Técnica: fundição

  • Espada

    Espada

    modelo ingles. para uso civil (fardao) ou para

  • Espingarda

    Espingarda

    Modelo de instrução. Painel retangular, dividido horizontalmente ao meio. Na parte superior peças de um fuzil Mauser modelo brasileiro de 1894 e projéteis do mesmo (à esquerda).
    As dimensões são referentes ao painel.
    Sistema de funcionamento: Mauser, 18954.
    Informações de ficha anterior: modelo para estudo montado em uma prancheta de madeira.

  • Espingarda

    Espingarda

    modelo de instrução. painel retangular dividido horizontalmente ao meio. na parte inferior peças de fuzil mannlicher modelo alemão de 1888 e projéteis do mesmo (à esquerda). sistema de funcionamento: mannlicher 1888 dimensões referentes ao painel. peças soltas, sujas ou ausentes. informações de ficha anterior: modelo para estudo da nomenclatura da arma, montado em uma prancheta de madeira; modelo alemão

  • Relevo religioso

    Relevo religioso

    integrou a expo. vitrines do passado de 11/92 a

  • Relógio de mesa

    Relógio de mesa

    figura feminina com a lira na mão. profundidade: 15,3.

  • Âncora (modelo de patente)

    Âncora (modelo de patente)

    Modelo de âncora auto inclinada em latão. Possui na base da cruz e no topo da chaveta dois anetes para encaixe de corrente, e outro anete duplo no centro da haste. A cruz e os braços são móveis, deslocam-se da direita para a esquerda, assim como a chaveta e o cepo podem ser movimentados para cima e para baixo.
    Pertenceu a Dom Pedro II.

  • Corrente de embarcação (fragmento)

    Corrente de embarcação (fragmento)

    Elo de corrente em zigue-zague em latão.
    Pertenceu a Dom Pedro II.

  • Corrente de embarcação (fragmento)

    Corrente de embarcação (fragmento)

    Elo de corrente em zigue-zague em latão.
    Pertenceu a Dom Pedro II.

  • Sino

    Sino

    Inscrições: “RUA DA PRAINHA Nº 69” e “1482”.

  • Sino

    Sino

    Inscrições: “ISABEL, 1865”.

    Considerações sobre sinos:
    Instrumento metálico de percussão, com formato de taça invertida, que se faz vibrar, batendo sua superfície externa com um martelo ou interna com um badalo.
    Tendo sua origem nas pequenas campainhas que, a princípio, eram utilizadas para tirar mau olhado ou, posteriormente, para indicar a localização daqueles que os portavam, os sinos tiveram seu uso generalizado depois de adotados pelo cristianismo nas igrejas latinas, sendo inicialmente utilizados nos mosteiros. Sua função e utilização, as quais passam pelos mais diversos locais, leva-nos a compará-lo a um instrumento de comunicação.
    Quanto à tecnologia para sua fabricação, o principal problema encontrado pelos primeiros fabricantes foi quanto à forma de ocar o ferro ou o metal para sua confecção. Inicialmente, eram feitos de chapas de ferro – uma lâmina de ferro que dobrada ou curvada e fechada em um ponto dava a sua forma, semelhante a de um balde. Com o passar do tempo e com a evolução tecnológica, e em função dos sinos utilizados nas igrejas, que deveriam ter o som o melhor possível, esta técnica foi sendo aprimorada. Os primeiros sinos fundidos, utilizando-se de um processo de fabricação diferenciado, foram feitos com moldes em cera perdida. Mais tarde, começaram a ser utilizados dois moldes, um macho e um fêmea, sendo o metal colocado entre os dois. Com o aperfeiçoamento das técnicas de manufatura, foram sendo feitos sinos cada vez maiores e foi através do aprimoramento da técnica de fundição dos sinos que se chegou à fabricação dos canhões.