pedaço quadrado de entrecasca bastante dura e rija dobrado pela diagonal. os bordos dos dois triângulos assim obtidos são dobrados para dentro a fim de não ficarem cortantes. é suspenso a de 10 a 50 fios torcidos reunidos para formar o cinto que contorna os quadris. o uluri assenta bem em baixo sobre o ângulo do púbis. o vértice inferior do triângulo prolonga-se numa linha perineal. usado como protetor sexual que cobre justamente o início da vulva onde assenta firmemente. o introito vaginal não é atingido pelo triângulo, mas fechado ou pelo menos retido para dentro pela pressão geral, da frente para trás porque a linha perineal é alojada na vulva entre os lábios grandes e livres e bem tesa. o uso do uluri simboliza a passagem da categoria de adolescente para a de mulher, já que antes da menstruação as meninas usavam apenas o cinto de cordéis de buriti na altura da ilharga. é também considerado uma espécie de cinto de castidade porque o homem não pode tocá-lo sem o consentimento da mulher, do contrário acredita-se que ficará panema, isto é, azarado para a caça. fabricado pelas mulheres do povo indígena kalapalo (família linguística karib).
Técnica: tornearia
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Adorno auricular
peça confeccionada com fio duplo, torcido, de fibra de buriti tendo, na extremidade, penas nas cores branca, bege, marrom e amarela, na técnica de emplumação embricada. fabricado pelo povo indígena pareci (família linguística aruak).
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Adorno auricular
peça confeccionada com fio duplo, torcido, de fibra de buriti tendo, na extremidade, penas nas cores branca, bege, marrom e amarela, na técnica de emplumação embricada. fabricado pelo povo indígena pareci (família linguística aruak).
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Colar (amuleto)
peça em cordão com fio de algodão trançado, tendo uma casca (de fruto ou casulo?), alongado na parte média do cordão. adorno infantil, com finalidade protetora. fabricado pelo povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Colar (amuleto)
colar de fio de algodão torcido, tendo, no centro, um casulo. adorno infantil de pescoço, com finalidade protetora. fabricado pelo povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Apito ritual
nome indígena: tsimirrire. peça composta de cordão duplo de fios de algodão torcido tendo, na parte inferior, duas penas nas cores branca e preta, dispostas lado a lado. as penas são amarradas com fio de fibra vegetal de onde pende carreira de pequenas sementes. na extremidade possui metade de um fruto, que se constitui no apito. fabricado pelo povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).




