Pingente vasado em linhas curvas e orifícios. As laterais são demarcadas por duas barras em curva. Na parte posterior, uma barra com três orifícios de onde pendem dois pingentes. Ao centro, figura estilizada de um homem sentado, em relevo alto. Este amuleto pende de uma corrente por uma argola que se encaixa num gancho (vide colar com número de registro 18190).
Técnica: artesanato
-

Colar
Colar de miçangas em formato de peitoral com acabamento franjado na parte inferior. O colar apresenta padronagem geométrica nas cores bege, marrom, preta e amarela na altura do pescoço. Na parte central, em formato quadrangular, representação de uma borboleta nas cores preta, marrom, bege, vermelha, branca e amarela. As franjas têm um caimento triangular e são compostas por padronagem linear nas cores preta, marrom, amarela, vermelha, branca e bege.
Este colar foi doado ao MHN, em 26/05/2022, por intermédio do Pajé Yawakashahu Yawanawá, Carla Yawakashahu, Vari Hua, Ruahu Nawa e Mariana Goulart, após roda de conversa no espaço da então exposição “Oreretama”, na ocasião em vias de reformulação e que resultou na atual “Îandé: aqui estávamos, aqui estamos”. O colar é utilizado em rituais contemporâneos dos Yawanawá e representa em sua composição imagética mirações decorrentes do consumo da ayahuasca. -

Brinquedo; boneca
Boneca de pano na cor branca, representando a artista plástica Frida Kahlo. Rosto oval, nariz alongado, boca pequena e vermelha, olhos castanhos arredondados, sobrancelhas grossas, todos pintados com caneta para tecido na cor preta e tinta acrílica. Cabelo em lã preta, preso em três pontos com alguns fios soltos, penteado arrematado por quatro flores vermelhas em volta do rosto e três flores na parte detrás da cabeça. A boneca veste blusa preta lisa com bordados coloridos frontais e posteriores em forma de X, finalizados na frente por flor na cor roxa. Saia preta com estampa em motivos geométricos e arabescos em tons majoritariamente roxo, vinho e verde. Saia branca por baixo e calçados pretos pintados sobre o tecido.
Pertenceu à economista Maria da Conceição Tavares.



