peça de forma circular. no bojo, contorno com faixa dourada decorada com motivos geométricos. na tampa, vista da cidade de são paulo e a legenda: cidade de são paulo iv centenário 1554-1954. na borda da tampa, a mesma decoração do bojo. embaixo, uma marca.
Local de produção: Em pesquisa
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Prato de doce
superfície um pouco amarelada e craquelê. peça de forma circular. borda recortada decorada com friso dourado. apresenta brasão de fundo vermelho com braço, coberto por armadura, na mão segura bandeira e cruz. brasão ladeado por dois ramos de café, encimado por coroa mural. sob o brasão, listel com a legenda: non dvcor dvco e são paulo.
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Azeitoneira
peça de forma ovalada. borda recortada decorada com contorno de galho dourado com pequenos frutos brancos postos sobre fundo cor de vinho. próximo ao fundo, monograma com as iniciais c e p entrelaçadas, encimadas por coroa de conde (nove pontas).
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Prato fundo
peça de forma circular. borda lisa decorada com contorno de galho dourado com pequenos frutos brancos postos sobre fundo cor de vinho. ainda na borda observa-se monograma com as iniciais c e p entrelaçadas, encimadas por coroa de conde (nove pontas).
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Tinteiro
tampa em bronze com inscrição. base circular fixa. base sem tampa: alt. 8,6 cm; diâm. 15,2 cm. formato circular, na cor branca, no campo do prato, na parte central em formato cilíndrico, vaso para depósito de tinta, numa face, saliência, com borda formando pequeno relevo e orifício para saída da tinta, no fundo da peça em lado oposto, dois suportes para caneta. tampa, em metal amarelo, com inscrição na parte superior do pegador: encrier pompe/ate boquet/propriété/mouvement sphérique. na parte inferior em forma cilíndrica, pêndulo de cerâmica para pressionar a tinta.
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Lavabo de sacristia
pia em foram de peanha de canto, com bojo modelado em gomos, escaiolado em preto e dourado, contornado por moldura dourada em festão floral, tendo um querubim no ângulo inferior. na parte interna dianteira, espaço vazado, tendo ao centro um orifício metálico que se alonga até a porção externa. parte posterior em plataforma triangular. não há no dossiê documento que comprove ter sido do real forte príncipe da beira. há uma informação recolhida, pelo então responsável jorge cordeiro, com o historiador adler romero, em que ele diz: peça recolhida na capela do forte, em 1905, pelo alm. josé carlos de carvalho, mas não cita a fonte. há uma informação oral da técnica ana maria rego de almeida, que corrobora a informação do historiador adler, porém, também não cita a fonte. apesar de dois dias de pesquisa na biblioteca e no controle de patrimônio do mhn, não foram encontrados dados que confirmassem a informação. na revista do sphan n?2 1938, pág. 141 a 147, no artigo real forte do príncipe da beira, lê-se: o alm. josé carlos de carvalho, quando ali andou, em 1913, já encarecia a necessidade da conservação desse monumento. dado o resultado, seria preciso um rastreamento mais demorado em arquivos, bibliotecas e nos livros de tombo e processos para, talvez, se achar a prova solicitada. informada, a responsável maria de jesus achou, por hora, o suficiente consta ter sido do real forte do príncipe da beira. angela sumavielle. forte construído em 1776 e desativado em 1831.




