Em primeiro plano, chafariz em tons cinzas com quatro colunas na parte central e encimado por ornamentos arquitetônicos; nas extremidades, pilastras encimadas por pináculos. Chafariz entre duas edificações civis. Ao fundo, folhagens e coqueiro no cato superior esquerdo. Inscrição no canto inferior direito: “(. . . )/Brasil. Goy(. . . )a/[Bonfim]”. Inscrição no canto inferior esquerdo: “3410”.
Local de produção: Brasil – Goiás
-
Boneco (índio)
figura feminina em argila, padrão moderno, com decoração de pintura corporal. pertenceu ao antigo curso de museus do mhn. informação de ficha anterior: goiás – ilha bananal .
-

Barco (miniatura)
Canoa em madeira, decorada externamente em preto e ocre em padrão geométrico. Pertenceu ao antigo Curso de Museus do MHN. Informação em ficha anterior: Goiás – Ilha Bananal .
-

Vaso (miniatura)
vaso em argila, com decorações geométricas em preto. pertenceu ao antigo curso de museus do mhn. informação de ficha anterior: goiás – ilha bananal .
-

Tigela
tigela circular em argila clara, com decoração em padrão geométrico nas superfícies externa e interna. pertenceu ao antigo curso de museus do mhn. informação em ficha anterior: goiás – ilha bananal .
-

Tigela
tigela circular em argila ocre, com decoração geométrica externa em preto. pertenceu ao antigo curso de museus do mhn. informação em ficha anterior: goiás – ilha bananal
-

Estatueta
figura feminina em argila, sentada, tendo as mãos sobre os joelhos. traz, amarrada à cintura e cobrindo os órgãos genitais, faixa de palha. ornamentação da figura com desenhos imitativos daqueles usados na pintura corporal tradicional. tudo indica que houve uma tentativa de registro da anatomia humana.
-

Cesta
nome indígena: urabahu ou pacutu. cesta em formato oval, confeccionada segundo a técnica dobrada. é formada por duas partes simétricas que se recobrem, base e tampa, ficando seu interior hermeticamente fechado e protegido da água, em consequência da disposição dos folíolos. a forma oval é obtida por uma estrutura de varetas retiradas de espique de palmeira. para a confecção dessa cesta, os folíolos são cortados, abertos rente à nervura, sendo utilizada no trabalho a bainha nervada. os folíolos são presos ao suporte por meio de uma costura, com pontos espaçados uns dos outros, sempre dois a dois, feitos de fio torcido de fibra vegetal. com alça de fio de fibra vegetal. fabricado pelo povo indígena karajá (família linguística karajá, tronco linguístico macro-jê).
-

Bolsa
nome indígena: ruri ou mori. cesta em formato circular, confeccionada com feixes torcidos de folíolos, desprovidos da seda, são enrolados em espiral, cada volta sendo presa à anterior através de costura. a decoração é obtida pela coloração diferente dada a segmentos dos próprios feixes de folíolos (cor marrom), dispostos em anéis horizontais paralelos. com alça de sustentação trançada e tampa decorada com rosetas de penas coloridas. fabricado pelas mulheres do povo indígena karajá (família linguística karajá, tronco linguístico macro-jê).

