Documento
Metadados
ID no DONATO
353
Observações
– A obra foi encomendada pela AIBA ao escultor, devido ao sucesso da cópia da Venus Calipígia. Para tanto o artista teve o seu período de pensionato prorrogado por mais seis meses, recebendo a quantia de seis mil francos para as despesas com material.
– a peça sofreu limpeza em 1983 por um professor de escultura da UFRJ, sr. Joaquim Lemos.
– a escultura possui uma base original rotativa que, na gestão da Sra. Heloísa Aleixo Lustosa, foi transferida para o pátio interno do museu abrigando esculturas de bronze.
– a obra sofreu um furo na base para fixação no pedestal da subida da escada do 1º piso, local para onde foi removida.
– quebra do dedo (mão direita) da escultura em duas partes, em 2003. Gestão Heloisa Lustosa.
– esta escultura foi restaurada no ano de 2008 pela técnica Benvinda de Jesus, integrante da equipe de Conservação e Restauro do MNBA.
Notas sobre a bibliografia
p. ? — Grande Enciclopédia Delta Larousse
Referências bibliográficas
Referência
– ARQUIVO HISTÓRICO DO MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES, carta./
Referência
Grande Enciclopédia Delta Larousse
Histórico de exposições
Título
Sala Aloísio Magalhães
Histórico de restauros
Restauro 4559 (sequência 1); interno; tipo 3; entrada 2010-07-01 00:00:00; saída 2010-12-10 00:00:00; técnico Benvinda de Jesus; técnica: mármore
Restaurado?
Data da última avaliação
1992-05-21
Estado de Conservação
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, 1889-1937, transferência ao Museu Nacional de Belas Artes.
– Academia Imperial das Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, 1885-1889, transferência à Escola Nacional de Belas Artes.
– Rodolfo Bernardelli, Roma, Itália, 1885, envio de pensionista à Academia Imperial das Belas Artes.
Fonte de aquisição
Escola Nacional de Belas Artes
Data de aquisição
1937
Forma de aquisição
Profundidade (cm)
41.00
Largura (cm)
52.00
Altura (cm)
158.00
Descrição formal
Figura de mulher, de pé, tendo o braço esquerdo apoiado na coxa esquerda e o braço direito, flexionado com a mão direita, segurando o seio esquerdo. Os cabelos são encaracolados, presos por uma fita e um coque na nuca. Ao lado, figuras de golfinhos e anjos.
Outras inscrições
– Inscrições em caracteres gregos
Indicação de local na obra
Sim
Datação na obra
Sim
Transcrição da assinatura
R Bernardelli,1885
Assinatura
Sim
Subtema
-ANTIGUIDADE CLASSICA; RELIGIÃO; GRECIA
Tema
Data de produção
1885
Material/técnica
mármore
Cópia de
de escultura romana
Autor
Nome (catálogo)
BERNARDELLI i Thierry, José Maria Rodolfo Oscar
Denominação
estátua
Objeto
estátua
Coleção
Número de registro
2746
Descrição do conteúdo
Vênus de Médicis
Entre as numerosíssimas estátuas que podem prender-se à mesma série, a mais famosa é a Vênus de Médicis, situada na tribuna da Galeria de Florença. Eis a descrição que dela fazia o catálogo do Louvre, onde figurou durante quinze anos: “A deusa dos Amores acaba de sair da espuma do mar, onde nasceu; a beleza virginal aparece, na margem encantada de Cítera, sem outro véu que a atitude de pudor. Se a cabeleira lhe não flutua sobre os divinos ombros, é por que as Horas, com as suas mãos celestiais, acabam de lha arranjar (Hino homérico). Um delfim e uma concha estão aos seus pés: são os símbolos do mar, elemento natal de Vênus. Os dois Amores que o encimam não são os filhos da deusa. Um deles é o Amor primitivo (Eros) que desemaranhou o Caos; o outro é o Desejo (Himeros) que aparecera no mundo ao mesmo tempo que o primeiro ser sensível. Ambos a viram nascer e jamais se lhe afastaram dos passos (teogonia de Hesíodo). A Vênus de Médicis tem as orelhas furadas, como já se observou em outras estátuas da mesma deusa; sem dúvida pendiam delas esplêndidos brincos. O braço esquerdo conserva no alto o sinal evidente do bracelete chamado spinther, representado em escultura em várias das suas imagens. Uma inscrição colocada sobre o plinto nos diz que o autor da Vênus de Médicis é Cleômenes, ateniense, filho de Apolodoro.”
Fonte: http://www.mundodosfilosofos.com.br/venus.htm
Trata-se da reprodução de uma escultura romana.
Título
“Vênus de Médicis”