Documento
Metadados
ID no DONATO
3559
Observações
– outro(s) número(s): 1242.
– Valor de seguro alterado em 26/09/2011, reavaliado por Pedro Xexéo.
Notas sobre a bibliografia
p. 134, cat. nº 1347 — Catálogo geral da pintura brasileira
Referências bibliográficas
Referência
Catálogo geral da pintura brasileira
Referência
A fluidez do imaterial na pintura viscontiana
Histórico de exposições
Título
Eliseu Visconti – A Modernidade Antecipada
Histórico de movimentações
Movimentação 853 (tipo EI); saída 2012-03-29; retorno 2012-06-25; retorno previsto 2012-06-18; origem Reserva Técnica 1 – Vitor Meireles; destino Sala Bernardelli
Histórico de restauros
Restauro 3110 (sequência 1); interno; tipo 2; entrada 1990-04-26 00:00:00; início 1990-04-26 00:00:00; saída 1990-05-22 00:00:00; técnico Andréa Martha Antunes Maciel Pedreira; Sem verbas para documentação fotográfica.
Restaurado?
Trainel/gaveta
27-A
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Tobias D’Angelo Visconti, Rio de Janeiro, RJ, ? -1960, vendida ao Museu Nacional de Belas Artes
Fonte de aquisição
Tobias D’Angelo Visconti
Data de aquisição
1960
Forma de aquisição
Moldura
Moldura 953; externa alt. 202.00 × larg. 131.00 × prof. 6.00 cm
Largura (cm)
118.00
Altura (cm)
189.00
Descrição formal
Pintura na vertical representando interior de atelier. Em primeiro plano, à esquerda, um grupo de figuras humanas, brancas, composto por uma criança e duas mulheres. A primeira figura é um menino, em pé, com corpo lateralizado para direita, ele possui cabelos castanhos, usa casaco marrom, bermuda e botas. Seu rosto está inclinado para cima e sua mão direita repousa sobre o ombro de uma mulher que está, em pé, ao seu lado. Ela usa sobretudo em tom terroso, seu rosto está inclinado para baixo e ela o cobre com um lenço segurado por sua mão direita. Na altura de seu dorso, uma segunda mulher ampara-se, sentada sobre uma cadeira. Ela tem cabelos loiros, usa vestido longo em tons terrosos, e tem à mão direita sobre as pernas segurando um lenço, enquanto à esquerda está sobre seu colo. Ao centro, diante de um móvel aberto, encontra-se outra criança inclinada, pintando sobre a sua superfície. O menino possui cabelos loiros, casaco em tom terroso e está de costas para uma escultura que ocupa à lateral direita da obra. A escultura representa à figura de um anjo, em posição elevada, sem cabeça e com asas abertas. No canto inferior direito, um cavalete com potes de tintas e pincéis. Ao centro, acima, uma janela de grandes dimensões onde é possível ver copas de árvores.
Outras inscrições
– “mnba MUSEU NACIONAL / DE BELAS ARTES / [Av. Rio Bra]nco, 199 – Rio de Janeiro, RJ – Tel.: 240-0068 / EXPOSIÇÃO Bienal Brasil Século XX / TÍTULO Fundação Bienal de São Paulo / PERÍODO 24.04 a 10.06.94 / AUTOR ELISEU D’ANGELO VISCONTI / TÍTULO “Vitória de Samotrácia”, circa 1919 / TÉCNICA óleo/tela MEDIDAS 188 x 118 cm / TOMBO 975” – chassi, etiqueta, vc.
Transcrição da assinatura
E. Visconti
Assinatura
cid
Subtema
Atelier; Comoção; Belas Artes; Grécia; Criança; Mulher
Tema
Local de produção
Paris, França
Data de produção
1919
Material/técnica
óleo sobre tela
Autor
Nome (catálogo)
VISCONTI, Eliseu D’Angelo
Denominação
Parte única
Coleção
Número de inventário
4718
Número de registro
975
Descrição do conteúdo
Obra executada em 1919, no ateliê do artista, em Paris. Retrata a família do autor: no centro, a mulher Louise, à sua esquerda, a filha Ivone e, mais à frente, sentado escrevendo, o filho Afonso, com 3 anos de idade. À direita, em pé, o filho Tobias, com 9 anos de idade, nascido em 3 de julho de 1910.
Ref.: Informação oral fornecida por Tobias d’Ângelo Visconti, filho do autor, no Museu Nacional de Belas Artes, em 20 de novembro de 1990.
“(…) Visconti pinta Vitória de Samotrácia. A tristeza e o sofrimento são sentimentos raríssimos nas obras de Visconti, mas, terminada a Primeira Guerra Mundial, ele representa a Esperança, através da aparição da Vitória alada, que emana da tela sobre o cavalete. A esposa de Visconti, Louise cobre os olhos com um lenço nas mãos, enquanto seus filhos mais velhos a apoiam. Ao lado do cavalete, alheio à comoção de seus familiares, o mais novo dos irmãos, Afonso, absorto em sua pintura, está alheio aos horrores e à saudade, expressos pelo restante da família. O tom escuro do grupo de pessoas e móveis contrasta fortemente com a parte superior da composição; a luz que entra pela vidraça, bate em cheio no peito da Vitória de Samotrácia e de suas asas, que se tingem com mil reflexos multicolores. A Esperança é inocência, luz e cores, uma promessa de reconstrução para o pós-guerra.”
Ref.: SERAPHIM, Mirian N. A fluidez do imaterial na pintura viscontiana. Anais do XXXVII Colóquio do Comitê Brasileiro de História da Arte: História da Arte em Transe, Salvador/BA, 2017. Disponível em: <.” target=”_blank”>http://www.cbha.art.br/coloquios/2017/anais/pdfs/Mirian%20N.%20Seraphim.pdf>.
Título
Vitória de Samotrácia