com corrente e chatelaine. faltam 3 brilhantes . mostrador com numeração romana (horas). tipo savonette. na parte anterior da tampa as iniciais ATSPA (antonia teresa de sá pita e argolo). parte posterior, ramo de flores em brilhantes.
Material: pedra
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Herma
Herma em bronze retratando figura masculina frontalizada, sobre base quadrangular, tendo ao centro placa com a inscrição “CAMILO CASTELO BRANCO”. Apresenta olhos não demarcando o globo ocular. Cabelos lisos, parcialmente calvo, espesso bigode. Expressão séria com rugas delineadas.
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Ralador de mandioca
peça em formato retangular, de madeira curva, tendo numa das faces uma parte crespa e um pedaço de madeira proeminente. fabrica-se de madeira branca e leve de marupá (simaruba amara, aubel) cujas fibras tendem voltar à posição primitiva quando desviadas. consiste numa tábua de 88 cm de comprimento, 37 cm de largura e 2 cm de espessura e um tanto recurvada. começam por executar na face aconcavada o desenho que desejam e que facilitam a operação de ralar. depois, com uma ponta (hoje um prego) e seguindo as linhas do desenho abrem pequenos orifícios. antes que as fibras da madeira voltem à posição natural, incrustam pequenas pedras de sílex, da forma de um dente, de sorte que emerge apenas uma aresta de ? cm. estabilizam melhor as pedrinhas com látex de sorva, espalhado com um pincel de fibras de bananeira, cujo tanino dá mais consistência ao látex. as pedras são encravadas a uma distância de 1 cm uma da outra e ocupam a parte central da tábua, deixando pequenas margens laterais (3, 4 e 5 cm), uma margem inferior de 3 cm e outra superior ou cabeça do ralo de uns 48,5 cm tendo esta última uma saliência ou cabo que serve apenas para suspender o ralo. o preparo da tábua cabe ao homem e a incrustação de quartzito às mulheres, sendo uma especialidade dos índios baniwa do rio içana (am). uso exclusivamente feminino. a mulher, ao ralar, o faz com as duas mãos alternadamente e não em ritmo uniforme, porém com arrancos que provocam movimentos dos próprios seios. fica sentada ao chão tendo o ralo entre as pernas. fabricada pelo povo indígena waiwai (família linguística karib).
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Frontão
Pedra com monograma da Companhia de Jesus. Informações retiradas de fichas anteriores: encimava a porta principal / da igreja jesuítas, no morro do castelo. transferida para o mhn / em 1922, quando foi demolido 58-pedra que encimava a prota da igreja sebastião no morro do castelo. com um sim-/bolo jesuitico. / os fundamentos da igreja de são sebastião, padro-/eiro do rio de janeiro, fôram lançados pelo governador mem / de sá. matriz no ano de 1569, acabou de ser em 1583, quando salvador corrêa de sá e benevides / para ela transferiu os ossos de primo, o bravo estacio / de sá. porta [ileg] a data – 1567. con-/servouse com pouco alteração até 1922. em 20 de / ano, foi ali rezada a derradeira missa, sendo, depois, de-/molida com o morro do castelo. trabalhos de desmonte / do morro, iniciados em 1922, terminaram em 1930. / procedência: recolhida pelo museu durante a demolição / de 1922.
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![[Frontão]](https://tainacan-gestao.museus.gov.br/wp-content/uploads/2026/09/006294.jpg)
[Frontão]
friso do portão do morro do castelo. informações tiradas de fichas anteriores: friso de pedra que encimava o portão do velho do morro do castelo, demolido em 1922. reconstrução do forte, 1713, feita com sinais cabalísticos combinados; recolhido pelo museu histórico durante a referida demolição; transferência da prefeitura do distrito federal. a peça partiu-se ao meio quando de sua retirada do pátio dos canhôes (informação dada por beatriz caldeira, diretora substituta do mhn, em março de 2015).
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Cartela
Cartela recortada, em granito, emoldurando placa de bronze elíptica ao centro, contendo a gravação em relevo “1835”, circundada por folhagens de tabaco e café.


