos de desmonte / do morro, iniciados em 1922, terminaram em 1930. / procedência: recolhida pelo museu durante a demolição / de 1922.
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![[Frontão]](https://tainacan-gestao.museus.gov.br/wp-content/uploads/2026/09/006294.jpg)
[Frontão]
friso do portão do morro do castelo. informações tiradas de fichas anteriores: friso de pedra que encimava o portão do velho do morro do castelo, demolido em 1922. reconstrução do forte, 1713, feita com sinais cabalísticos combinados; recolhido pelo museu histórico durante a referida demolição; transferência da prefeitura do distrito federal. a peça partiu-se ao meio quando de sua retirada do pátio dos canhôes (informação dada por beatriz caldeira, diretora substituta do mhn, em março de 2015).
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Pintura histórica
No primeiro plano, à direita, homem de pé, de perfil, bigode e barba castanhos, cabelos encobertos por gorro, braço direito flexionado em direção ao centro, dedo indicador em riste, braço esquerdo apoiado em espada pendente, indumentária em tons azuis, roxos, cinzas e vermelhos. À esquerda, homem de pé, voltado para o centro, braços estendidos para baixo, mãos espalmadas, cabelos e bigode castanhos claros, camisa e calção verdes, couraça metálica. No canto inferior esquerdo, pedras e vegetações. No segundo plano, vários militares e índios. No fundo, à esquerda, coqueiros e parte de fortaleza e, à direta, mastros com velas brancas tendo ao centro a cruz da Ordem de Cristo. Céu e nuvens na parte superior da tela. Parte inferior da tela sem pintura, coberta por faixa de madeira lisa e dourada de aproximadamente 10 cm de altura. Assinatura do autor, localização e data no canto inferior direito em tinta marrom: “Arm. Vianna/Rio – 1940”. Inscrição na parte superior esquerda do verso da tela: “Expulsão dos Francezes do/Maranhão/Arm. Vianna/Rio – 1940”. Moldura em madeira dourada com decoração de torcidos nas bordas.
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Retrato (pintura)
Retrato de homem em meio corpo, direcionado para a direita. Cabeleira longa em cachos e empoada. Sobrancelhas e olhos castanhos, nariz reto, boca entreaberta, dentes incisivos aparentes. Manto rosado forrado de arminho, preso sobre o ombro direito por fíbula de pérolas e pedra quadrangular verde. Casaca vermelha aberta, com botões da mesma cor, deixando à mostra couraça metálica. Punhos e jabô brancos, este último semi-aparente, circundado por pequeno babado verde escuro com filete dourado. Na altura do peito, sob manto, detalhe da cruz da Ordem de Cristo. Parte superior da calça visível, em tons ocres. Braço direito flexionado para baixo, mão dentro do bolso da calça. Braço esquerdo articulado para trás, mão sobre bastão cilíndrico apoiado em globo terrestre, situado no canto inferior direito, com a inscrição: “mar/oceano”. No canto inferior esquerdo, coroa real sobre almofada. No fundo, nas extremidades esquerda e direita, colunas, e entre estas, no centro, panejamento vermelho e detalhe de céu azul. O retratado é dom José I (Lisboa, 6 de junho de 1714 Sintra, 24 de fevereiro de 1777), rei de Portugal e Algarves, de 1750 até sua morte. Filho do rei João V e sua esposa a rainha Maria Ana da Áustria. Durante seu reinado o Marquês de Pombal, seu secretário de Estado, reorganizou leis, economia e sociedade portuguesas, modernizando o país.



