Termos de indexação: ABOLICIONISMO

  • Pena (caneta)

    Pena (caneta)

    Caneta e pena de ouro em formato de pena estriada com brilhantes engastados e esmeralda retangular dentro de um laço cravejado de brilhantes sobre os escudos acostados do Conde D’Eu e da Princesa Isabel, encimados pela coroa imperial. Na haste a inscrição “A D ISABEL A REDEMPTOR / O POVO AGRADECIDO / LEI Nº 3353 DE 13 DE MAIO DE 1888”. Arremata o dragão bragantino com brilhantes. No corpo da pena, na parte externa, a marca de fabricação “LEROY-W-/FAIRCHILD/NEW YORK/Nº 5” Na parte interna da pena: “FAIRCHILD”. Acompanha estojo de prata, ornamentdo com elementos fitomorfos e forrado de seda. Na parte externa da tampa, a inscrição: “A SUA ALTEZA IMPERIAL REGENTE / D ISABEL A REDEMPTORA / O POVO BRAZILEIRO OFFERECE / LEI Nº 3353 DE 13 DE MAIO DE 1888”.

  • Distintivo

    Distintivo de formato circular, em prata. Na parte superior, contornando a borda, a inscrição: “LIBERDADE”, abaixo, a data “1884” e, ao centro, “SETEMBRO”. Abaixo, dois ramos de louro entrelaçados, tendo acima uma estrela de cinco ponto. Distintivo do Movimento Abolicionista de 1884 em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Pertenceu ao Marechal José Simeão de Oliveira (Rio Grande/RS, 1838 – Nova Iorque/EUA, 1893), na época comandante da Escola Militar de Porto Alegre de 1880 a 1886.

  • Placa comemorativa

    Placa comemorativa

    Placa retangular em ouro, com detalhe de dobra na ponta superior direita. Ao centro da placa, a inscrição gravada: “A / Academia do Recife / Ao / Conselheiro João Alfredo / 13 de maio 1888”. A inscrição está envolta por coroa de louro e emoldurada por barra hachurada com ramos de flor nas pontas internas, ambas gravadas manualmente.
    Placa oferecida ao Conselheiro João Alfredo Correia de Oliveira pela Academia do Recife, quando de sua presidência à frente do Conselho de Ministros na ocasião da promulgação da Lei Áurea.

  • Viramundo

    Viramundo

    Peça em ferro fundido, composta por três barras sobrepostas, cada qual moldada com elevações cilíndricas vazadas para, em conjunto, se articularem e prenderem concomitantemente as pernas e os braços dos escravizados. Ao centro da peça, parafuso dentro de forma cilíndrica com objetivo de fechar o instrumento.