Documento
Metadados
ID no DONATO
2209
Observações
– Compra, 1909;
– Área de Data. A data 1816 não é do autor, e, sim, do título da obra;
– A obra foi submetida à Classe de Belas Artes do Instituto de França, Paris, em 1818.
– Não foi possível ver o verso da obra na catalogação 2025, chapa de polionda.
Notas sobre a bibliografia
vol. 1, p.409 — Le Trésor de la curiosité tiré des catalogues de vente | il. 564 — História geral da arte no Brasil. 2 vol | nº 74, p.16 e 19 — A Missão Artistica Francesa de 1816 | p.30, nº 54, 3ª il — A Missão Artística Francesa de 1816 | p.37, n°61 — Lebreton e a Missão Artística Francesa de 1816 | p.44 — Acervo Museu Nacional de Belas Artes | pág. 80, “P.684 a – Vue de la baie de Rio e de la place Largo da Carioca, prise du jardin du couvent de Saint Antoine, vers 1818”; pág. 290 e 291. — Nicolas Antoine Taunay (1755-1830) | p.182, 183 e 185. — Nicolas-Antoine Taunay no Brasil: uma leitura dos trópicos | caderno 2, nº 14, “Vue de la baie de Rio et de la place Largo da Carioca prise du jardin du convent de Saint Antoine [Vista da baía do Rio e da praça do largo da Carioca tomadas do jardim do convento de Santo Antonio], em torno de 1818”. — O sol do Brasil: Nicolas-Antoine Taunay e as desventuras dos artistas franceses na corte de D.João (1816-1821) | p.24 e 25, 80, 82, 84-87 — Taunay e o Brasil: obra completa, 1816-1830
Referências bibliográficas
Referência
Le Trésor de la curiosité tiré des catalogues de vente
Referência
História geral da arte no Brasil. 2 vol
Referência
A Missão Artistica Francesa de 1816
Referência
A Missão Artística Francesa de 1816
Referência
Lebreton e a Missão Artística Francesa de 1816
Referência
Acervo Museu Nacional de Belas Artes
Referência
Nicolas Antoine Taunay (1755-1830)
Referência
Nicolas-Antoine Taunay no Brasil: uma leitura dos trópicos
Referência
O sol do Brasil: Nicolas-Antoine Taunay e as desventuras dos artistas franceses na corte de D.João (1816-1821)
Referência
Taunay e o Brasil: obra completa, 1816-1830
Referência
A segunda colina: Morro de Santo Antônio. Cidade de colonos. Rio, cidade em transformação. Galerias
Histórico de exposições
Título
Nicolas-Antoine Taunay: uma leitura dos trópicos
Título
Nicolas-Antoine Taunay: uma leitura dos trópicos
Título
Missão Artístifa Francesa
Título
Lebreton e a Missão Artística Francesa de 1816
Título
O Brasil Redescoberto
Título
Exposição Brasil 500 Anos de Artes Visuais
Título
Trajetória da luz na arte brasileira
Título
Imagem e Identidade – Um olhar sobre a História
Título
História da Pintura Brasileira no Século XIX, Segmento II
Título
Nicolas-Antoine Taunay: uma leitura dos trópicos
Histórico de movimentações
Movimentação 291 (tipo LE); saída 1999-09-24; retorno 1999-11-30; retorno previsto 1999-12-02; destino Paço Imperial – Rio de Janeiro; finalidade: Exp. O Brasil Redescoberto
|Movimentação 325 (tipo LE); saída 2000-04-12; retorno 2000-09-19; retorno previsto 2000-09-29; destino Fundação Bienal de São Paulo; finalidade: Exp. Brasil 500 anos Artes Visuais
|Movimentação 411 (tipo LE); saída 2001-04-30; retorno 2001-09-15; destino Centro Cultural Itau – SP; finalidade: Exp. Obscura Luz
|Movimentação 520 (tipo LE); saída 2002-11-20; retorno 2003-03-09; retorno previsto 2003-02-03; destino Centro Cultural Banco Santos.; finalidade: Exp.Imagem e Ident.-Um olhar sobre a história
|Movimentação 784 (tipo EE); saída 2008-07-10; retorno 2008-09-15; retorno previsto 2008-09-12
|Movimentação 1002 (tipo EI); saída 1991-11-15; retorno previsto 2020-12-28; origem Galeria de Arte Brasileira do Século XIX; destino Galeria de Arte Brasileira do Século XIX
Histórico de restauros
Restauro 2529 (sequência 1); interno; tipo 2; entrada 1968-08-28 00:00:00; início 1968-08-28 00:00:00; saída 1969-02-12 00:00:00; técnico Edson Motta; Trabalho realizado por Edson Motta, folha nº 36 do livro
”Relatório Técnico 1967 a 1970″ com ficha nº 370. Em 1985 recebeu um novo número de entrada: a saber, 312.
Restauro 3509 (sequência 2); interno; tipo 2; entrada 1977-02-16 00:00:00; início 1977-02-16 00:00:00; saída 1977-03-14 00:00:00; técnico Angela Paiva da Cruz Machado; Sem documentação fotográfica.
|Restauro 3512 (sequência 3); interno; tipo 2; entrada 1985-09-24 00:00:00; início 1985-09-24 00:00:00; saída 1987-05-12 00:00:00; técnico Sheila Campos Salewski; Documentação fotográfica:
2 fotos A.T. – 1 frente / 1 dorso.
2 fotos M.T. – frente.
1 foto final colorida.
Restaurado?
Data da última avaliação
2014-08-06
Estado de Conservação
Trainel/gaveta
13 a
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro,RJ, 1909-1937, transferência para o Museu Nacional de Belas Artes;
– ?, ?, ? – 1909, venda a Escola Nacional de Belas Artes, com mais 3 obras, Praia de Botafogo, Morro de Santo Antonio e Messager de la paix.
Fonte de aquisição
Escola Nacional de Belas Artes
Data de aquisição
1937
Forma de aquisição
Moldura
Moldura 277; externa alt. 74.00 × larg. 85.00 × prof. 9.50 cm
Largura (cm)
57.20
Altura (cm)
46.50
Descrição formal
Pintura na horizontal representando cena cotidiana em paisagem colonial. Em primeiro plano, na lateral esquerda, vegetação composta por arbustos e flores tendo, ao centro, vegetação gramínea com a presença de três figuras masculinas vestidas com trajes religiosos, franciscanos. O primeiro homem, à esquerda, está sentado ao chão, à direita, os outros dois estão de pé. Todos têm o cabelo em corte de tonsura e vestes de cor marrom. No canto inferior direito, rua de terra batida, por onde um rebanho de animais, bois, realizam uma travessia que suspende a poeira do solo. A rua segue em segundo plano, com figuras humanas caminhando sobre sua extensão, duas destas dois homens negros que carregam objetos de grande porte. A rua é ladeada por um conjunto de construções coloniais, casas e edifícios. Com destaque para uma fachada próxima ao rebanho, com figuras masculinas, militares, à sombra de uma varanda, e uma torre à esquerda. Também à esquerda, é possível ver um bando de aves brancas sobrevoando os edifícios. Em terceiro plano, à direita, uma elevação rochosa, pavimentada por uma escadaria na base, tendo vegetação em seu entorno e uma construção arquitetônica no topo. Ao fundo, no centro da tela, trecho de baía com embarcações à vela. Na parte superior, uma densa nuvem de fumaça à esquerda e céu azul.
|material/técnica da parte: óleo sobre tela
Outras inscrições
– “T. 2164” – chapa de polionda, vcsd.
– “RG. 2164” – moldura, à caneta hidrográfica, vcse.
– “(ilegível) 0560 / (ilegível) Tomb. 2164 / (ilegível) 9B” – moldura, etiqueta, vcse.
– “[m]nba / MUSEU NACIONAL / DE BELAS ARTES / Av. [Rio] Branco, 199- Rio de Janeiro, RJ – Tel.: 240-0068 / EXPOSIÇÃO Da Missão a Opinião-dois séculos de ar- / te entre a França e o Brasil / LOCAL Casa França Brasil / PERÍODO 11.10.90 a 05.12.90 / AUTOR Nicolas Antoine Tauay / TITULO O Largo da Carioca / TÉCNICA oleo soore tela MEDIDAS 46 X 57 cm / TOMBOV 2164” – moldura, etiqueta, vecc.
– “NICOLAS A. TAUNAY / Largo da Carioca / tombo: 2164” – moldura, etiqueta, vvcd.
– “BRAZIL THROUGH EUROPEAN EYES – London Jan 4th to 26th, 1996 / OBRA Nº: IIl.5tau CAIXA Nº: 28-MNB/RJ / TAUNAY,Nicolas Antoine / Largo da Carioca em 1816 / 1816 / oleo sobre tela 46,5 x 57,4 cm / Museu Nacional de Belas Artes” – moldura, etiqueta avulsa, vce.
– “paço / Participou da Exposição / “O BRASIL REDESCOBERTO” / realizada no Paço Imperial no período de / 06 de outubro a 28 de novembro de 1999” – moldura, etiqueta, vcie.
Subtema
Paisagem Urbana; Rio de Janeiro; Arquitetura; Brasil Colônia; Animais; Rebanho; Trabalho, Escravidão; Militar; Ordem dos Franciscanos; Convento de Santo Antônio; Largo da Carioca; Rua São José; Morro do Castelo; Baía de Guanabara
Movimento
neoclássico
Estilo
neoclássico
Escola
francesa
Data de produção
1816
Material/técnica
óleo sobre tela
Autor
Nome (catálogo)
TAUNAY, Nicolas Antoine
Título da etiqueta
“Vista da baía do Rio e do Largo da Carioca tomada do jardim do convento de Santo Antônio”
Denominação
Parte única
Coleção
Número de inventário
2715
Número de registro
2164
Descrição do conteúdo
– Aspecto lateral do Convento de Santo Antônio onde, no primeiro plano, três frades (um sentado) conversam. No centro da composição, diversas casas margeam a rua São José onde vêem-se algumas pessoas, dois negros carregando trouxas brancas ao lado da fileira de bois levantando poeira e, na sombra de uma casa, guarnição de soldados. À direita, o Morro do Castelo. À esquerda, a Igreja e o Convento de Nossa Senhora do Monte do Carmo. Ao fundo, a baía de Guanabara com vários navios ancorados. Pombos brancos voam sobre os telhados das casas.
“O Morro de Santo Antônio – na verdade, o que resta dele – é onde se localiza o Convento e as igrejas dos franciscanos. Até o século XIX, seus limites alcançavam as ruas do Lavradio, da Carioca, Senador Dantas e Evaristo da Veiga (antiga rua dos Barbonos). A instalação da ordem de São Francisco na colina se deu no início do século XVII, depois que o morro – à época chamado Outeiro do Carmo – foi recusado pela ordem de Nossa Senhora do Carmo. Os carmelitas preferiram se instalar em região próxima ao mar, ocupando a antiga ermida de Nossa Senhora do Ó – lar inicial dos beneditinos no Rio –, na atual rua Primeiro de Março. Em 1607 o governador da capitania, Martim de Sá, fez a doação das terras da colina desocupada aos franciscanos, que em 1608 colocaram a pedra fundamental de seu convento. Em 1615, os frades se instalaram definitivamente no monte, que passava a se chamar Morro de Santo Antônio.”
Ref.: A segunda colina: Morro de Santo Antônio. Cidade de colonos. Rio, cidade em transformação. Galerias. Rio Memórias. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://riomemorias.com.br/memoria/a-segunda-colina-santo-antonio/>.
Título
“Vue de la baie de Rio et de la place Largo da Carioca prise du jardin du couvent de Saint Antoine”