Local de produção: Portugal

  • Bule de chá

    Bule de chá

    tampa articulada; pegador de madeira; possui quatro pés em bolacha. faz parte de um serviço de chá. conjunto com 001. 172 a 001. 177.

  • Bule de café

    Bule de café

    tampa articulada; pegador de madeira; possui quatro pés em bolacha. faz parte de um serviço de chá. conjunto com 001. 172 a 001. 177.

  • Bule de chá

    Bule de chá

    ligeiramente manchado; falta pegador na tampa; alça faltando parafusos, um pouco solta. com tampa articulada. possui quatro pés em garras sobre esferas com monograma. avaliado em u$ 2500 por tina bianchini giorgi, em 17/10/1991. tanto as fichas antigas do mhn quanto o proc. 16/45 (doc. 10) falam que o objeto tem o monograma do barão de santa helena. numa ficha antiga do fichário paralelo (anexa a ficha cadastral) consta como do barão de moreira lima, segundo depoimento de d. otávia, devido ao monograma ser jjlm (joaquim josé moreira lima) e não jjms (joaquim josé monteiro da silva). participou da exposição rio design center – 26. 11. 1991. e da exposição vitrines do passado de 27/11/1992 a 07/1994.

  • Meia-cômoda

    Meia-cômoda

    restaurada. móvel de guarda. cômoda-mesa em madera envernizada em tom castanho escuro. tampo regular, retilíneo na parte traseira, recortado em curvas e contra curvas nas partes laterais e dianteira. logo abaixo caixa retangular com movimento ondulante nas partes laterais e dianteira, sendo que nesta, aparecem dois gavetões com fechadura central em metal dourado. avental e parte inferior das laterais com decoração em talha cheia e vazada com motivos conceados. pernas em forma de patas de animal, formadas por traves que vem do tampo e descem até o solo onde terminam com os pés em talha cheia com volutos voltados para dentro.

  • Arca-cofre

    Arca-cofre

    brasao de armas do reino unido 1818 na interna da tampa. móvel de guarda

  • Cadeira

    Cadeira

    sem referencia documental. faltando pernas dianteira e traseiras do lado esquerdo. móvel de descanso

  • Jarra

    Jarra

    vaso em faiança branca. no centro, dentro arabescos azuis, a representação de um ostensório na mesma cor. embaixo iniciais e . restaurado na borda. rachaduras. lascas com perda de material na superfície e na base. informações retiradas de fichas anteriores: real fábrica do rato. lisboa. portugal. por pombal e tomas brunetto em 1767. brilhantismo – durante 4 anos com brunetto – influência italiana, sobretudo na forma; com sebastião inácio de almeida, durante 6 anos no emprego do azul, na policromia e na perfeição dos esmaltes. produziu também esculturas e azulejos com grande destaque. encerro as atividades em 1836. data de entrada no museu: 17/06/1940. por esta peça o museu deu em troca do visconde do rio branco.

  • Cadeira

    Cadeira

    mobiliario portugues.

  • Contador

    Contador

    a caixa apresenta 9 (nove) faces de gavetas em 3 (três) series de 3 (três) que abrem da seguinte forma: na parte inferior da caixa 3 (três ) faces de gavetas formam uma única gaveta. na parte intermediaria da caixa duas faces de gavetas (central e a direita) formam uma gaveta. a outra face (da esquerda) forma uma gaveta vertical com a face esquerda da serie superior. sobrando na primeira serie duas faces de gavetas (central e lateral direita) que abrem, cada uma, singularmente. alguns pés foram substituídos conforme comprova uma foto antiga achada no arquivo do museu. o móvel apresenta 4 (quatro) pés sendo que os a esquerda parecem ser os originais e os a direita colocados posteriormente. sendo esse pés novos também ligeiramente diferentes entre si. o móvel apresenta algumas perdas nas peças de metal. pude constatar algumas perdas na grande roseta lateral direita. e, conforme a foto do arquivo, uma perda na roseta lateral esquerda da caixa. quanto a datação do móvel, me parece errôneo atribuí-lo ao século xvii ou até mesmo ao séc xviii. consta em literatura que esse tipo de móvel foi feito até o séc xix. josé de almeida santos em “mobiliário artístico brasileiro” de 1944, onde o referido móvel está fotografado a pág. 204, descreve este contador na pág. 202 como “já abastardada, com vários atributos solucionados com infelicidade (. . . ) sugere uma peça sem alma, uma tradução ou um plagio”. na minha opinião é uma peça do séc. xix.