Termos de indexação: ARSENAL DE GUERRA

  • Canhão

    Canhão

    Construido segundo o modelo La Hitte de montanha com reparo. Usado desde a Guerra do Paraguai (1864-1870) e também na Revolta da Armada no Rio de Janeiro (1893-1894).

  • Revólver (modelo de estudo)

    Revólver (modelo de estudo)

    Cano oitavado com massa de mira inserida e vareta de extração manual em um dos lados, com uma marca próximo à vareta. Cilindro com seis câmaras com marca do banco de prova de Liege e marca de revisor. Estrutura fechada, com marcas de revisor. Punhos com talas de madeira ranhuradas, com argola para fiador (fiel). Mecanismo de ação simples e ejeção manual. Oxidado azul, com o cão escurecido (marrom) a quente. Sistema de funcionamento: Nagant, Brasil. Sistema de carregamento: ante-carga. Sistema de inflamação: percussão central.

  • Cartela

    Cartela

    Cartela recortada, em granito, emoldurando placa de bronze elíptica ao centro, contendo a gravação em relevo “1835”, circundada por folhagens de tabaco e café.

  • Cartela

    Cartela

    Cartela em formato retangular horizontalizado, em granito, com chumbamento em bronze, centralizado, do ano: “1822”.

  • Canhão

    Canhão

    Canhão francês de bronze, transferência do antigo Arsenal de Guerra da Corte. Culatra e cascavel decorados com folhas. Faixa alta da culatra com a inscrição: “Nº I 6162”. Ouvido inserido em um desenho de águia. No primeiro reforço, brasão com a efígie de Luís XIV de perfil e as seguintes inscrições: “LVD XIIII D G FR ET NAV REX”. Golfinhos em forma de duas serpentes enroscadas. Bocal decorado com folhas.

    Uso ignorado. Material bronze, cal. 180 mm (45 lb.), Comp. total 316 cm, Larg. 83 cm, 292 cm, Calibres 15.

  • Estojo de arma

    Estojo de arma

    Estojo de forma retangular com tampa, marchetaria em forma de estrela e figuras geométricas, com fechadura e pés de latão em forma de patas de animais. O interior é revestido com veludo verde.

  • Canhão

    Canhão

    Tubo troncônico, com culatra hemisférica. Nesta última, há local para colocação de espoleta, situado a cerca de 45 graus do plano vertical. Um pouco antes do meio da canhão (em sentido longitudinal), há um anel de reforço onde ficam os munhões.

    Uso terrestre. Material ferro, cal. 90 mm, Comp. total 178 cm, Larg. 45 cm, Calibres 17.

  • Obuseiro

    Obuseiro

    Cascavel em forma de forquilha com uma peça de ferro que serve como anel do vergueiro. Culatra sem solução de continuidade com o primeiro reforço e sem molduras que a separem do segundo reforço, somente uma mudança no diâmetro do tubo. Na culatra, dois furos e um rasgo para colocação de alça de mira. Próximo ao segundo reforço, mais dois furos para colocação de massa de mira. Inserido no munhão direito, uma placa de bronze com os dizeres: “LA RELIGION AL ESTADO”. No munhão esquerdo, outra placa com os dizeres: “ARSENAL ASUNCION 1867 Nº 31”. No reparo, uma placa com a inscrição: “ARSENAL DE GUERRA DA CÔRTE 1875”.

    Uso terrestre fortificações. Material bronze, cal. 305 mm (12 pol), Comp. total 294 cm, Larg. 134 cm, Calibres 8.

  • Colubrina bastarda

    Colubrina bastarda

    Cascavel em forma de golfinho na culatra, servindo de anel do vergueiro e tendo um furo na sua parte anterior (sinal de ter sido colocado em um aparelho de centragem em torno giratório, depois de sua fundição). Culatra plana com os números “17-2-16” em caracteres modernos. Ouvido com grão novo e sinais de ter sido ladeado por dois suportes de pranchada. No primeiro reforço, as seguintes inscrições: “VLTIMA RATIO IVSTITIA”/ “ESTA FVND FEZ O GNL DA ARTA DIOGO GOMES DE FIGVEYREDO SENDO TENENTE GNL DELLA NESTES REYNOS DE PORTVGAL LVIS GOMES DE OLIVEYRA ME FEZ LISBOA 1680” e “D PEDRO PRINCIPE DE PORTVGAL”. No segundo reforço, golfinhos pisciformes e as letras “C.9” com caracteres modernos. Bocal reforçado e torneado posteriormente à fundição.

    Uso naval. Material bronze, cal. 121,8 mm, Comp. total 274 cm, Larg. 48 cm, comp. 260, Calibres 20.

    Calibre original = 89,4 mm (6 libras), Calibres originais 27.