peça em formato retangular, de madeira curva, tendo numa das faces uma parte crespa e um pedaço de madeira proeminente. fabrica-se de madeira branca e leve de marupá (simaruba amara, aubel) cujas fibras tendem voltar à posição primitiva quando desviadas. consiste numa tábua de 88 cm de comprimento, 37 cm de largura e 2 cm de espessura e um tanto recurvada. começam por executar na face aconcavada o desenho que desejam e que facilitam a operação de ralar. depois, com uma ponta (hoje um prego) e seguindo as linhas do desenho abrem pequenos orifícios. antes que as fibras da madeira voltem à posição natural, incrustam pequenas pedras de sílex, da forma de um dente, de sorte que emerge apenas uma aresta de ? cm. estabilizam melhor as pedrinhas com látex de sorva, espalhado com um pincel de fibras de bananeira, cujo tanino dá mais consistência ao látex. as pedras são encravadas a uma distância de 1 cm uma da outra e ocupam a parte central da tábua, deixando pequenas margens laterais (3, 4 e 5 cm), uma margem inferior de 3 cm e outra superior ou cabeça do ralo de uns 48,5 cm tendo esta última uma saliência ou cabo que serve apenas para suspender o ralo. o preparo da tábua cabe ao homem e a incrustação de quartzito às mulheres, sendo uma especialidade dos índios baniwa do rio içana (am). uso exclusivamente feminino. a mulher, ao ralar, o faz com as duas mãos alternadamente e não em ritmo uniforme, porém com arrancos que provocam movimentos dos próprios seios. fica sentada ao chão tendo o ralo entre as pernas. fabricada pelo povo indígena waiwai (família linguística karib).
Local de produção: Brasil – Amazonas
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Pente
peça formada por lascas de madeira entre duas lâminas de taquara fixadas por entrelaçado de fio de algodão nas cores verde e roxo. pertenceu ao antigo curso de museus do mhn.
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Pente
peça formada por lascas de madeira entre duas entrelaçado de fio de algodão nas cores cinza grená. pertenceu ao antigo curso de museus do mhn.
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Pulseira
confeccionada com miçangas coloridas (vermelho, azul, laranja, branco, azul escuro) formando em sua extensão desenho assemelhando a letra t, colocada de forma esbatida. para prender a peça ao punho, 3 fios de fibra vegetal na cor vermelha em cada lado. fabricado pelo povo indígena waiwai (família linguística karib).
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Adorno auricular
feito com vários pingentes de miçangas vermelhas terminando por tufos de penas vermelhas e azuis encastoados em metades de coquinhos. fabricada pelo povo indígena hixkaryana (família linguística karib).
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Adorno auricular
feito com vários pingentes de miçangas vermelhas terminando por tufos de penas amarelas, vermelhas e azuis encastoados em metades de coquinhos. fabricada pelo povo indígena hixkaryana (família linguística karib).
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Tanga
são tecidos num tear de madeira vergada em semicírculo e segura nesta posição por meio de uma ripa que lhe fixa transversalmente amarrada. para a confecção da tanga de miçangas coloridas de vidro (vermelho, azul e rosa), usa-se uma ourela de algodão da qual pendem fios verticais e que, muitas vezes, se apronta anteriormente. para tecer a ourela passa-se por três vezes um fio de algodão entre as duas pontas de amarração, o que dá origem a três pares de fios paralelos horizontais. entre estes corre outro, mais longo, vertical que vai e vem apanhando de cada vez um par de fios formado por um da frente e outro de trás, saltando outro par e assim originando-se uma forte amarração bem justa. obedecem sempre a forma trapezoidal e variam de tamanho. são enfeitadas com franjas e pingentes de penas coloridas (pretas, amarelas, rosadas, verdes, brancas) e cascas de frutos. o padrão do tecido das tangas geralmente é geométrico predominando gregas, volutas e meandros. uso exclusivamente feminino, à maneira de pequeno avental pendente ao baixo ventre, até o meio das coxas, e presas à cintura por cordel estreito, em ocasiões festivas. fabricada pelas mulheres do povo indígena hixkaryana (família linguística karib).
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Adorno auricular
feito de 10 pingentes de miçangas brancas, amarelas, azuis e vermelhas, terminando por tufos de penas amarelas e vermelhas encastoadas em metades de coquinhos. fabricada pelo povo indígena hixkaryana (família linguística karib).
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Tanga
tecidas num tear de vareta vergada em semicírculo e segura nesta posição por meio de uma ripa que lhe fica transversalmente amarrada. para a confecção da tanga de miçangas coloridas de vidro (verde, azul, vermelho, branco) ), usa-se uma ourela de algodão da qual pendem fios verticais e que, muitas vezes, se apronta anteriormente. para tecer a ourela passa-se por três vezes um fio de algodão entre as duas pontas de amarração, o que dá origem a três pares de fios paralelos horizontais. entre estes corre outro, mais longo, vertical que vai e vem apanhando de cada vez um par de fios formado por um da frente e outro de trás, saltando outro par e assim originando-se uma forte amarração bem justa. obedecem sempre a forma trapezoidal e variam de tamanho. são enfeitadas com franjas e pingentes de penas coloridas (amarelas, azuis e vermelhas). o padrão do tecido das tangas geralmente é geométrico predominando gregas, volutas e meandros. uso exclusivamente feminino, à maneira de pequeno avental pendente ao baixo ventre, até o meio das coxas, e presas à cintura por cordel estreito, em ocasiões festivas. fabricada pelas mulheres do povo indígena hixkaryana (família linguística karib).
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Cinto (índio)
tecido com fios de algodão e miçangas de vidro nas cores branca, azul e laranja, formando motivos decorativos geométricos. para ser atado à cintura, existem de cada lado dois fios de fibra vegetal (algodão) trançado, na cor natural. fabricado pelo povo indígena waiwai (família linguística karib).
