Chaveiro comemorativo. Placa em formato retangular. Em uma das faces, figuras estilizadas de quatro pessoas; abaixo, o número “40” subscrito pelas datas “1942 1982”. Na parte inferior a inscrição “senai”. Na face oposta inscrição “40 anos / formando / mão de obra / para a / indústria / 1942 1982 / senai”. Na parte inferior: “SISTEMA CNI”. Corrente e aro para colocação de chaves.
Técnica: envernizamento
-

Candelabro
segundo o estagiario mauro l. nascimento (especializado em metais), o tom amarelado é devido a um banho de verniz
-

Candelabro
segundo o estagiario mauro l. nascimento (especializado em metais), o tom amarelado é devido ao verniz.
-

Cabaça
Cabaça inteira envernizada do topo à base, na qual não consta muito do verniz de tom avermelhado.
De acordo com os Kanindé, este objeto seria utilizado para levar água ao roçado e fazer cuias de medição de farinha. Recipiente tradicional para trabalho na roça.
Categoria “Coisas das matas”.
Acervo originário do Museu Indígena Kanindé. -

Bolsa
Bolsa de formato retangular com alça, confeccionada em palha de carnaúba trançada. O corpo da bolsa foi superficialmente recoberto por verniz. Esta peça pertenceu ao mestre cacique Sotero, que a utilizava para levar encomendas aos amigos em Aratuba/CE e trazer compras e alimentos para sua família. A irmã do cacique Sotero, dona Carolina Pereira, realizava a arte do trançado.
Categoria “Coisa dos Velhos”. -

Maracá
Maracá com corpo feito de coité (fruto da coitezeria) vazado, lixado e envernizado, em seu interior sementes. Cabo de madeira clara, encaixada no interior do corpo da peça. Objeto ritualístico sagrado do povo Kanindé, utilizado no Toré. O coité é encontrado nas matas entre serras na quebrada dos Fernandes, aldeia dos Kanindé de Aratuba.
A peça foi fabricada para a exposição do MHN “Îandé: aqui estávamos, aqui estamos” (2023).
Categoria “Coisas das Matas”. -

Amostra animal (tatu)
Casco de tatu-peba envernizado em tom avermelhado. Não há presença da cabeça do animal. O tatu-peba é o animal símbolo do povo Kanindé por ser um escavador da terra e buscar sempre novos caminhos, compõe a identidade visual do Museu Indígena Kanindé. O tatu-peba é objeto de caça de subsistência pelos Kanindé em ocasiões especiais, em respeito a seu ciclo de reprodução e à permanência da espécie.
Categoria “Coisas das Matas”.



