Situação: Localizado

  • Lava-olhos

    Lava-olhos

    Lava-olhos de vidro na cor azul.

  • Chapeleira

    Mala para chapéu.

  • Relicário

    Relicário

    Relicário com partes de santos (pertenceu ao oratório da bisavó materna).

  • Estojo

    Estojo

    Estojo de lápis em madeira.

  • Porta-baralho

    Porta-baralho

    Porta-baralho de madeira.

  • Porta-etrog

    Porta-etrog

    Recipiente denominado porta-etrog em prata prensada, repuxada e cinzelada, de formato ovalado, sustentado por base de apoio circular. O corpo do objeto é decorado com motivos florais que remetem ao estilo utilizado pela Escola de Artes de Bezalel, em Jerusalém, no século XIX. A borda da parte superior, ou tampa, apresenta as seguintes inscrições em hebraico e em português, respectivamente: “LEVÍTICO 23:40: ‘VOCÊS COLHERÃO OS FRUTOS DA ÁRVORE DA CIDRA AMARELA’” e “NO QUADRAGÉSIMO JUBILEU RABÍNICO DO DR. LEMLE”. A base do objeto é lisa e apresenta as inscrições: “1-4-1973/DOS CARIOCAS EM ISRAEL À ARI”.

  • Espátula

    Espátula

    Espátula para abrir carta em bronze, pega decorada com cartela lisa emoldurada com motivo vitoriano estilizado. Inscrição gravada na lâmina, próximo à pega, em um dos lados: “MADE / IN / ENGLAND”. Objeto encontrado no Núcleo de Biblioteca do MHN, incorporação ao acervo proposta pelas servidoras da Biblioteca.

  • Colar

    Colar

    Colar de miçangas em formato de peitoral com acabamento franjado na parte inferior. O colar apresenta padronagem geométrica nas cores bege, marrom, preta e amarela na altura do pescoço. Na parte central, em formato quadrangular, representação de uma borboleta nas cores preta, marrom, bege, vermelha, branca e amarela. As franjas têm um caimento triangular e são compostas por padronagem linear nas cores preta, marrom, amarela, vermelha, branca e bege.
    Este colar foi doado ao MHN, em 26/05/2022, por intermédio do Pajé Yawakashahu Yawanawá, Carla Yawakashahu, Vari Hua, Ruahu Nawa e Mariana Goulart, após roda de conversa no espaço da então exposição “Oreretama”, na ocasião em vias de reformulação e que resultou na atual “Îandé: aqui estávamos, aqui estamos”. O colar é utilizado em rituais contemporâneos dos Yawanawá e representa em sua composição imagética mirações decorrentes do consumo da ayahuasca.

  • Pintura documental

    Pintura documental

    Pintura naïf em forma de painel horizontalizado, na qual se representam sequencialmente, da esquerda para a direita, acontecimentos da história do Brasil ao longo de cinco séculos. O conjunto é composto por pinturas temáticas sob os seguintes títulos e datas registrados em tinta preta pela autora: “ALVARES CABRAL/ANO 1500/DESCOBRIMENTO/DO/BRASIL”; “PRIMEIRA MISSA”; “OS BANDEIRANTES”; “PAU BRASIL/PORTUGAL”; “TIRADENTES/1789/INCONFIDÊNCIA/MINEIRA”; “CANA DE AÇÚCAR”; “1808/CHEGADA DA FAMÍLIA REAL”; “OURO”; “INDEPENDÊNCIA/OU MORTE/IPIRANGA/1822”, “CICLOS DO GADO E DO ALGODÃO”/”ABOLIÇÃO”/”LEI ÁUREA/1888” e cartaz “LIVRES!/LIVRES!/VIVA/A LIBERDADE!”; “CAFÉ”; “PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA/1889”; “BORRACHA”/”REVOLUÇÃO DE 30″/”GETÚLIO VARGAS”; “PETRÓLEO”; “SUICÍDIO/GETÚLIO/1954” e cartaz “A PETROBRAS É NOSSA”; “INDUSTRIALIZAÇÃO”; “ERA MODERNA”; “INAUGURAÇÃO DE/BRASÍLIA/1960”. Assinatura da pintora e data no canto inferior direito em tinta preta: “Aparecida R. Azedo/ 1991/1995”. Título em tinta branca: “Brasil 5 séculos de lutas”.
    Considerada a maior obra naïf do mundo, com 1,40 x 25,00m (A x L), integrou por muitos anos a exposição de longa duração do Museu Internacional de Arte Naïf.

  • Distintivo

    Distintivo

    Distintivo dos Conselheiros de Estado