Localização: PÁTIO DOS CANHÕES

  • Canhão

    Canhão

    Inscrição “21-3-26” e uma seta no primeiro reforço. Monograma de Jorge II no segundo reforço, assim como as letras “R” no munhão direito e “IC” no munhão esquerdo.

    Uso terrestre fortificações. Material ferro, cal. 96mm (6 lb), Comp. total 267 cm, Larg. 51 cm, comp. 243 cm, Calibres 24.

  • Canhão

    Canhão

    Culatra padrão sistema Armstrong. No segundo reforço, duas setas, o brasão “GR3” e o número “15”. No munhão direito, a letra “Z” e, no esquerdo, o número “783”.

    Uso naval. Material ferro, cal. 116 mm (12 lb), Comp. total 257cm, Larg. 60 cm, comp. 230 cm, Calibres 18.

  • Canhão

    Canhão

    cal. = 74,5. incompleto. fabricacao artesanal.

  • Banheira

    Banheira

    Banheira em mármore que provavelmente pertenceu ao Palácio Imperial da Quinta da Boa Vista.

  • Brasão

    Brasão

    Brasão eclesiástico de Frei Antônio do Desterro, esculpido em pedra, com motivos em rocalha.

  • Lápide sepulcral

    Lápide sepulcral

    Lápide sepulcral em pedra (mármore?), de formato retangular verticalizado, com brasão na parte superior e as seguintes inscrições na parte inferior: “ESTA SA HE DO LDO MANOEL DA NOBREGA PROCT HONOTARIO APOSTOLICO S V R…LOR E COMMISSARIO DA RDA CAMARA E CO POR COMMISSÃO DE SVA SANTIDADE TODA A REPARTIÇÃO DA BANDA DO SUL 3o.VIGRO. DESTA SIDADE DO RIO DE IANRO”.

  • Brasão

    Brasão

    Brasão com as quinas de Portugal, esculpido em pedra, com decoração em motivos rocalha.

  • Brasão

    Brasão

    Inscrições: “PATIENTE ET COURAGE” e “NOCHINEM IOCH MINUCP” (?). Esta pedra foi encontrada durante a reforma de uma casa na Rua Sete de Setembro (antiga Rua do Cano), no Rio de Janeiro, e a forma como foi encontrada, com os elementos decorativos virados para baixo, servindo para piso da cozinha, mostra-nos o reaproveitamento de pedras, prática comum no período.

  • Sino

    Sino

    Inscrições: “RUA DA PRAINHA Nº 69” e “1482”.

  • Sino

    Sino

    Inscrições: “ISABEL, 1865”.

    Considerações sobre sinos:
    Instrumento metálico de percussão, com formato de taça invertida, que se faz vibrar, batendo sua superfície externa com um martelo ou interna com um badalo.
    Tendo sua origem nas pequenas campainhas que, a princípio, eram utilizadas para tirar mau olhado ou, posteriormente, para indicar a localização daqueles que os portavam, os sinos tiveram seu uso generalizado depois de adotados pelo cristianismo nas igrejas latinas, sendo inicialmente utilizados nos mosteiros. Sua função e utilização, as quais passam pelos mais diversos locais, leva-nos a compará-lo a um instrumento de comunicação.
    Quanto à tecnologia para sua fabricação, o principal problema encontrado pelos primeiros fabricantes foi quanto à forma de ocar o ferro ou o metal para sua confecção. Inicialmente, eram feitos de chapas de ferro – uma lâmina de ferro que dobrada ou curvada e fechada em um ponto dava a sua forma, semelhante a de um balde. Com o passar do tempo e com a evolução tecnológica, e em função dos sinos utilizados nas igrejas, que deveriam ter o som o melhor possível, esta técnica foi sendo aprimorada. Os primeiros sinos fundidos, utilizando-se de um processo de fabricação diferenciado, foram feitos com moldes em cera perdida. Mais tarde, começaram a ser utilizados dois moldes, um macho e um fêmea, sendo o metal colocado entre os dois. Com o aperfeiçoamento das técnicas de manufatura, foram sendo feitos sinos cada vez maiores e foi através do aprimoramento da técnica de fundição dos sinos que se chegou à fabricação dos canhões.