Robe em chiffon sintético preto com amarração no mesmo tecido na altura da cintura. Acabamento da gola margeando até os pés em plumagem na cor preta. Pertenceu à artista Rogéria.
Situação da imagem: Trocar
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Bandeira
Bandeira retangular. De um lado, tecido em tons de roxo com duas imagens fotográficas mostrando cenas urbanas (Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro). À esquerda, logomarca branca com a inscrição “Museu Bajubá / Territórios LGBTI+” em branco logo abaixo. À direita inscrição “O ilê / dos babados / das bunitas” em branco. Na parte inferior faixa multicolorida de um lado a outro da bandeira. Do outro lado tecido branco com logomarca centralizada em tons de roxo, azul, verde e preto. Abaixo inscrição “Museu Bajubá / Territórios LGBTI+” em preto. Em uma das laterais duas argolas para fixação.
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Arapuca
Arapuca composta por 49 varetas de madeira (galhos de árvore), de tamanhos variados, que, amarradas em suas extremidades com fio de tecido a partir das varetas da base, adquirem forma piramidal. A armadilha tem uma de suas faces elevada e sustentada por uma vareta em V, com o objetivo de capturar pequenos animais. Armadilha usada pelos caçadores Kanindé para obter alimento na forma de pequenos animais como nambu, o juriti e outros.
Categoria “Coisas das matas”.
Acervo originário do Museu Indígena Kanindé. -

Cabaça
Cabaça inteira envernizada do topo à base, na qual não consta muito do verniz de tom avermelhado.
De acordo com os Kanindé, este objeto seria utilizado para levar água ao roçado e fazer cuias de medição de farinha. Recipiente tradicional para trabalho na roça.
Categoria “Coisas das matas”.
Acervo originário do Museu Indígena Kanindé. -

Balaio
Balaio confeccionado com trançado de fios de cipó na parte inferior e na estrutura superior e de lâminas de taboca (bambu) na parte superior. Utilizado para secagem e debulha do feijão e/ou de fava. No período da “apanha do café” é fundamental para os trabalhos diários das mulheres.
Categoria “Coisas das matas”.
Fabricado para a exposição de longa duração do MHN “Iandé: aqui estávamos, aqui estamos” (2023).





