Classe: 10.3 Equipamento de Comunicação Sonora/Visual

  • Apito

    Apito

    peça em formato oval, confeccionada com a cabacinha de uma planta chamada u’mre, de tamanho menor do que a cabaça usada para fazer chocalhos. esvazia-se a cabacinha e nela são feitos três orifícios; ao assoprar nos buracos se obtém um som característico. as cabacinhas são decoradas com pirogravuras e presas a um rolete de madeira encapado com fios de algodão. das extremidades do rolete pendem dois pingentes feitos de sementes de capim, com unhas de veado e penas de gavião incrustadas. no centro do rolete de madeira é preso um fio de algodão torcido que serve para pendurar o instrumento ao corpo. fabricado pelo povo indígena xavante (família linguística jê, tronco linguístico macro-jê).

  • Apito

    Apito

    Peça em formato oval, confeccionada com a cabacinha de uma planta chamada u’mre, de tamanho menor do que a cabaça usada para fazer chocalhos. Esvazia-se a cabacinha e nela são feitos três orifícios; ao assoprar nos buracos se obtém um som característico. As cabacinhas são decoradas com pirogravuras e presas a um rolete de madeira encapado com fios de algodão. Das extremidades do rolete pendem dois pingentes feitos de sementes de capim, com unhas de veado e penas de gavião incrustadas. No centro do rolete de madeira é preso um fio de algodão torcido que serve para pendurar o instrumento ao corpo.

  • Apito

    Apito

    Peça de formato oval, confeccionada com a cabacinha de uma planta chamada u’mre, de tamanho menor do que a cabaça usada para fazer chocalhos. Esvazia-se a cabacinha e nela são feitos três orifícios; ao assoprar nos buracos se obtém um som característico. As cabacinhas são decoradas com pirogravuras e presas a um rolete de madeira encapado com fios de algodão. das extremidades do rolete pendem dois pingentes feitos de sementes de capim, com unhas de veado e penas amarelas de papagaio incrustadas. No centro do rolete de madeira é preso um fio de algodão torcido que serve para pendurar o instrumento ao corpo.

  • Apito

    Apito

    nome indígena: bóe e-kúie powári. peça de formato oval, confeccionada com pequena cucurbitácea (cabaça) cultivada nas roças bororo. a fruta, depois de seca, recebe dois orifícios, um no pescoço e outro na extremidade oposta da cabaça. no furo do pescoço, introduz-se um segmento de taquara denominado aróe e-ké powári íwo, no qual, por meio de uma incisão, é feita pequena palheta batente. o pescoço do instrumento é revestido de envoltório de fios pretos de algodão e fibra vegetal com tufos de penas coloridas (amarelas) onde se prende o cordel que se adaptará ao pescoço. fabricada pelos homens do povo indígena bororo (família linguística bororo, tronco linguístico macro-jê).

  • Sino

    Sino

    Inscrições: “RUA DA PRAINHA Nº 69” e “1482”.

  • Sino

    Sino

    Inscrições: “ISABEL, 1865”.

    Considerações sobre sinos:
    Instrumento metálico de percussão, com formato de taça invertida, que se faz vibrar, batendo sua superfície externa com um martelo ou interna com um badalo.
    Tendo sua origem nas pequenas campainhas que, a princípio, eram utilizadas para tirar mau olhado ou, posteriormente, para indicar a localização daqueles que os portavam, os sinos tiveram seu uso generalizado depois de adotados pelo cristianismo nas igrejas latinas, sendo inicialmente utilizados nos mosteiros. Sua função e utilização, as quais passam pelos mais diversos locais, leva-nos a compará-lo a um instrumento de comunicação.
    Quanto à tecnologia para sua fabricação, o principal problema encontrado pelos primeiros fabricantes foi quanto à forma de ocar o ferro ou o metal para sua confecção. Inicialmente, eram feitos de chapas de ferro – uma lâmina de ferro que dobrada ou curvada e fechada em um ponto dava a sua forma, semelhante a de um balde. Com o passar do tempo e com a evolução tecnológica, e em função dos sinos utilizados nas igrejas, que deveriam ter o som o melhor possível, esta técnica foi sendo aprimorada. Os primeiros sinos fundidos, utilizando-se de um processo de fabricação diferenciado, foram feitos com moldes em cera perdida. Mais tarde, começaram a ser utilizados dois moldes, um macho e um fêmea, sendo o metal colocado entre os dois. Com o aperfeiçoamento das técnicas de manufatura, foram sendo feitos sinos cada vez maiores e foi através do aprimoramento da técnica de fundição dos sinos que se chegou à fabricação dos canhões.

  • Demarcador?

    Demarcador?

    inscricao em portugues arcaico: reinando em os reinos de portugal e suas conquistas, o mui poderoso einclito rei dom joao o quarto se fes a presente obra desta fortificacao. . .

  • Visor estereoscópico (taxifoto)

    Visor estereoscópico (taxifoto)

    Caixa retangular sobre coluna central torneada, apoiada em tripé. Na face anterior área retangular recortada coberta com vidro e, sob ela, pequena placa com brasão da Casa de Bourbon-Duas Sicílias. Na face posterior visor articulado com lentes de vidro e sob ele, pequena placa com brasão imperial brasileiro gravado. No topo possui duas portinholas que dão acesso ao interior, onde fica uma estrutura para colocação de placas com imagens. A caixa não possui tampa na parte de baixo.

  • Visor estereoscópico

    Visor estereoscópico

    inscrição: 76/unis. france. stereoscopes-paris/76. rossi & lavarello/ koluxy