Local de produção: Brasil

  • Dragona (par)

    Dragona (par)

    Peça em estrutura metálica (latão). Internamente, forrada de camurça azul ferrete, e, externamente, revestida por tecido metalizado. Arrematada por fios de ouro retorcidos na sua plataforma, que contém ao centro uma âncora em prata. De seu contorno pendem fios de ouro retorcidos de forma cilíndrica.
    Pertenceu ao Almirante Manoel Pires de Lima, bisavô do doador.

  • Brinquedo; Mini-pipoqueira

    Brinquedo; Mini-pipoqueira

    Pipoqueira em miniatura feita em alumínio, com cabo em plástico na cor preta. A inscrição “Mini pipoqueira”, está escrita em papel, letras na cor branca sob fundo vermelho. A inscrição “Casa Rotto”, está escrita em papel, letras na cor branca sob fundo azul.

  • Boné

    Boné

    Boné da Fundação Nacional do Índio (Funai), na cor azul, com aba reta, fechamento ajustável na parte de trás, em plástico. Na parte da frente possui uma logomarca com a inscrição “Frente de Proteção E. A. Madeirinha”, escrito na borda do círculo, dentro do círculo há estampada uma montanha e algumas linhas que parecem demonstrar uma paisagem. Também possui a inscrição “Depto. Índios Isolados”, abaixo da logomarca. Na parte de trás do boné está costurado o nome “FUNAI”, em preto, acima do ajuste de plástico.

  • Camisa

    Camisa da Funai anos 1980/1990, Goiás/Tocantins, de brim, na cor bege, de gola, de manga longa com um botão em cada lado, com seis botões na parte frontal, dois bolsos frontais com um botão cada um. Bolso direito com logomarca, um cocar colorido, escrito “Funai”, logo abaixo. Na manga esquerda há outra logomarca, um círculo com a seguinte escrita costurada na borda: “Frente de Contato Ava-Canoeiro”. No meio do círculo há linhas azuis em ondulações, sob o fundo branco.

  • Boina

    De formato ovalado, em lã na cor garança, bordas arrematadas em couro na cor preta, na parte posterior duas fitas na cor preta e, na parte anterior, do lado direito, tope em metal e esmalte com as armas do Exército Brasileiro. Internamente, parte superior forrada em viscose preta com escudo da Brigada de Infantaria Paraquedista.
    Inscrições: “BRIGADA DE INFANTARIA PARAQUEDISTA/ BRASIL ACIMA DE TUDO/ LYON”.

  • Retrato (pintura)

    Retrato (pintura)

    Busto de figura masculina voltado a esquerda; cabelo e barba longos; olhos voltados para cima; laço de corda ao pescoço; túnica branca.

  • Pintura documental

    Pintura documental

    No primeiro plano, conjunto de casas com um portão à direita e um sobrado à esquerda. Ao fundo, morros verdes com algumas árvores. Assinatura do autor: “INIMÁ”.

  • Genuflexório

    Genuflexório

    Genuflexório em madeira clara. Na parte superior, compartimento com tampa articulada decorada nas bordas com luas crescentes entalhadas. O móvel possui um armário com uma prateleira e posta emoldurada por frisos.

  • Cetro do Divino

    Cetro do Divino

    Cetro do Divino, em prata, encimado pela pomba do Espírito Santo.

  • Penca de balangandãs

    Penca de balangandãs

    Penca de balangandãs em prata. Composto por nave, parte caracterizada pelo formato de um navio com decoração em sua parte superior (frontão), onde estão duas figuras femininas a meio corpo, segurando uma cruz, a nave é articulada a partir de um eixo lateral que dá acesso a sua parte inferior denticulada, onde ficam os 17 elementos pendentes (penduricalhos); essas duas partes inferior e superior unem-se por esse orifício na lateral, fixado por parafuso denominado borboleta; A corrente, é a responsável por prender o objeto no corpo da mulher.
    Os 17 elementos pendentes são: uma figa, um cacho de uva, um romã, uma maçã, um caju, um abacaxi, uma fruta que parece ser uma laranja, um peixe, uma cruz, uma pomba que representa o Espírito santo ou Oxalá, um trevo de quatro folhas, um garfo, uma colher, uma faca, uma lua, um dente de marfim, e um pingente.
    Os balangandãs são joias de crioulas, amuletos que expressavam também o status social das negras que os utilizavam.