Espátula para abrir carta em bronze, pega decorada com cartela lisa emoldurada com motivo vitoriano estilizado. Inscrição gravada na lâmina, próximo à pega, em um dos lados: “MADE / IN / ENGLAND”. Objeto encontrado no Núcleo de Biblioteca do MHN, incorporação ao acervo proposta pelas servidoras da Biblioteca.
Forma de aquisição: Incorporação
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Colar
Colar de miçangas em formato de peitoral com acabamento franjado na parte inferior. O colar apresenta padronagem geométrica nas cores bege, marrom, preta e amarela na altura do pescoço. Na parte central, em formato quadrangular, representação de uma borboleta nas cores preta, marrom, bege, vermelha, branca e amarela. As franjas têm um caimento triangular e são compostas por padronagem linear nas cores preta, marrom, amarela, vermelha, branca e bege.
Este colar foi doado ao MHN, em 26/05/2022, por intermédio do Pajé Yawakashahu Yawanawá, Carla Yawakashahu, Vari Hua, Ruahu Nawa e Mariana Goulart, após roda de conversa no espaço da então exposição “Oreretama”, na ocasião em vias de reformulação e que resultou na atual “Îandé: aqui estávamos, aqui estamos”. O colar é utilizado em rituais contemporâneos dos Yawanawá e representa em sua composição imagética mirações decorrentes do consumo da ayahuasca. -

Xícara (conjunto)
Xícara na cor branca; decorada com filetes dourados na borda, na base e na alça. A borda apresenta também, decoração flordelizada em todo seu contorno. Ao centro, brasão de armas da cidade do Rio de Janeiro, tendo logo abaixo a inscrição “IV Centenário – 1565 – Rio de Janeiro – 1965”. Ao fundo, “PM” contornado pela inscrição “PORCELANA MAUÁ”. Pires na cor branca, decorado na borda, por filete e flordelizado dourado, em todo seu contorno, ao fundo, “PM”, contornado pela inscrição “PORCELANA MAUÁ”.
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Arapuca
Arapuca composta por 49 varetas de madeira (galhos de árvore), de tamanhos variados, que, amarradas em suas extremidades com fio de tecido a partir das varetas da base, adquirem forma piramidal. A armadilha tem uma de suas faces elevada e sustentada por uma vareta em V, com o objetivo de capturar pequenos animais. Armadilha usada pelos caçadores Kanindé para obter alimento na forma de pequenos animais como nambu, o juriti e outros.
Categoria “Coisas das matas”.
Acervo originário do Museu Indígena Kanindé. -

Cabaça
Cabaça inteira envernizada do topo à base, na qual não consta muito do verniz de tom avermelhado.
De acordo com os Kanindé, este objeto seria utilizado para levar água ao roçado e fazer cuias de medição de farinha. Recipiente tradicional para trabalho na roça.
Categoria “Coisas das matas”.
Acervo originário do Museu Indígena Kanindé. -

Balaio
Balaio confeccionado com trançado de fios de cipó na parte inferior e na estrutura superior e de lâminas de taboca (bambu) na parte superior. Utilizado para secagem e debulha do feijão e/ou de fava. No período da “apanha do café” é fundamental para os trabalhos diários das mulheres.
Categoria “Coisas das matas”.
Fabricado para a exposição de longa duração do MHN “Iandé: aqui estávamos, aqui estamos” (2023). -

Escultura
Escultura de uma cabeça, com função de ex-voto, em madeira clara, sem polimento ou camada pictórica. Base circular correspondendo ao pescoço, rosto alongado, cabelo com franja retilínea em relevo, olhos amendoados em pirogravura, nariz em relevo de formato triangular com detalhe pirogravado, boca em relevo retilíneo, queixo pontiagudo. Parte superior lisa.
Categoria “Coisa dos velhos”.
Fabricado para a exposição de longa duração do MHN “Iandé: aqui estávamos, aqui estamos” (2023). -

Camisa
Camiseta na cor azul clara com inscrições em azul escuro. Na frente ” MARCHA INDÍGENA 2000 / 13 a 22 de Abril / O BRASIL QUE A GENTE QUER SÃO OUTROS 500″ circundando um mapa do Brasil em azul claro do qual sai outro mapa, invertido, em vermelho. No verso “Movimento de Resistência Indígena, Negra e Popular”


