Documento
Metadados
ID no DONATO
22532
Observações
-Impressão em rosa, azul, verde e cinza.
-Obra editada pelo projeto Os Amigos da Gravura.
-Título: à grafite embaixo no centro.
-N° de edição: à grafite no canto inferior esquerdo.
-registrada em 21/10/2009.
– Impressa em papel Conqueror Connoisseur por Alexandre Ferreira.
– A matriz desta gravura foi feita especialmente para o projeto Os Amigos da Gravura e está incorporada ao acervo dos Museus Castro Maya.
– Obra acompanhada de folheto de “Os Amigos da Gravura / Museus Castro Maya / 2009” com informações sobre a artista Suzana Queiroga.
Referências bibliográficas
Referência
Velofluxos do got-tempo.
Data da última avaliação
2009-07-08
Estado de Conservação
Trainel/gaveta
22-4
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
-Associação Cultural dos Amigos dos Museus Castro Maya, Rio de Janeiro, RJ, 2009-2009, doada ao Museu Nacional de Belas Artes.
Número do processo de aquisição
01466.000042/2009-08
Fonte de aquisição
Associação Cultural dos Amigos dos Museus Castro Maya
Data de aquisição
25/08/2009
Forma de aquisição
Dimensões das partes
área impressa alt. 53.00 × larg. 59.00 (cm)
Área impressa
alt. 53.00 × larg. 59.00
Largura (cm)
86.00
Altura (cm)
70.00
Descrição formal
Gravura abstrata na horizontal representando abstração lírica. Ao centro, imagem circular composta por formas irregulares na cor rosa. Em seu interior, linhas sinuosas nas cores verde e azul. Fundo formado por linhas pontilhadas na cor cinza em diversas direções.
Outras inscrições
– “41/50” – à grafite, cie.
– “Velofluxo” – à grafite, ebc.
– “T.18462” – à grafite, vcid.
Datação na obra
cid
Transcrição da assinatura
Suzana Queiroga 2009
Assinatura
cid
Subtema
Abstração lírica; Mapa; Urbanização; Urbano; Cidade; Arquitetura
Tema
Número da edição
41/50
Data de produção
2009
Material/técnica
serigrafia a cores
Autor
Nome (catálogo)
QUEIROGA de Carvalho e Souza, Suzana
Denominação
parte única
Coleção
Número de registro
18462
Descrição do conteúdo
“Baseados em plantas de espaços urbanos reais (Londres, Berlim, Milão, Rio de Janeiro, Brasília, etc.), sem, contudo, descrevê-los, os Velofluxos são trabalhos sobre redes de fluxos (análogos às malhas urbanas) e suas irradiações no tempo. Mas eles são, sobretudo, paisagens pintadas segundo pressupostos bastante diversos daquelas cenas ao ar livre que se descortinaram através da janela pictórica renascentista. Um dos gêneros mais importantes da história da pintura, a Paisagem foi concebida pela arte do Ocidente como o enquadramento, em retângulos horizontais, de cenas ao ar livre. Muitos ainda supõem que essa concepção seja uma decorrência natural e lógica da existência existente da linha do horizonte. Mas, na realidade, ela manifesta uma invenção histórica e, portanto, relativa.
A construção da perspectiva parcial da demarcação do horizonte, para o qual fugiram das projeções de todos os objetos situados no primeiro plano do quadro. Sua vigilância, ao longo de quatro séculos, terminou por definir, a esta linha imaginária, um papel vital para a organização espacial da pintura européia e, conseqüentemente, determinante para a expansão horizontal do quadro.”
Ref.: COCCHIARALE, Fernando. Velofluxos do got-tempo. Suzana Queiroga. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://www.suzanaqueiroga.net/texts/velofluxos-do-espa%C3%A7o-tempo>.
Título
“Velofluxo”