pertenceu ao conde das duas barras, um dos conquistadores da cisplatina, falecido em 15 de setembro de 1833
Referências bibliográficas: Catálogo da exposição “Um novo mundo, um novo império: a Corte Portuguesa no Brasil”. Rio de Janeiro : Museu Histórico Nacional, 2008
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Espada
Lâmina: de aço, reta, lisa, de forma espatulada, com sangradouro central no primeiro terço. Vestígios de gravações nos dois lados: “VIVA…”. Dimensões: 73,60 x 4,20cm.
Guarda/Punho: de prata, em forma de estribo, com cruzeta. Copo cordiforme e festonado. Decoração vazada, com motivos fitomorfos. Apresenta pomo e pino. Dimensões: 15,80 x 15,20cm / 12,30 x 3,20cm.
Bainha: de couro preto costurado à esquerda, tendo guarnição superior e média de prata (lisa do lado esquerdo e vazada à direita com motivos semelhantes aos da guarda e do punho), bem como braçadeiras de argola do mesmo material. Ponteira de latão, terminando em pino. Dimensões: 79,70 x 5,23cm.
Pertenceu a Antônio de Araújo e Azevedo, o Primeiro Conde da Barca, e sua origem é provavelmente portuguesa. -

Bússola
na vitrine da legenda está identificada como agulha de marear. inscricao: pedro freire branco a fez em no ano de 1786 .
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Pintura documental
No primeiro plano, lagoa azul de forma irregular, circundada por vegetação. No seu interior e às suas margens, homens e mulheres, animais e crianças, algumas nuas, brincando na água. No segundo plano, à esquerda, casa branca com telhado avermelhado e parte posterior de igreja (antigo seminário construído em 1751 e Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Lapa). No centro, casarão com telhados inclinados e diversas janelas, algumas rasgadas, com balcões. Atrás deste, aqueduto com duas sequências sobrepostas de arcos, assentando-se à esquerda sobre encosta do Morro de Santa Teresa, destacando-se no alto construção religiosa com igreja de torre única (Convento e Igreja de Santa Teresa) e à sua direita, por trás, parte do Morro de Santo Antônio. Ao fundo, silhueta de montanha distante e céu em tons róseos e azuis esverdeados. Moldura oval, em madeira estucada e dourada, envolvida por toro de loureiro em relevo. No dorso do chassi, carimbo com a inscrição: “FÁBRICA DE MOLDURAS/-DA-/GALERIA JORGE/131, RUA DO ROSÁRIO”. Outros títulos atribuídos à mesma obra: Arcos da Carioca; Lapa do Desterro e Lagoa do Boqueirão; Lagoa do Boqueirão e Aqueduto Carioca; Vista da Lagoa do Boqueirão e Arcos da Carioca; Os arcos em 1808; A Lapa do Desterro.
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Pintura documental
Em primeiro plano, mar calmo, azul esverdeado, com várias embarcações a vela e pequenos barcos. À direita, praia e dois grupos de pescadores segurando extremidades de grande rede disposta em ferradura dentro da água, tendo no seu interior vários peixes (pesca de arrasto). Ao fundo, conjunto de casas térreas e de dois pavimentos, montanhas e árvores. Ao centro, elevação recoberta de vegetação à beira mar, tendo no alto, sobre embasamento com rampas inclinadas, igreja branca, de torre única centralizada sobre pórtico e encimada por terminação bulbiforme, arrematada por catavento em forma de galo. Céu limpo, em tons róseos e azuis esverdeados. Moldura oval, em madeira estucada e dourada, envolvida por toro de loureiro em relevo. No dorso do chassi, carimbo com a inscrição: “FÁBRICA DE MOLDURAS/-DA-/GALERIA JORGE/131, RUA DO ROSÁRIO”.
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Pintura documental
Na metade inferior, mar calmo, azul, com navios e pequenos barcos repletos de homens, perseguindo várias baleias, umas pulando e outras esguichando água. No centro inferior, ilhota ocupada em toda sua extensão por fortificação retangular de paredes inclinadas e pequenas casas. À esquerda, duas baleias mortas, cujas carnes estão sendo cortadas por alguns homens que se encontram sobre elas. Na metade superior, ainda à esquerda, casas e galpões. Ao fundo, cadeia de montanhas verdes e céu limpo em tons róseos e azuis. Moldura oval, em madeira estucada e dourada, envolvida por toro de loureiro em relevo. No dorso do chassi, carimbo com a inscrição: “FÁBRICA DE MOLDURAS/-DA-/GALERIA JORGE/131, RUA DO ROSÁRIO”.




