Local de produção: Brasil – Rio de Janeiro

  • Canhão

    Canhão

    Cascavel com marca de peça de centragem de torno. Faixa alta da culatra com a inscrição em incavo: “AUCTOR JOSE FRANCISCO BARRIGA”. No primeiro reforço, gravado em relevo, as letras “PII” sob uma coroa e a inscrição: “ARSENAL DE GUERRA DA CÔRTE EM 1857”, tendo uma pequena marca de punção com os dizeres “M.J.J.M. GRAV”. O corpo da arma tem um formato aproximadamente retangular com os ângulos adoçados, as molduras dos reforços são lisas, sem decorações.

    Uso experimental. Material bronze, cal. 54 x 106 mm, Comp. total 130 cm, Larg. 36 cm, comp. 119,7 cm, Calibres 20 (tomando-se o menor calibre).

  • Obuseiro

    Obuseiro

    Cascavel com anel do vergueiro incorporado à parte superior, culatra com local para colocação de alça de mira, faixa alta da culatra com a inscrição: “ARSENAL DE MARIN __________ TE INSPECTOR J MARQUES LISBOA”. Munhão direito com a inscrição “P 5Q 1 @ 18 l C 12”, esquerdo com “No 14 1858”.

    Uso naval desembarque. Material bronze, cal. 116mm (4,5 pol), Comp. total 130 cm, Larg. 53 cm, comp. 116 cm, Calibres 10.

  • Obuseiro

    Obuseiro

    primeiro reforco: brasao real p ii. faixa alta

  • Obuseiro

    Obuseiro

    faixa alta da culatra: arsenal(. . . ) corte.

  • Morteiro

    Morteiro

    com reparo e tampa de madeira. corpo: a. g. c. 1869. culatra:imperio do brazil. com fotografias.

  • Árvore de campainha

    Árvore de campainha

    Peça composta por um eixo central, cuja parte inferior é de madeira torneada terminada em um conto de latão na parte inferior e num soquete de latão onde se encaixa a parte superior. A parte superior do eixo se compõe de um espigão retangular que se encaixa na parte inferior. O espigão termina em uma haste helicoidal de latão dourado, em cuja seção médica há uma estrutura composta de dois braços bifurcados de latão, cada um com sete orifícios para a colocação de guizos, e terminando em peça em forma de cabeça de grifo com um gancho na boca onde se prendem duas campânulas de latão cheias de cerdas de crina de cavalo. Acima desta haste helicoidal há uma estrutura com quatro braços perpendiculares terminados em forma de cabeça de carneiro, com furos no local da boca para a colocação de guizos. Logo acima dessa estrutura há uma esfera de cobre, com um trabalho representando chamas acima da esfera, simulando uma grana de artilharia lisa. Acima das chamas da granada há uma chapa de cobre em forma de campânula, com os bordos recortados em semicírculos e com 18 furos para a colocação de guizos. Gravados nesta parte da peça estão os dizeres: “116 RUA DO OUVIDOR, 116 / RIO DE JANEIRO / MOREIRA & SEVERINO”. Sobre a campânula há um escudo em forma de lira, em cujo centro em ambas as faces estão pintadas a mão as armas do Império. Acima da campânula há uma meia lua crescente de latão vazado. Sobre todas as outras peças está uma estrela de cinco pontas em cima de uma esfera. Todas estas peças giram livremente sobre o eixo central.

  • Distintivo

    Distintivo

    Formato quadrangular. Iniciais EIC no centro em escudete: RIO /1922

  • Distintivo

    Distintivo

    busto de 3/4 de rivadavia correia da cunha.

  • Busto

    Busto

    fundiçãoicao indigena.

  • Estatueta

    Estatueta

    Estatueta em bronze retratando figura masculina (Cristiano Ottoni) de pé, sobre base quadrangular. Perna direita ligeiramente fletida para o lado. Cabeça pendida para baixo, calvo, olhos não retratados. Traja casaca, colete, camisa e gravata em laço. Braço direito flexionado até o tronco, carrega espécie de compasso. Braço esquerdo estendido ao longo do corpo, inclinado para trás carregando livro. Na parte posterior, ao lado da figura, pequena mesa sustentada por quatro pés, sobre esta livros e vários documentos, tendo num deles a inscrição: “D. E.”. Assinatura do autor e data na parte superior da base, à direita: “Rod Bernardelli/ 1908”. Marca da fundição à direita da assinatura do autor: “FUNDIÇÃO INDÍGENA/ RIO”.