peça formada por lascas de madeira entre duas entrelaçado de fio de algodão nas cores cinza grená. pertenceu ao antigo curso de museus do mhn.
Localização: RT1-AD28-A-P1
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Boneco (índio)
figura feminina em argila, padrão moderno, com decoração de pintura corporal. pertenceu ao antigo curso de museus do mhn. informação de ficha anterior: goiás – ilha bananal .
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Adorno labial
segmento fino de taquara, revestido de um trançado de fios de algodão preto e acúleos de ouriço tendo numa das extremidades um osso pontiagudo. na extremidade superior, no meio e no final da haste, tufos de penas amarelas. fabricada pelo povo indígena bororo (família linguística bororo, tronco linguístico macro-jê).
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Pente
pedaço de taquara revestido de envoltório de fios de algodão preto e pintado de urucum, tendo o centro atravessado por lascas de madeira, com pontas afiladas, constituindo os dentes do pente, cuja coesão é assegurada por um trançado de algodão. decoração em branco. fabricado pelo povo indígena munku (família linguística iranxe).
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Adorno auricular
rodela de madeira, perfurada no centro, tendo uma das faces decorada com pontos e riscos em preto. fabricado pelo povo indígena kanela (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Escarificador
lasca de bambu afilado nas pontas. utilizado para riscar a parte do corpo em que se sente a dor, fazendo o sangue espirrar, que é a origem do mal. antes de cortar a pele, lavam a parte com água fria, depois cortam e, por fim, para facilitar a hemorragia, põem sobre a ferida água morna misturada com um pó extraído das raízes de utöparanê. o talho deve ser feito por pessoas ligadas ao doente por parentesco: o marido faz na esposa, pais nos filhos, avós nos netos. fabricado pelo povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Escarificador
lasca de bambu afilado nas pontas. utilizado para riscar a parte do corpo em que se sente a dor para fazer o sangue espirrar, que é a origem do mal. antes de cortar a pele, lavam a parte com água fria, depois cortam e, por fim, para facilitar a hemorragia, põem sobre a ferida água morna misturada com um pó extraído das raízes de utöparanê. o talho deve ser feito por pessoas ligadas ao doente por parentesco: o marido faz na esposa, pais nos filhos, avós nos netos. fabricado pelo povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).
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Adorno nasal
peça formada por duas partes, confeccionada com pena caudal de papagaio encastoada num rolete de taquara, com ponta de madeira afilada. o ponto de junção da pena com o suporte é circundado por rosetas de plumas coloridas (amarelo, azul, vermelho, negro) atadas com fio de algodão em espiral que se prolonga sobre a haste, seguindo-se em trançado em preto e branco formando desenhos decorativos. o estojo é idêntico, só que não tem ponta afilada, apenas o orifício do rolete para inserir o adorno nasal. fabricado pelo povo indígena irantxe.


